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Palmeirenses falam em emboscada: “Os jogadores iriam morrer lá”

A confusão após o apito final no jogo entre Palmeiras e Peñarol poderia ter sido ainda pior. Após o desentendimento entre os atletas em campo, funcionários do estádio fecharam os portões que levavam ao vestiário, e os jogadores do Verdão ficaram presos em campo.

“Esperamos que a Conmebol tome providências. O Palmeiras veio jogar futebol. Jogamos e ganhamos em campo. Se o Palmeiras não traz 20 seguranças, teríamos uma tragédia aqui hoje. Os portões foram fechados. Agora o presidente do Peñarol conversou comigo, o pessoal da Conmebol, que os portões foram fechados por questão de segurança. Os jogadores iam morrer lá dentro, virou campo de guerra! Esperamos que a Conmebol seja mais rigorosa, que tenha policiamento”, afirmou o presidente Maurício Galiotte.

Em campo, Felipe Melo chegou a trocar socos com o Mier, jogador uruguaio que estava no banco de reservas. O diretor de futebol Alexandre Mattos explicou a ação do volante e repudiou os acontecimentos.

“Estava muito claro que se a gente conseguisse a vitória, iria ter esse vandalismo. Temos que parar de falar que isso é Libertadores, porque não é, isso é MMA, é outra coisa. O que tentaram fazer com o Felipe Melo, se ele não se defende… O Prass está sangrando, o Willian está machucado. Tomara que a Conmebol, que tem um presidente que parece diferente, faça alguma coisa. A gente espera que realmente ele seja diferente e puna quem tem de punir. Fica aqui a nossa lamentação e um pedido para a Conmebol tomar uma providência. Isso acaba com o futebol sul-americano”, disse o diretor.

O técnico Eduardo Baptista também repudiou os acontecimento e foi além. Para o treinador, todo o entrevero foi premeditado pelo uruguaios, e o comandante também defendeu o volante Felipe Melo.

“Eu tenho uma admiração grande pelo Peñarol, mas foi premeditada essa confusão, e poderia ter sido muito pior. Fecharam os portões, não deixaram a gente sair. O Felipe Melo não provocou, eles que foram para cima do Felipe. Tentamos sair e eles impediram. É lamentável. A gente veio aqui para jogar futebol, jogamos futebol”, completou o técnico, após o triunfo por 3 a 2.

 

Palmeirenses detonam emboscada do Peñarol e detalham briga após jogo

Após a vitória de virada por 3 a 2 do Palmeiras sobre o Peñarol, jogadores dos dois times se envolveram em uma confusão ainda no gramado do Estádio Campeón del Siglo, em Montevidéu (URU). Atletas da equipe uruguaia foram para cima de Felipe Melo, que acertou socos em Matías Mier e foi encurralado, mas conseguiu ir para o vestiário sem ser agredido. Por outro lado, Fernando Prass e Willian saíram de campo com machucados no rosto. Os palmeirenses reclamaram de uma emboscada, já que os portões foram fechados para que eles não conseguissem ir para o vestiário.

– Eu pensei em proteger o Felipe Melo, porque era alvo deles. A nossa ideia era ir para o canto em que estava a nossa torcida, para pelo menos proteger as costas e ficar de frente para eles. Teve até um jornalista que estava com um tripé agredindo a gente. Esperávamos sair da confusão, mas fecharam o portão, não deixaram os seguranças entrarem. Foi tudo orquestrado – relatou o goleiro Fernando Prass.

– Só não ficou pior pela nossa postura. A gente se defendeu, óbvio. Você não vai ficar parado, você se defende. Alguns policiais estavam ali no meio, mas na minha opinião poucos para uma partida dessa e para um lugar que já tem histórico de confusões – acrescentou o goleiro, que também ironizou Nantez, capitão do Peñarol que o agrediu em uma “covardia”, e disse que seria o “cúmulo do absurdo da inversão de valores” uma punição a Felipe Melo.

Não foram apenas os jogadores que detalharam a confusão. O presidente do Palmeiras, Maurício Galiotte, e o diretor de futebol Alexandre Mattos também falaram em “emboscada” do Peñarol. Os dirigentes ainda cobraram uma atitude da Conmebol.

– Esperamos que a Conmebol tome providências. O Palmeiras veio jogar futebol. Jogamos futebol e ganhamos o jogo. Se o Palmeiras não traz 20 seguranças, teríamos uma tragédia aqui hoje. Os portões foram fechados. Agora o presidente o Peñarol conversou comigo, o pessoal da Conmebol, que os portões foram fechados por questão de segurança. Os jogadores iam morre lá dentro, virou campo de guerra! Esperamos que a Conmebol seja mais rigorosa, que tenha policiamento – condenou Maurício Galiotte, que teve o coro reforçado pelo diretor de futebol Alexandre Mattos.

– Tem que acabar com essa história que Libertadores é isso. É um campeonato profissional, que paga muito. O que foi feito aqui foi uma tocaia. Sabíamos disso, por isso trouxemos 20 seguranças. Fica aqui até o agradecimento à equipe. Sei que vão mostrar o Felipe se defendendo, mas se ele não se protege virando a mão ali ia acontecer uma tragédia. Eles acharam que era MMA e virou essa palhaçada. Esse presidente da Conmebol parece ser um cara muito sério, e a gente pede para ele acabar esse tipo de situação. Falei para os jogadores: “acabou o jogo, se estiver ganhando, sai logo”. Mas o portão estava fechado – disse Mattos.

Além da briga em campo, também houve confusão na arquibancada. Torcedores do Peñarol tentaram invadir o espaço destinado aos palmeirenses, que conseguiram segurar o portão. Funcionários de segurança apenas assistiam ao tumulto, e o policiamento demorou muito a chegar.

 

Cruzeiro perde jogo de volta, mas elimina São Paulo e avança na Copa do Brasil

O Cruzeiro passou grande sufoco diante do São Paulo, mas conseguiu a classificação para as oitavas de final da Copa do Brasil. Depois de fazer primeiro tempo apagado e levar 1 a 0, o clube celeste empatou na etapa final e deu indícios de que poderia até conseguir a virada na noite desta quarta-feira, no Mineirão, pelo jogo de volta da quarta fase. Só que o Tricolor não se entregou e voltou a ficar à frente no placar: 2 a 1. O resultado, mantido até o final, foi suficiente para a vaga da Raposa, que venceu o duelo de ida por 2 a 0, quinta-feira passada, no Morumbi.

O sorteio da próxima etapa da competição nacional acontecerá nesta quinta-feira, às 12h, na sede da CBF, no Rio de Janeiro. A Raposa só poderá enfrentar um dos representantes do Brasil na Copa Libertadores.

O ponto negativo é a perda da invencibilidade em 2017. Foi o primeiro tropeço cruzeirense na 23ª partida da temporada. Agora, a equipe de Mano Menezes registra 17 vitórias, cinco empates e uma derrota.

No próximo domingo, às 18h, o Cruzeiro recebe o América no Mineirão pelo jogo de volta das semifinais do Campeonato Mineiro. Vice-líder da primeira fase, o time azul precisa de um empate para avançar à decisão, já que o duelo de ida, no Independência, também terminou empatado (1 a 1).

Apagão no primeiro tempo

A vantagem de dois gols construída pelo Cruzeiro no jogo de ida foi boa, mas não significava que o time poderia entrar sonolento no reencontro com o São Paulo. Às vésperas da partida, os jogadores repetiram incessantemente em entrevistas coletivas que, numa decisão de 180 minutos, era preciso ficar ligado o tempo inteiro. Isso, entretanto, não aconteceu.

A Raposa se assustou com a postura ofensiva de um São Paulo modificado pelo técnico Rogério Ceni. As novidades em relação ao revés por 2 a 0, no Morumbi, foram as presenças do lateral-direito Bruno, dos volantes Wesley e João Schmidt, do meia Cueva e do atacante Moratto. O time paulista adiantou a linha de marcação e pressionou a saída de bola do Cruzeiro, que por vezes bateu cabeça na troca de passes em seu campo de defesa.

A ousadia são-paulina resultou em apuros para o Cruzeiro. Aos 10min, Lucas Pratto ajeitou de calcanhar para Cueva, que, nas costas de Mayke, apareceu livre diante do goleiro Rafael. O peruano acabou concluindo a jogada para fora, desperdiçando chance incrível. Quatro minutos depois não teve perdão. Em cruzamento de Moratto, Pratto cabeceou no canto direito, abriu o placar no Mineirão e se redimiu do gol contra marcado no confronto em São Paulo: 1 a 0.

Nem as constantes broncas do técnico Mano Menezes acordaram os jogadores do Cruzeiro. Recuado, o time celeste tinha dificuldade em recuperar a posse de bola. Quando o fazia, era presa fácil para a marcação adversária. Já o São Paulo seguia perigoso. Aos 30min, Pratto se aproveitou de falha da defesa celeste e bateu forte, no alto. Rafael tocou com a ponta dos dedos na redonda, que ainda carimbou o poste direito. O Mineirão se calou por alguns segundos, tamanho foi o susto para os torcedores azuis.

O Cruzeiro só mostrou lampejo na reta final da etapa inicial, em jogadas de Arrascaeta. Na primeira, aos 36min, ele deixou Rodrigo Caio na saudade e encontrou Thiago Neves na grande área. Maicon esticou o pé e evitou o gol de empate. Aos 37min, o uruguaio pegou de primeira a bola cruzada por Rafael Sobis e mandou por cima da meta de Renan Ribeiro. No mais, muitos equívocos. Quem se salvou foi o volante Hudson, firme na marcação e nos desarmes.

Gol à la Geovanni e sufoco no fim

No segundo tempo, Mano Menezes foi obrigado a fazer modificação logo aos 11 minutos: Manoel, machucado, deu lugar a Kunty Caicedo. Naquela altura, a Raposa continuava com problemas para criar jogadas, embora não fosse ameaçada pelo Tricolor da mesma forma que na etapa inicial.

O cenário mudou aos 14min. E quem diria, numa cobrança de falta! Sim, a jogada que consagrou o ex-meia Geovanni, há 17 anos, na decisão da Copa do Brasil. Até o lance que originou a infração foi semelhante: num chutão despretensioso de Mayke, Rodrigo Caio perdeu o tempo de bola do mesmo jeito que o ex-zagueiro Rogério Pinheiro. Restou ao são-paulino puxar Arrascaeta pela camisa. A diferença é que quem sofreu a falta ficou apenas de espectador no momento da cobrança. Thiago Neves se encarregou da batida. E chutou forte, ao estilo Geovanni em 2000. Não é que funcionou? A redonda desviou na barreira e enganou Renan Ribeiro. Festa da multidão azul – com a bênção do herói do tricampeonato, que, aposentado do futebol desde 2013, esteve no Mineirão para acompanhar a partida: 1 a 1.

Nada como um gol para inflamar o astral da torcida. A partir do empate, o público gritou ainda mais alto. Comemorou cada carrinho, cada drible, cada falta sofrida. E os jogadores entenderam o recado. De uma atuação monótona no primeiro tempo, o Cruzeiro ficou elétrico na etapa complementar. Diogo Barbosa, aos 23min, recebeu passe de Thiago Neves e chutou para fora. Rafinha também foi acionado pelo camisa 30, mas bateu fraco nas mãos de Renan Ribeiro.

Quando o Cruzeiro parecia ter se encontrado no jogo, um erro da defesa celeste permitiu ao São Paulo sonhar com a classificação. Em bate-rebate na grande área, Caicedo não conseguiu cortar, e Gilberto, em posição de impedimento, recolocou o Tricolor em vantagem: 2 a 1. Na reta final, o confronto foi lá e cá, porém o placar permaneceu em 2 a 1, resultado necessário para a equipe celeste continuar na Copa do Brasil e brigar pelo pentacampeonato.

CRUZEIRO 1X2 SÃO PAULO

CRUZEIRO
Rafael; Mayke (Henrique, aos 39min do 2ºT), Leo, Manoel (Caicedo, aos 11min do 2ºT) e Diogo Barbosa; Hudson, Ariel Cabral, Rafinha e Thiago Neves; Arrascaeta (Alisson, aos 36min do 2ºT) e Rafael Sobis. Técnico: Mano Menezes

SÃO PAULO
Renan Ribeiro; Bruno (Jucilei, aos 21min do 1ºT), Maicon, Rodrigo Caio e Júnior Tavares; João Schmidt, Wesley, Cícero (Gilberto, aos 21min do 2ºT) e Cueva (Thomaz, aos 20min do 2ºT); Moratto e Lucas Pratto. Técnico: Rogério Ceni

Gols: Thiago Neves, aos 14min do 2ºT (CRU); Lucas Pratto, aos 14min do 1ºT, Gilberto, aos 33mn do 2ºT (SPFC)
Cartões amarelos: Junior Tavares, aos 27min do 1ºT. Rodrigo Caio, aos 13min, Wesley, aos 26min do 2ºT (SPFC)
Motivo: jogo de volta da segunda fase da Copa do Brasil
Estádio: Mineirão
Data: quarta-feira, 19 de abril
Árbitro: Wilton Pereira Sampaio (Fifa/GO)
Assistentes: Fabrício Vilarinho da Silva (Fifa/GO) e Bruno Raphael Pires (Fifa/GO)

Pagantes: 32.353
Presentes: 36.192
Renda: R$ 1.105.337,00

Jogador Codoense assina contrato com Palmeiras de São Paulo

Ontem nossa redação entrou em contato com o jovem codoense Neto Delgado que assinou contrato de 3 meses com o time do Palestra Itália.

Neto que já atuou em duas copas Junior São Paulo, sendo a primeira pelo Goiânia e esse ano pelo São Carlos onde teve uma ótima apresentação que fez com que o Palmeiras lhe contratasse.

Em entrevista Neto nos revelou que é um sonho jogar pela o time do Palestra Italia e hoje esta realizando esse sonho.

veja algumas perguntas feitas ao jogador.

JEFERSON ABREU: Quantos meses ?
Neto Delgado: Inicialmente 3 meses
Neto Delgado: Dependendo do meu rendimento eles renovam ou compram
JEFERSON ABREU: Como vc se sente hoje está assinando com o Palmeiras ?
Neto Delgado: Muito feliz pois era um sonho chegar em um time grande
JEFERSON ABREU: Sabemos que a cobrança e grande quando se está em um grande club como o Palmeiras .Você está preparado para essa cobrança?
Neto Delgado: Sim estou preparado , pois é com cobranças que se criam as responsabilidades consequentemente fazendo com que o rendimento dentro de campo Seja com sucesso
Neto Delgado: Obs : estou no sub 20 ainda
JEFERSON ABREU: Sabemos que Codó é um celeiro de talento ,aqui já tivemos o Jackson que passou pelo Palmeiras onde foi campeão dá Libertadores. Qual o recado  que vc deixa para os jovens codoenses ?
Neto Delgado: trabalhe duro , nao desista dos seus sonhos e tenha fe você não sabe o dia de amanhã
JEFERSON ABREU: Meu amigo boa sorte nessa sua nova fase que Deus continue te abençoando um abraço de todos do Codó notícias

A cidade de Codó é um celeiro em revelar talentos para o Futebol mundial exemplos:

Fausto jogou na Vasco,Seleção Brasileira ,Bacelona e outras equipes.

França jogou no São Paulo

Jackson,Palmeiras,Sport,Cruzeiro e outras equipes fora outras craques que nossa cidade ja revelou.

Nome: Antonio Pereira da Silva Neto

Posição: Lateral Esquerdo

Nome da Mãe: Jeane Delgado Silva

data de nascimento:30/09/98

Cidade de Nascimento: Codó

Com 1º tempo irretocável, Ponte faz 3 a 0 no Palmeiras e abre vantagem na semi

Um primeiro tempo irretocável e surpreendente deu à Ponte Preta uma vitória arrasadora em cima do Palmeiras. Os 3 a 0 no estádio Moisés Lucarelli, neste domingo, colocam o time de Campinas (SP) em situação favorável no jogo que decidirá a vaga na final do Campeonato Paulista. Dono da melhor campanha na primeira fase, o clube alviverde precisa ganhar por 4 a 0 no estádio Allianz Parque, em São Paulo, no sábado, para se classificar à decisão.

O resultado mantém um longo tabu a favor da Ponte Preta, que agora soma seis jogos sem perder para o Palmeiras – são quatro vitórias e dois empates. A última vez que o time alviverde superou o campineiro foi em julho de 2015. Neste domingo, a equipe do técnico Eduardo Baptista sequer chegou perto de quebrar esse jejum.

O gol logo aos 38 segundos não foi obra do acaso ou sorte. A Ponte Preta jogou o primeiro tempo inteiro da mesma maneira. Aliou a forte (e às vezes desleal) marcação com a velocidade de seus jogadores de ataque. O trio formado por Lucca, William Pottker e Clayson desmontou o sistema defensivo do Palmeiras, em especial o lado esquerdo.

Felipe Melo e Tchê Tchê não deram a sustentação necessária aos laterais Zé Roberto e Jean. O resultado disso é que o goleiro Fernando Prass foi bombardeado do início ao fim da primeira etapa: ele fez duas defesas antes de sofrer o primeiro gol marcado por William Pottker e não teve nenhuma chance diante de Lucca e Jeferson, os autores dos outros dois gols da Ponte Preta.

Se a Ponte Preta fez três gols em 45 minutos (e poderia ter feito mais), o Palmeiras mal chegou à área do goleiro Aranha. De concreto, houve apenas uma chance clara, em uma cabeçada do colombiano Borja. É muito pouco para o time considerado favorito ao título. “Não temos o que falar, a Ponte comeu a gente”, disse um sensato Felipe Melo no intervalo. Ele estava certo, porém Eduardo Baptista deveria ter ao menos tentado consertar a sua equipe na etapa inicial.

As mudanças vieram apenas no segundo tempo. Primeiro com Michel Bastos no lugar de um apático Guerra. Depois com Alecsandro na vaga de Borja. O estrago já estava feito. O Palmeiras não conseguia pressionar o rival a ponto de diminuir o placar. E para piorar corria sério risco de sofrer o quarto gol, o que praticamente enterraria as chances de chegar à final.

O panorama do jogo mudou na última meia hora porque a Ponte Preta diminuiu o ritmo, já satisfeita com o resultado obtido no primeiro tempo. Cansado, o Palmeiras estava entregue. A vitória dura diante do Peñarol no meio de semana teve reflexos em Campinas.

PONTE PRETA 3 x 0 PALMEIRAS

PONTE PRETA – Aranha; Jeferson, Marllon, Yago e Reynaldo (Arthur); Fernando Bob, Elton e Jadson (Wendel); Lucca, William Pottker e Clayson (Lins). Técnico: Gilson Kleina.

PALMEIRAS – Fernando Prass; Jean, Edu Dracena, Mina e Zé Roberto; Felipe Melo, Tchê Tchê e Guerra (Michel Bastos); Willian (Roger Guedes), Borja (Alecsandro) e Dudu. Técnico: Eduardo Baptista.

GOLS – William Pottker, aos 38 segundos, Lucca, aos 7, e Jeferson, aos 33 minutos do primeiro tempo.

ÁRBITRO – Marcelo Aparecido Ribeiro Souza.

CARTÕES AMARELOS – Jadson, Jeferson, Fernando Bob e Reynaldo (Ponte Preta); Thiago Santos (do banco de reservas), Borja e Mina (Palmeiras).

RENDA – R$ 376.645,00.

PÚBLICO – 12.843 pagantes (13.706 no total).

LOCAL – Estádio Moisés Lucarelli, em Campinas (SP).

Taça Rio é do Vasco: boa conquista ou obrigação?

Não é muito complicado encontrar argumentos para desmerecer a conquista da Taça Rio pelo Vasco, depois da vitória por 2 a 0 sobre o Botafogo.

Dirão que vencer o turno não tem a menor serventia para o campeonato, e é verdade.
Dirão que o Botafogo jogou com um time de reservas/juniores, o que também é verdade.
Dirão que o Vasco penou para vencer esse mistão alvinegro e que por pouco não precisou decidir a parada nas penalidades. Isso também é verdade.

Mas essas são apenas parte da verdade.

Vencer a Taça Rio também rendeu uma graninha para o clube.
Também deu mais moral para o time, que chegará à semifinal do Estadual contra o Flu com mais confiança.
Foi a primeira vitória do Vasco sobre um time da Série A esse ano, o que tira um peso das costas do elenco e do treinador.
Não apenas vencemos um clássico, vencemos um clássico com propriedade, jogando melhor durante boa parte do jogo, contra um adversário que, mesmo desfalcado, deu algum trabalho (e daria para qualquer outro dos grandes) porque queria e precisava mostrar serviço.
E, mais importante de tudo, o Vasco venceu mostrando que evoluiu. Ao longo da partida, vi vascaínos reclamando que o time não tem conjunto e depende de lampejos individuais. Esses, ignoram que a evidente melhora defensiva do time é uma prova que o coletivo está melhor e que se um ou outro jogador consegue se destacar ofensivamente, boa parte da responsabilidade disso vem da liberdade que o time oferece para esses jogadores.

É verdade que a vitória sobre o Botafogo e a conquista da Taça Rio não são uma garantia de que conquistaremos o tricampeonato nem mesmo de que não teremos problemas no Brasileiro. Mas se concentrar apenas nisso e ignorar que o time teve uma atuação segura e que isso é sim um bom motivo para comemorar é se apegar a uma implicância sem sentido diante do atual momento do time. O Vasco não fez mais que sua obrigação vencendo os reservas do Botafogo? Pode ser. Mas alguém teria motivos para elogiar o time se não tivesse cumprido seu papel?

Quem quiser se apegar às meias verdades e diminuir o feito do Vasco no Engenhão tem todo direito. E como é direito de qualquer um ver a conquista da Taça Rio como o primeiro capítulo de uma nova história para o Vasco nesse Estadual.

Martín Silva – garantiu a vitória com pelo menos duas grandes defesas quando o jogo ainda estava 0 a 0.

Gilberto – tentou equilibrar as subidas ao apoio com a proteção à sua lateral e conseguiu, passando a ser mais presente no ataque após o time ficar em vantagem numérica. Fez alguns bons cruzamentos, mas precisa caprichar mais no fundamento.

Rafael Marques – em mais uma boa atuação, no confronto direto se saiu melhor em praticamente todos os lances.

Rodrigo – jogou com seriedade e se deu bem sobre os atacantes alvinegros. Dessa vez suas provocações acabaram dando resultado: arrumou uma discussão com o zagueiro Marcelo, que levou um amarelo na confusão, sendo expulso no segundo tempo.

Henrique – foi bem na defesa e discreto no ataque. Acabou sacado para a entrada do Wagner, que acertou alguns bons cruzamentos.

Jean – mais uma atuação em que mostrou empenho e firmeza na marcação. Precisa caprichar mais nos passes.

Douglas – com liberdade para jogar, conseguiu ajudar tanto na criação como no combate. Criou boas jogadas e marcou o primeiro gol do time.

Andrezinho – acrescentou muito pouco à criação do time. Deu lugar ao Guilherme Costa, que favorecido pelo maior espaço, conseguiu criar boas jogadas. Deu um ótimo passe para Manga Escobar no lance do segundo gol.

Nenê – não se omitiu no jogo e tentou levar o time ao ataque, mas foi pouco efetivo. Pra não dizer que nada fez, o escanteio que originou o primeiro gol foi cobrado pelo camisa 10.

Yago Pikachu – como todos, mostrou empenho. Mas esteve longe de ser o jogador perigoso de outras partidas. Manga Escobar entrou com o Vasco já com um a mais e deixou o time mais ofensivo, arriscando jogadas individuais pelo lado esquerdo. Deu de presente para o Fabuloso seu primeiro gol pelo Vasco.

Luis Fabiano – deu trabalho à zaga botafoguense e finalizou várias vezes, nenhuma com muito perigo. Teve o esforço recompensado dando números finais ao jogo marcando seu primeiro gol com a armadura cruzmaltina.

Atletas do Univali convocados pra seleção Brasileira de Handebol já embarcaram pra disputar o Pan Americano em Santigo

Time quando foi Campeão Brasileiro Juvenil em Codó em 2016

Dia 15 de abril inicia a primeira competição oficial da Seleção Brasileira de Handebol Masculino em 2017. Trata-se do Pan-Americano da modalidade que irá acontecer em Santiago (Chile). Dos Os 16 atletas que embarcam para o Chile foram definidos após oito dias de treinamentos em Taubaté (SP).Os jogos serão disputados de 15 a 22 de abril.

O Brasil é o atual campeão da competição e, além de defender o titulo, vai em busca de vaga para o Campeonato Mundial da Geórgia, em agosto. Para Washington Nunes, técnico da equipe, o saldo das atividades no interior paulista foi positivo, mas o forte trabalho continua de olho em objetivos ainda maiores.

Partida pelo Juvenil em Codó entre Univali e Hollanda/Codó

As atletas da Handebol Masc Aceu Univali Fmei  que foram convocadas para a competição são: Jogadores Ponta Alifer, Armador Gustavo e o Auxiliar técnico Drean.

A primeira partida do Brasil será neste sábado (15), às 18h (horário de Brasília), contra o México. “Tradicionalmente, a equipe mexicana tem a velocidade como característica e atuam bem no contra-ataque. Eles vão com jogadores muito jovens, então não sabemos se vão jogar um pouco mais baixo ou, se por conta dessa juventude, podem apresentar uma defesa aberta.

Goleiros – Jeroty Rodrigues Carlos (Metodista/ São Bernardo/Besni-SP) e Lucas Pereira dos Santos (São José dos Campos-SP).
Armadores – Guilherme Borges Moraes Silva (Taubaté/FAB/Unitau-SP), Gustavo Nogacz (EC Pinheiros-SP), Jonathan Fernandes da Silva (Taubaté/FAB/Unitau-SP), Leonardo Marcelo Comerlatto (Taubaté/FAB/Unitau-SP), Paulo Vinícius Oliveira Cândido (FC Porto-Portugal) e Pedro Augusto Mota Teles (ASHb/Sorriso-MT).
Central – Marcos Vinnycius Freire Guimarães (Sport Recife/Uninassau-PE) e Matheus Lucas Gerhardt (ASHb/Sorriso-MT).
Pontas – Allefer Higor Bellan (Aceu/Univali/FMEBC-SC), Guilherme Miguel Laranjeiro Torriani (Taubaté/FAB/Unitau-SP), Leandro Alves Monte da Silva (EC Pinheiros-SP) e Ronaldo Catarino Júnior (Vegus/Guarulhos-SP).
Pivôs – Carlos Eduardo dos Santos Júnior (Campos/Flamengo-RJ) e Edney Silva Oliveira (Maringá-PR).
Técnico: Washington Nunes
Assistente técnico: Drean Dutra
Supervisor: Cássio Marques
Fisioterapeuta: Gustavo Barbosa
Chefe de equipe: Marcus Oliveira (Tatá)
15/04, às 18h – Brasil x México
16/04, às 14h – Costa Rica x Brasil
17/04, às 18h – Brasil x EUA
18/04, às 16h – Parguai x Brasil
19/04, às 20h – Brasil x Chile
*horário de Brasília = horário de Santiago

Atlético Nacional 0-2 Botafogo: a alegria de quem está fazendo história

Há 44 anos, o Glorioso conquistava sua última vitória fora de casa pela Libertadores. Lá, no distante ano de 1973, o Alvinegro foi a Mondevidéu derrotar o Nacional. O gol da vitória foi marcado por ninguém menos que Jairzinho, nosso eterno ídolo, o Furacão da Copa.

Eis que, quase meio século depois, nosso marcante camisa 7 emprestou seu DNA para continuarmos nossa história. Seu filho, Jair Ventura, foi fundamental para vencermos outro Nacional – desta vez, o Atlético, da Colômbia. O trabalho do nosso técnico é excelente e faz o torcedor sonhar altíssimo.

Em campo, o Fogão fez um primeiro tempo de manual. Segurou o ímpeto inicial dos verdolagas e, aos poucos, ganhou espaço no campo ofensivo. No momento certo, deu o bote e conseguiu o primeiro gol. O padrão tático e a entrega da equipe voltaram a ficar em evidência numa partida decisiva.

O segundo tempo, como todo bom botafoguense já esperava, não foi tão “tranquilo” assim. Perdemos Pimpão – mais uma lesão muscular -, o time cansou e o adversário veio pra cima. Jogando no limite, o Alvinegro foi apertado em seu campo de defesa e não conseguia aproveitar contra-ataques.

Conforme o jogo ia ficando tenso, eu suava frio, tremia e cronometrava quantos minutos faltavam pro apito final. O Botafogo de anos atrás certamente teria deixado essa vitória escapar entre os dedos – mas o Botafogo atual, não. Tanto que o nervosismo do pré-jogo era de ansiedade, não de medo – como, infelizmente, nos acostumamos depois de tantos fracassos recentes.

O time foi valente durante todo o tempo. Alguns jogadores, visivelmente exaustos, tiravam gás do sobrenatural. Talvez Garrincha, Nilton Santos e Heleno de Freitas tenham chegado ao consenso de que, sim, está na hora de sermos felizes. Esse grupo aguerrido não teme a ninguém, faz as deficiências virarem pó e encaram cada dividida como se fosse a última. Bom pra nós.

Quando todo o estádio já aceitava a nossa vitória, o golpe de misericórdia: Guilherme, que conseguiu me deixar rouco em cerca de meia hora, enfim me fez gritar por um bom motivo. Dois a zero no placar. Por mim, por você, por Jairzinho e Jair Ventura. Por tudo o que passamos nos últimos 4 anos. É hora de exorcizar nossos demônios e fantasmas. A América está nos esperando.

O Glorioso venceu, fora de casa, o atual campeão da Libertadores. Junto ao Barcelona de Guaiaquil, abriu seis pontos de vantagem sobre Atlético e Estudiantes. Com essa garra e essa aplicação tática, estamos muito perto de carimbar o passaporte para as oitavas de final, eliminando mais dois times muito tradicionais.

Com a alegria que sinto agora, parece que nunca mais irei dormir. Mas, se for pra permanecer acordado até o próximo jogo da Copa, tudo bem. Nada tem sido mais especial pra nós do que o que ocorre dentro dos 90 minutos. Que essa equipe incrível possa descansar bastante para a guerra seguinte. Próxima parada: Equador.

Ah, é verdade, temos uma “final” no meio do caminho. Boa sorte aos nossos reservas – repetindo a boa atuação contra o Fluzinho, temos todas as condições de levantar essa taça e colocar mais um milhãozinho no bolso.

Saudações Alvinegras!

Notas

 

Gatito Fernández: 7
Nas poucas vezes em que foi exigido, cumpriu muito bem o seu papel.

 

Emerson Santos: 8
Surpresa na escalação, fez, talvez, a sua melhor partida pelo Botafogo. Excelente na marcação, fechou bem a lateral e mostrou qualidade e tranquilidade na saída de bola. Que isso sirva para acalmar os ânimos e renovar seu contrato.

 

Joel Carli: 7,5
Novamente, elevou o patamar de todo o nosso setor defensivo. Organiza a primeira linha de quatro e exerce muito bem sua liderança natural.

 

Emerson Silva: 8
Continua mantendo o nível lá em cima. De um zagueiro nota 6, vem se tornando peça importante no time titular. Cortou todas por cima e por baixo, mostrando muita segurança.

 

Victor Luis: 7,5
É raro vê-lo jogando mal. Fechou com sabedoria a defesa, mesmo sem cobertura em alguns momentos. Só subiu ao ataque na boa. Compra ele, Botafogo, nunca te pedi nada!

 

Rodrigo Lindoso: 7
Importante taticamente, fechou espaços na marcação. Na saída de bola, deixou a desejar errando muitos passes.

 

João Paulo: 8,5
Difícil eleger um só, mas foi o melhor em campo na minha opinião. Marcou muito, organizou a saída de bola e manteve a tranquilidade do time, sempre com a bola no chão. Linda assistência para o 1º gol. Entrou de vez na briga pela vaga – voltando o esquema pra 3 volantes.

 

Bruno Silva: 8
Outro que teve excelente atuação. Correu absurdos, marcou demais e apareceu no ataque. Cansou no fim do jogo, deixando alguns espaços pela direita, mas nada que comprometesse o time.

 

Camilo: 7
Vinha tendo atuação fraca, errando muitas jogadas, mas foi decisivo ao fazer um gol importantíssimo. Que a volta às redes faça bem ao seu futebol.

 

Rodrigo Pimpão: 7
Abaixo do ótimo nível habitual. Não recompôs com o meio em alguns momentos e não conseguiu a eficiência de sempre no ataque. Espero que a lesão não seja grave.

 

Roger: 7,5
Importante para segurar o jogo lá na frente, principalmente no 1º tempo. Lutou com a zaga, ajudou na organização e até na marcação. Também foi possível vê-lo orientando o meio-campo, o que mostra boa leitura de jogo.

 

Guilherme: 6,5
Entrou na vaga de Pimpão e fazia péssima partida, errando passes e dribles demais – inclusive tentando dar chapéu na entrada da área. No entanto, sua estrela brilhou e fez um lindo gol que liquidou a partida. Precisa ser mais responsável.

 

Fernandes: 6
Entrou na vaga de Camilo para reforçar o meio e teve atuação confusa. Ocupou espaços e auxiliou Victor Luis, mas se embolou com a bola e fez faltas bobas. Parece ter sentido o peso da responsabilidade.

 

Sassá: sem nota
Com o time muito recuado, não conseguiu ser acionado uma vez sequer para contra-ataque.

 

Jair Ventura: 10
Não tem outra nota que não seja a máxima para este homem. Tem o elenco cada vez mais nas mãos o joga o nível de competitividade lá em cima. Carrega o DNA vitorioso de seu pai e mostra não ter limites. Esquema tático muito bem definido, com jogadores sabendo o que fazer com e sem a bola. Defesa sólida. Contra-ataque rápido. Com o material humano que tem, faz trabalho incrível.

Conheça alguns Times de Codó nos anos 80

Codó tem uma população que ama futebol,temos grandes craques que ja vestiram as camisa de grandes clubes brasileiro e no exterior.

Vasco da Gama em Codó 1987

Temos um dos melhores estadios do maranhão onde ja tivemos o prazer de receber o Flamengo em 1986, vasco da gama em 1987 e o jogo pelo Campeonato Brasileiro da Serie C entre Sampaio Correa e Paysandu em 2009, no mesmo ano tivemos tambem pelo mesmo campeonato outra partida do Sampaio Correa dessa vez contra a equipe do Rio Branco em que o Sampio goleou por 4X2.

Fotos: Helcio Costa

Flamengo do Rio em Codó em 1986

Jogador Geovane do Vasco

Sampaio Correa e Paysandu

Sampaio Correa e Rio Branco