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Botafogo perde a primeira e complica situação na Libertadores

Deu tudo errado para o Botafogo. O Alvinegro de General Severiano foi derrotado pelo Barcelona, do Equador, por 2 a 0, em partida disputada na noite desta terça-feira, no estádio Nilton Santos. O resultado manteve o time carioca na segunda posição do Grupo 1 da Libertadores com sete pontos ganhos, enquanto o Barcelona chegou aos dez pontos e, beneficiado pelo outro resultado da chave, já garantiu a classificação para a próxima fase.

Foi a primeira derrota sofrida pelo time dirigido por Jair Ventura na competição e o resultado refletiu o desempenho da equipe carioca. Com falhas na defesa e um ataque ineficiente, o Fogão ainda sofreu com lesões durante o jogo e não conseguiu se impor em momento nenhum. O Barcelona soube aproveitar os erros do adversário e usou da velocidade para alcançar o seu objetivo, definindo o resultado no primeiro tempo.

Na próxima rodada, o time carioca vai receber o Atlético Nacional, enquanto o Barcelona vai receber o Estudiantes.

O jogo – Apoiado por uma grande torcida, o Botafogo tentou partir para o ataque, com lançamentos para Sassá e Guilherme, mas o Barcelona se mostrava bem postado em campo e tentava chegar na área carioca através de toques rápidos. Aos seis minutos, o Barcelona marcou o primeiro gol: Ayovi foi lançado pela esquerda, se livrou de Joel Carli e tocou entre as pernas de Gatito Fernandes.

Abalado com o gol, o Botafogo encontrou dificuldades para se organizar ofensivamente. Aos 11 minutos, o time de General Severiano desperdiçou uma ótima oportunidade para empatar quando Emerson Santos, inteiramente livre na área, cabeceou por cima do travessão.

Depois de estabelecer a vantagem, o time equatoriano passou a marcar o Botafogo no campo adversário, reduzindo os espaços do time alvinegro e saindo sempre em velocidade. Só aos 16 minutos é que o Botafogo voltou a aparecer no ataque com um chute de Camilo que desviou na zaga e assustou o goleiro Banguera.

Aos 19 minutos, Guilherme recebeu ótimo lançamento, entrou na área, mas se atrapalhou e acabou desarmado por Valencia. Aos 23, o Barcelona ampliou. Após lançamento longo, Jonatan Álvez ganhou de Emerson Silva e se aproveitou da saída estabanada de Gatito Fernandez para ficar com a bola, livre na pequena área, e chutar para as redes.

Sem outra alternativa, o time dirigido por Jair Ventura se lançou ao ataque e Guilherme tentou de fora da área, aos 28 minutos, e a bola passou perto do travessão. Logo depois, Sassá recebeu na área e foi bloqueado por Arreaga na hora da conclusão. Aos 33, o goleiro Banguera, de forma esquisita, conseguiu desviar um chute perigoso de Guilherme.

A resposta do Barcelona quase levou o Botafogo a sofrer o terceiro gol. Após arrancada do Ayovi pela esquerda, a bola foi tocada para Álvez que tentou colocar e tirou tinta da trave esquerda. O Botafogo não desistiu e João Paulo mandou uma bomba que Banguera defendeu parcialmente e a zaga aliviou.

A partida era aberta e, aos 36 minutos, um erro de passe do volante Airton quase ia proporcionando o terceiro gol da equipe do Equador, mas Emerson Silva salvou em cima da linha, o chute de Valencia.

Aos 41 minutos, Victor Luiz arrancou pela esquerda e cruzou para a entrada de Sassá, mas Banguera se antecipou e ficou com a bola.

O Botafogo voltou para o segundo tempo com duas mudanças, ambas provocadas por lesões. O zagueiro Emerson Silva e o meia Camilo foram substituídos , respectivamente, por Marcelo e Roger.

Logo no primeiro minuto, o Barcelona deu um grande susto na torcida. Calderón bateu de longe e a bola explodiu no travessão defendido por Gatito Fernandez. O Botafogo respondeu com um cruzamento de Victor Luis que Rodrigo Pimpão cabeceou por cima da trave.

O time alvinegro mostrava muito nervosismo e errava muito para irritação da torcida. O Barcelona, mais defensivo, jogava no erro do adversário. Aos 21 minutos, o Botafogo desperdiçou outra grande chance para marcar o primeiro gol. Pimpão achou Roger na área e o atacante chutou em cima do goleiro Banguera. Logo depois, o mesmo Roger recebeu cruzamento na área e cabeceou para fora.

A pressão brasileira continuava e aos 36 minutos, Carli cabeceou um cruzamento e a bola sobrou para Sassá que chutou em cima de Banguera. O goleiro equatoriano deu rebote e Sassá atrapalhou Guilherme que chegava para concluir. O Botafogo ainda pressionou até o fim, mas não conseguiu modificar o resultado. Apesar da derrota, a equipe saiu aplaudida de campo.

FICHA TÉCNICA

BOTAFOGO-BRA 0 X 2 BARCELONA DE GUAYAQUIL-EQU

Local : estádio Nilton Santos, no Rio de Janeiro (RJ)

Data : 2 de maio de 2017, terça-feira

Hora : 21h45 (de Brasília)

Árbitro : Mario Diaz de Vivar (PAR)

Assistentes : Malciades Saldivar e Carlos Cáceres(PAR)

Cartão Amarelo : Airton, Marcelo, Rodrigo Pimpão(Bota); Calderón, Pineida(Bar)

Gols : Ayovi, aos seis minutos e Jonatan Álvez, aos 23 minutos do primeiro tempo

BOTAFOGO : Gatito Fernández; Emerson Santos, Joel Carli, Emerson Silva(Marcelo) e Victor Luís; Airton(Fernandes), João Paulo e Camilo(Roger); Guilherme, Rodrigo Pimpão e Sassá

Técnico : Jair Ventura

BARCELONA : Banguera; Pedro Velasco, Aimar, Arreaga e Pineida; Gabriel Marques, Calderón(Segundo Castillo), Valencia(Erick Castillo) e Alemán(Ariel); Jonatan Álvez e Ayovi

Técnico : Guillermo Almada

Quais são os maiores vice-campeões dos campeonatos estaduais?

SÃO PAULO
Palmeiras – 25 vezes
Dono de 22 títulos, o alviverde não é o único time paulista com mais vices que campeonatos: o São Paulo ficou em segundo 23 vezes e tem 21 troféus. A última final perdida foi em 2015 para o Santos.
RIO DE JANEIRO
Flamengo-31 vezes
O maior campeão carioca também é o maior vice. O Vasco vem logo atrás, com 24 segundos lugares. Em 2013, o Flamengo ficou atrás do Botafogo, mas não jogou a final .
MINAS GERAIS
Atlético-MG – 36 vezes
O Galo tem 43 títulos do Campeonato Mineiro contra 36 do rival Cruzeiro, mas também lidera em número de vices.
RIO GRANDE DO SUL
Grêmio – 27 vezes
Sem vencer o Gauchão desde 2010, o tricolor foi vice-campeão três vezes nesta década: 2011, 2014 e 2015.
BAHIA
Vitória – 24 vezes
Dono de 28 títulos, o Leão disputa a final deste ano contra o rival Bahia, que foi 46 vezes campeão e 21 vezes vice.
PERNAMBUCO
Náutico – 32 vezes.
O time dos Aflitos, campeão 21 vezes, é seguido de perto pelo Santa Cruz, com 30 vices e 29 títulos.
CEARÁ
Fortaleza – 25 vezes.
A briga é acirrada no Campeonato Cearense: o Fortaleza tem 41 títulos e 25 vices, enquanto o rival Ceará tem 43 títulos e 22 vices.
PARANÁ
Coritiba – 21 vezes
O Coxa supera o rival Atlético-PR tanto em número de títulos (37 a 23) quanto em vices (21 a 18).
SANTA CATARINA
Criciúma – 10 vezes.
O Tigre venceu o mesmo número de finais que perdeu, e pode ser alcançado neste ano pelo Avaí, que tem 9 vices e vai disputar a final contra a Chapecoense.
GOIÁS
Goiás- 22 vezes.
Maior campeão goiano com 26 títulos, o Esmeraldino também é o maior vice, seguido pelo Atlético-GO, com 18 derrotas e 13 vitórias em finais.
PARÁ
Paysandu – 38 vezes
O Papão é seguido de perto pelo Remo, com 33 vices. Na contagem de títulos, o Paysandu supera o rival por 46 a 44.
RIO GRANDE DO NORTE
América- 40 vezes
O América-RN tem o maior número de vice-campeonatos entre todos os estaduais do país. Em 2016, perdeu a final para o rival ABC.
Fonte: UOL

Palmeirenses falam em emboscada: “Os jogadores iriam morrer lá”

A confusão após o apito final no jogo entre Palmeiras e Peñarol poderia ter sido ainda pior. Após o desentendimento entre os atletas em campo, funcionários do estádio fecharam os portões que levavam ao vestiário, e os jogadores do Verdão ficaram presos em campo.

“Esperamos que a Conmebol tome providências. O Palmeiras veio jogar futebol. Jogamos e ganhamos em campo. Se o Palmeiras não traz 20 seguranças, teríamos uma tragédia aqui hoje. Os portões foram fechados. Agora o presidente do Peñarol conversou comigo, o pessoal da Conmebol, que os portões foram fechados por questão de segurança. Os jogadores iam morrer lá dentro, virou campo de guerra! Esperamos que a Conmebol seja mais rigorosa, que tenha policiamento”, afirmou o presidente Maurício Galiotte.

Em campo, Felipe Melo chegou a trocar socos com o Mier, jogador uruguaio que estava no banco de reservas. O diretor de futebol Alexandre Mattos explicou a ação do volante e repudiou os acontecimentos.

“Estava muito claro que se a gente conseguisse a vitória, iria ter esse vandalismo. Temos que parar de falar que isso é Libertadores, porque não é, isso é MMA, é outra coisa. O que tentaram fazer com o Felipe Melo, se ele não se defende… O Prass está sangrando, o Willian está machucado. Tomara que a Conmebol, que tem um presidente que parece diferente, faça alguma coisa. A gente espera que realmente ele seja diferente e puna quem tem de punir. Fica aqui a nossa lamentação e um pedido para a Conmebol tomar uma providência. Isso acaba com o futebol sul-americano”, disse o diretor.

O técnico Eduardo Baptista também repudiou os acontecimento e foi além. Para o treinador, todo o entrevero foi premeditado pelo uruguaios, e o comandante também defendeu o volante Felipe Melo.

“Eu tenho uma admiração grande pelo Peñarol, mas foi premeditada essa confusão, e poderia ter sido muito pior. Fecharam os portões, não deixaram a gente sair. O Felipe Melo não provocou, eles que foram para cima do Felipe. Tentamos sair e eles impediram. É lamentável. A gente veio aqui para jogar futebol, jogamos futebol”, completou o técnico, após o triunfo por 3 a 2.

 

Palmeirenses detonam emboscada do Peñarol e detalham briga após jogo

Após a vitória de virada por 3 a 2 do Palmeiras sobre o Peñarol, jogadores dos dois times se envolveram em uma confusão ainda no gramado do Estádio Campeón del Siglo, em Montevidéu (URU). Atletas da equipe uruguaia foram para cima de Felipe Melo, que acertou socos em Matías Mier e foi encurralado, mas conseguiu ir para o vestiário sem ser agredido. Por outro lado, Fernando Prass e Willian saíram de campo com machucados no rosto. Os palmeirenses reclamaram de uma emboscada, já que os portões foram fechados para que eles não conseguissem ir para o vestiário.

– Eu pensei em proteger o Felipe Melo, porque era alvo deles. A nossa ideia era ir para o canto em que estava a nossa torcida, para pelo menos proteger as costas e ficar de frente para eles. Teve até um jornalista que estava com um tripé agredindo a gente. Esperávamos sair da confusão, mas fecharam o portão, não deixaram os seguranças entrarem. Foi tudo orquestrado – relatou o goleiro Fernando Prass.

– Só não ficou pior pela nossa postura. A gente se defendeu, óbvio. Você não vai ficar parado, você se defende. Alguns policiais estavam ali no meio, mas na minha opinião poucos para uma partida dessa e para um lugar que já tem histórico de confusões – acrescentou o goleiro, que também ironizou Nantez, capitão do Peñarol que o agrediu em uma “covardia”, e disse que seria o “cúmulo do absurdo da inversão de valores” uma punição a Felipe Melo.

Não foram apenas os jogadores que detalharam a confusão. O presidente do Palmeiras, Maurício Galiotte, e o diretor de futebol Alexandre Mattos também falaram em “emboscada” do Peñarol. Os dirigentes ainda cobraram uma atitude da Conmebol.

– Esperamos que a Conmebol tome providências. O Palmeiras veio jogar futebol. Jogamos futebol e ganhamos o jogo. Se o Palmeiras não traz 20 seguranças, teríamos uma tragédia aqui hoje. Os portões foram fechados. Agora o presidente o Peñarol conversou comigo, o pessoal da Conmebol, que os portões foram fechados por questão de segurança. Os jogadores iam morre lá dentro, virou campo de guerra! Esperamos que a Conmebol seja mais rigorosa, que tenha policiamento – condenou Maurício Galiotte, que teve o coro reforçado pelo diretor de futebol Alexandre Mattos.

– Tem que acabar com essa história que Libertadores é isso. É um campeonato profissional, que paga muito. O que foi feito aqui foi uma tocaia. Sabíamos disso, por isso trouxemos 20 seguranças. Fica aqui até o agradecimento à equipe. Sei que vão mostrar o Felipe se defendendo, mas se ele não se protege virando a mão ali ia acontecer uma tragédia. Eles acharam que era MMA e virou essa palhaçada. Esse presidente da Conmebol parece ser um cara muito sério, e a gente pede para ele acabar esse tipo de situação. Falei para os jogadores: “acabou o jogo, se estiver ganhando, sai logo”. Mas o portão estava fechado – disse Mattos.

Além da briga em campo, também houve confusão na arquibancada. Torcedores do Peñarol tentaram invadir o espaço destinado aos palmeirenses, que conseguiram segurar o portão. Funcionários de segurança apenas assistiam ao tumulto, e o policiamento demorou muito a chegar.

 

Cruzeiro perde jogo de volta, mas elimina São Paulo e avança na Copa do Brasil

O Cruzeiro passou grande sufoco diante do São Paulo, mas conseguiu a classificação para as oitavas de final da Copa do Brasil. Depois de fazer primeiro tempo apagado e levar 1 a 0, o clube celeste empatou na etapa final e deu indícios de que poderia até conseguir a virada na noite desta quarta-feira, no Mineirão, pelo jogo de volta da quarta fase. Só que o Tricolor não se entregou e voltou a ficar à frente no placar: 2 a 1. O resultado, mantido até o final, foi suficiente para a vaga da Raposa, que venceu o duelo de ida por 2 a 0, quinta-feira passada, no Morumbi.

O sorteio da próxima etapa da competição nacional acontecerá nesta quinta-feira, às 12h, na sede da CBF, no Rio de Janeiro. A Raposa só poderá enfrentar um dos representantes do Brasil na Copa Libertadores.

O ponto negativo é a perda da invencibilidade em 2017. Foi o primeiro tropeço cruzeirense na 23ª partida da temporada. Agora, a equipe de Mano Menezes registra 17 vitórias, cinco empates e uma derrota.

No próximo domingo, às 18h, o Cruzeiro recebe o América no Mineirão pelo jogo de volta das semifinais do Campeonato Mineiro. Vice-líder da primeira fase, o time azul precisa de um empate para avançar à decisão, já que o duelo de ida, no Independência, também terminou empatado (1 a 1).

Apagão no primeiro tempo

A vantagem de dois gols construída pelo Cruzeiro no jogo de ida foi boa, mas não significava que o time poderia entrar sonolento no reencontro com o São Paulo. Às vésperas da partida, os jogadores repetiram incessantemente em entrevistas coletivas que, numa decisão de 180 minutos, era preciso ficar ligado o tempo inteiro. Isso, entretanto, não aconteceu.

A Raposa se assustou com a postura ofensiva de um São Paulo modificado pelo técnico Rogério Ceni. As novidades em relação ao revés por 2 a 0, no Morumbi, foram as presenças do lateral-direito Bruno, dos volantes Wesley e João Schmidt, do meia Cueva e do atacante Moratto. O time paulista adiantou a linha de marcação e pressionou a saída de bola do Cruzeiro, que por vezes bateu cabeça na troca de passes em seu campo de defesa.

A ousadia são-paulina resultou em apuros para o Cruzeiro. Aos 10min, Lucas Pratto ajeitou de calcanhar para Cueva, que, nas costas de Mayke, apareceu livre diante do goleiro Rafael. O peruano acabou concluindo a jogada para fora, desperdiçando chance incrível. Quatro minutos depois não teve perdão. Em cruzamento de Moratto, Pratto cabeceou no canto direito, abriu o placar no Mineirão e se redimiu do gol contra marcado no confronto em São Paulo: 1 a 0.

Nem as constantes broncas do técnico Mano Menezes acordaram os jogadores do Cruzeiro. Recuado, o time celeste tinha dificuldade em recuperar a posse de bola. Quando o fazia, era presa fácil para a marcação adversária. Já o São Paulo seguia perigoso. Aos 30min, Pratto se aproveitou de falha da defesa celeste e bateu forte, no alto. Rafael tocou com a ponta dos dedos na redonda, que ainda carimbou o poste direito. O Mineirão se calou por alguns segundos, tamanho foi o susto para os torcedores azuis.

O Cruzeiro só mostrou lampejo na reta final da etapa inicial, em jogadas de Arrascaeta. Na primeira, aos 36min, ele deixou Rodrigo Caio na saudade e encontrou Thiago Neves na grande área. Maicon esticou o pé e evitou o gol de empate. Aos 37min, o uruguaio pegou de primeira a bola cruzada por Rafael Sobis e mandou por cima da meta de Renan Ribeiro. No mais, muitos equívocos. Quem se salvou foi o volante Hudson, firme na marcação e nos desarmes.

Gol à la Geovanni e sufoco no fim

No segundo tempo, Mano Menezes foi obrigado a fazer modificação logo aos 11 minutos: Manoel, machucado, deu lugar a Kunty Caicedo. Naquela altura, a Raposa continuava com problemas para criar jogadas, embora não fosse ameaçada pelo Tricolor da mesma forma que na etapa inicial.

O cenário mudou aos 14min. E quem diria, numa cobrança de falta! Sim, a jogada que consagrou o ex-meia Geovanni, há 17 anos, na decisão da Copa do Brasil. Até o lance que originou a infração foi semelhante: num chutão despretensioso de Mayke, Rodrigo Caio perdeu o tempo de bola do mesmo jeito que o ex-zagueiro Rogério Pinheiro. Restou ao são-paulino puxar Arrascaeta pela camisa. A diferença é que quem sofreu a falta ficou apenas de espectador no momento da cobrança. Thiago Neves se encarregou da batida. E chutou forte, ao estilo Geovanni em 2000. Não é que funcionou? A redonda desviou na barreira e enganou Renan Ribeiro. Festa da multidão azul – com a bênção do herói do tricampeonato, que, aposentado do futebol desde 2013, esteve no Mineirão para acompanhar a partida: 1 a 1.

Nada como um gol para inflamar o astral da torcida. A partir do empate, o público gritou ainda mais alto. Comemorou cada carrinho, cada drible, cada falta sofrida. E os jogadores entenderam o recado. De uma atuação monótona no primeiro tempo, o Cruzeiro ficou elétrico na etapa complementar. Diogo Barbosa, aos 23min, recebeu passe de Thiago Neves e chutou para fora. Rafinha também foi acionado pelo camisa 30, mas bateu fraco nas mãos de Renan Ribeiro.

Quando o Cruzeiro parecia ter se encontrado no jogo, um erro da defesa celeste permitiu ao São Paulo sonhar com a classificação. Em bate-rebate na grande área, Caicedo não conseguiu cortar, e Gilberto, em posição de impedimento, recolocou o Tricolor em vantagem: 2 a 1. Na reta final, o confronto foi lá e cá, porém o placar permaneceu em 2 a 1, resultado necessário para a equipe celeste continuar na Copa do Brasil e brigar pelo pentacampeonato.

CRUZEIRO 1X2 SÃO PAULO

CRUZEIRO
Rafael; Mayke (Henrique, aos 39min do 2ºT), Leo, Manoel (Caicedo, aos 11min do 2ºT) e Diogo Barbosa; Hudson, Ariel Cabral, Rafinha e Thiago Neves; Arrascaeta (Alisson, aos 36min do 2ºT) e Rafael Sobis. Técnico: Mano Menezes

SÃO PAULO
Renan Ribeiro; Bruno (Jucilei, aos 21min do 1ºT), Maicon, Rodrigo Caio e Júnior Tavares; João Schmidt, Wesley, Cícero (Gilberto, aos 21min do 2ºT) e Cueva (Thomaz, aos 20min do 2ºT); Moratto e Lucas Pratto. Técnico: Rogério Ceni

Gols: Thiago Neves, aos 14min do 2ºT (CRU); Lucas Pratto, aos 14min do 1ºT, Gilberto, aos 33mn do 2ºT (SPFC)
Cartões amarelos: Junior Tavares, aos 27min do 1ºT. Rodrigo Caio, aos 13min, Wesley, aos 26min do 2ºT (SPFC)
Motivo: jogo de volta da segunda fase da Copa do Brasil
Estádio: Mineirão
Data: quarta-feira, 19 de abril
Árbitro: Wilton Pereira Sampaio (Fifa/GO)
Assistentes: Fabrício Vilarinho da Silva (Fifa/GO) e Bruno Raphael Pires (Fifa/GO)

Pagantes: 32.353
Presentes: 36.192
Renda: R$ 1.105.337,00

Jogador Codoense assina contrato com Palmeiras de São Paulo

Ontem nossa redação entrou em contato com o jovem codoense Neto Delgado que assinou contrato de 3 meses com o time do Palestra Itália.

Neto que já atuou em duas copas Junior São Paulo, sendo a primeira pelo Goiânia e esse ano pelo São Carlos onde teve uma ótima apresentação que fez com que o Palmeiras lhe contratasse.

Em entrevista Neto nos revelou que é um sonho jogar pela o time do Palestra Italia e hoje esta realizando esse sonho.

veja algumas perguntas feitas ao jogador.

JEFERSON ABREU: Quantos meses ?
Neto Delgado: Inicialmente 3 meses
Neto Delgado: Dependendo do meu rendimento eles renovam ou compram
JEFERSON ABREU: Como vc se sente hoje está assinando com o Palmeiras ?
Neto Delgado: Muito feliz pois era um sonho chegar em um time grande
JEFERSON ABREU: Sabemos que a cobrança e grande quando se está em um grande club como o Palmeiras .Você está preparado para essa cobrança?
Neto Delgado: Sim estou preparado , pois é com cobranças que se criam as responsabilidades consequentemente fazendo com que o rendimento dentro de campo Seja com sucesso
Neto Delgado: Obs : estou no sub 20 ainda
JEFERSON ABREU: Sabemos que Codó é um celeiro de talento ,aqui já tivemos o Jackson que passou pelo Palmeiras onde foi campeão dá Libertadores. Qual o recado  que vc deixa para os jovens codoenses ?
Neto Delgado: trabalhe duro , nao desista dos seus sonhos e tenha fe você não sabe o dia de amanhã
JEFERSON ABREU: Meu amigo boa sorte nessa sua nova fase que Deus continue te abençoando um abraço de todos do Codó notícias

A cidade de Codó é um celeiro em revelar talentos para o Futebol mundial exemplos:

Fausto jogou na Vasco,Seleção Brasileira ,Bacelona e outras equipes.

França jogou no São Paulo

Jackson,Palmeiras,Sport,Cruzeiro e outras equipes fora outras craques que nossa cidade ja revelou.

Nome: Antonio Pereira da Silva Neto

Posição: Lateral Esquerdo

Nome da Mãe: Jeane Delgado Silva

data de nascimento:30/09/98

Cidade de Nascimento: Codó

Com 1º tempo irretocável, Ponte faz 3 a 0 no Palmeiras e abre vantagem na semi

Um primeiro tempo irretocável e surpreendente deu à Ponte Preta uma vitória arrasadora em cima do Palmeiras. Os 3 a 0 no estádio Moisés Lucarelli, neste domingo, colocam o time de Campinas (SP) em situação favorável no jogo que decidirá a vaga na final do Campeonato Paulista. Dono da melhor campanha na primeira fase, o clube alviverde precisa ganhar por 4 a 0 no estádio Allianz Parque, em São Paulo, no sábado, para se classificar à decisão.

O resultado mantém um longo tabu a favor da Ponte Preta, que agora soma seis jogos sem perder para o Palmeiras – são quatro vitórias e dois empates. A última vez que o time alviverde superou o campineiro foi em julho de 2015. Neste domingo, a equipe do técnico Eduardo Baptista sequer chegou perto de quebrar esse jejum.

O gol logo aos 38 segundos não foi obra do acaso ou sorte. A Ponte Preta jogou o primeiro tempo inteiro da mesma maneira. Aliou a forte (e às vezes desleal) marcação com a velocidade de seus jogadores de ataque. O trio formado por Lucca, William Pottker e Clayson desmontou o sistema defensivo do Palmeiras, em especial o lado esquerdo.

Felipe Melo e Tchê Tchê não deram a sustentação necessária aos laterais Zé Roberto e Jean. O resultado disso é que o goleiro Fernando Prass foi bombardeado do início ao fim da primeira etapa: ele fez duas defesas antes de sofrer o primeiro gol marcado por William Pottker e não teve nenhuma chance diante de Lucca e Jeferson, os autores dos outros dois gols da Ponte Preta.

Se a Ponte Preta fez três gols em 45 minutos (e poderia ter feito mais), o Palmeiras mal chegou à área do goleiro Aranha. De concreto, houve apenas uma chance clara, em uma cabeçada do colombiano Borja. É muito pouco para o time considerado favorito ao título. “Não temos o que falar, a Ponte comeu a gente”, disse um sensato Felipe Melo no intervalo. Ele estava certo, porém Eduardo Baptista deveria ter ao menos tentado consertar a sua equipe na etapa inicial.

As mudanças vieram apenas no segundo tempo. Primeiro com Michel Bastos no lugar de um apático Guerra. Depois com Alecsandro na vaga de Borja. O estrago já estava feito. O Palmeiras não conseguia pressionar o rival a ponto de diminuir o placar. E para piorar corria sério risco de sofrer o quarto gol, o que praticamente enterraria as chances de chegar à final.

O panorama do jogo mudou na última meia hora porque a Ponte Preta diminuiu o ritmo, já satisfeita com o resultado obtido no primeiro tempo. Cansado, o Palmeiras estava entregue. A vitória dura diante do Peñarol no meio de semana teve reflexos em Campinas.

PONTE PRETA 3 x 0 PALMEIRAS

PONTE PRETA – Aranha; Jeferson, Marllon, Yago e Reynaldo (Arthur); Fernando Bob, Elton e Jadson (Wendel); Lucca, William Pottker e Clayson (Lins). Técnico: Gilson Kleina.

PALMEIRAS – Fernando Prass; Jean, Edu Dracena, Mina e Zé Roberto; Felipe Melo, Tchê Tchê e Guerra (Michel Bastos); Willian (Roger Guedes), Borja (Alecsandro) e Dudu. Técnico: Eduardo Baptista.

GOLS – William Pottker, aos 38 segundos, Lucca, aos 7, e Jeferson, aos 33 minutos do primeiro tempo.

ÁRBITRO – Marcelo Aparecido Ribeiro Souza.

CARTÕES AMARELOS – Jadson, Jeferson, Fernando Bob e Reynaldo (Ponte Preta); Thiago Santos (do banco de reservas), Borja e Mina (Palmeiras).

RENDA – R$ 376.645,00.

PÚBLICO – 12.843 pagantes (13.706 no total).

LOCAL – Estádio Moisés Lucarelli, em Campinas (SP).

Taça Rio é do Vasco: boa conquista ou obrigação?

Não é muito complicado encontrar argumentos para desmerecer a conquista da Taça Rio pelo Vasco, depois da vitória por 2 a 0 sobre o Botafogo.

Dirão que vencer o turno não tem a menor serventia para o campeonato, e é verdade.
Dirão que o Botafogo jogou com um time de reservas/juniores, o que também é verdade.
Dirão que o Vasco penou para vencer esse mistão alvinegro e que por pouco não precisou decidir a parada nas penalidades. Isso também é verdade.

Mas essas são apenas parte da verdade.

Vencer a Taça Rio também rendeu uma graninha para o clube.
Também deu mais moral para o time, que chegará à semifinal do Estadual contra o Flu com mais confiança.
Foi a primeira vitória do Vasco sobre um time da Série A esse ano, o que tira um peso das costas do elenco e do treinador.
Não apenas vencemos um clássico, vencemos um clássico com propriedade, jogando melhor durante boa parte do jogo, contra um adversário que, mesmo desfalcado, deu algum trabalho (e daria para qualquer outro dos grandes) porque queria e precisava mostrar serviço.
E, mais importante de tudo, o Vasco venceu mostrando que evoluiu. Ao longo da partida, vi vascaínos reclamando que o time não tem conjunto e depende de lampejos individuais. Esses, ignoram que a evidente melhora defensiva do time é uma prova que o coletivo está melhor e que se um ou outro jogador consegue se destacar ofensivamente, boa parte da responsabilidade disso vem da liberdade que o time oferece para esses jogadores.

É verdade que a vitória sobre o Botafogo e a conquista da Taça Rio não são uma garantia de que conquistaremos o tricampeonato nem mesmo de que não teremos problemas no Brasileiro. Mas se concentrar apenas nisso e ignorar que o time teve uma atuação segura e que isso é sim um bom motivo para comemorar é se apegar a uma implicância sem sentido diante do atual momento do time. O Vasco não fez mais que sua obrigação vencendo os reservas do Botafogo? Pode ser. Mas alguém teria motivos para elogiar o time se não tivesse cumprido seu papel?

Quem quiser se apegar às meias verdades e diminuir o feito do Vasco no Engenhão tem todo direito. E como é direito de qualquer um ver a conquista da Taça Rio como o primeiro capítulo de uma nova história para o Vasco nesse Estadual.

Martín Silva – garantiu a vitória com pelo menos duas grandes defesas quando o jogo ainda estava 0 a 0.

Gilberto – tentou equilibrar as subidas ao apoio com a proteção à sua lateral e conseguiu, passando a ser mais presente no ataque após o time ficar em vantagem numérica. Fez alguns bons cruzamentos, mas precisa caprichar mais no fundamento.

Rafael Marques – em mais uma boa atuação, no confronto direto se saiu melhor em praticamente todos os lances.

Rodrigo – jogou com seriedade e se deu bem sobre os atacantes alvinegros. Dessa vez suas provocações acabaram dando resultado: arrumou uma discussão com o zagueiro Marcelo, que levou um amarelo na confusão, sendo expulso no segundo tempo.

Henrique – foi bem na defesa e discreto no ataque. Acabou sacado para a entrada do Wagner, que acertou alguns bons cruzamentos.

Jean – mais uma atuação em que mostrou empenho e firmeza na marcação. Precisa caprichar mais nos passes.

Douglas – com liberdade para jogar, conseguiu ajudar tanto na criação como no combate. Criou boas jogadas e marcou o primeiro gol do time.

Andrezinho – acrescentou muito pouco à criação do time. Deu lugar ao Guilherme Costa, que favorecido pelo maior espaço, conseguiu criar boas jogadas. Deu um ótimo passe para Manga Escobar no lance do segundo gol.

Nenê – não se omitiu no jogo e tentou levar o time ao ataque, mas foi pouco efetivo. Pra não dizer que nada fez, o escanteio que originou o primeiro gol foi cobrado pelo camisa 10.

Yago Pikachu – como todos, mostrou empenho. Mas esteve longe de ser o jogador perigoso de outras partidas. Manga Escobar entrou com o Vasco já com um a mais e deixou o time mais ofensivo, arriscando jogadas individuais pelo lado esquerdo. Deu de presente para o Fabuloso seu primeiro gol pelo Vasco.

Luis Fabiano – deu trabalho à zaga botafoguense e finalizou várias vezes, nenhuma com muito perigo. Teve o esforço recompensado dando números finais ao jogo marcando seu primeiro gol com a armadura cruzmaltina.

Atletas do Univali convocados pra seleção Brasileira de Handebol já embarcaram pra disputar o Pan Americano em Santigo

Time quando foi Campeão Brasileiro Juvenil em Codó em 2016

Dia 15 de abril inicia a primeira competição oficial da Seleção Brasileira de Handebol Masculino em 2017. Trata-se do Pan-Americano da modalidade que irá acontecer em Santiago (Chile). Dos Os 16 atletas que embarcam para o Chile foram definidos após oito dias de treinamentos em Taubaté (SP).Os jogos serão disputados de 15 a 22 de abril.

O Brasil é o atual campeão da competição e, além de defender o titulo, vai em busca de vaga para o Campeonato Mundial da Geórgia, em agosto. Para Washington Nunes, técnico da equipe, o saldo das atividades no interior paulista foi positivo, mas o forte trabalho continua de olho em objetivos ainda maiores.

Partida pelo Juvenil em Codó entre Univali e Hollanda/Codó

As atletas da Handebol Masc Aceu Univali Fmei  que foram convocadas para a competição são: Jogadores Ponta Alifer, Armador Gustavo e o Auxiliar técnico Drean.

A primeira partida do Brasil será neste sábado (15), às 18h (horário de Brasília), contra o México. “Tradicionalmente, a equipe mexicana tem a velocidade como característica e atuam bem no contra-ataque. Eles vão com jogadores muito jovens, então não sabemos se vão jogar um pouco mais baixo ou, se por conta dessa juventude, podem apresentar uma defesa aberta.

Goleiros – Jeroty Rodrigues Carlos (Metodista/ São Bernardo/Besni-SP) e Lucas Pereira dos Santos (São José dos Campos-SP).
Armadores – Guilherme Borges Moraes Silva (Taubaté/FAB/Unitau-SP), Gustavo Nogacz (EC Pinheiros-SP), Jonathan Fernandes da Silva (Taubaté/FAB/Unitau-SP), Leonardo Marcelo Comerlatto (Taubaté/FAB/Unitau-SP), Paulo Vinícius Oliveira Cândido (FC Porto-Portugal) e Pedro Augusto Mota Teles (ASHb/Sorriso-MT).
Central – Marcos Vinnycius Freire Guimarães (Sport Recife/Uninassau-PE) e Matheus Lucas Gerhardt (ASHb/Sorriso-MT).
Pontas – Allefer Higor Bellan (Aceu/Univali/FMEBC-SC), Guilherme Miguel Laranjeiro Torriani (Taubaté/FAB/Unitau-SP), Leandro Alves Monte da Silva (EC Pinheiros-SP) e Ronaldo Catarino Júnior (Vegus/Guarulhos-SP).
Pivôs – Carlos Eduardo dos Santos Júnior (Campos/Flamengo-RJ) e Edney Silva Oliveira (Maringá-PR).
Técnico: Washington Nunes
Assistente técnico: Drean Dutra
Supervisor: Cássio Marques
Fisioterapeuta: Gustavo Barbosa
Chefe de equipe: Marcus Oliveira (Tatá)
15/04, às 18h – Brasil x México
16/04, às 14h – Costa Rica x Brasil
17/04, às 18h – Brasil x EUA
18/04, às 16h – Parguai x Brasil
19/04, às 20h – Brasil x Chile
*horário de Brasília = horário de Santiago