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O mundo está cheio de ódio porque se esqueceu das palavras de Jesus, diz Billy Graham

Em uma mensagem devocional publicada no último sábado (24), o evangelista Billy Graham fez uma análise do cenário em que o mundo se encontra nos dias atuais.

“Enquanto o verdadeiro cristianismo diminuiu, a grosseria e a violência aumentaram. Vizinhos brigam com vizinhos. As agressões são um grande problema nas escolas e as ‘guerras de gangues’ entre adolescentes têm apresentado ameaça séria”, avalia.

“Pais e mães disputam e brigam. Casas estão se desintegrando. Altos funcionários do governo se envolvem em xingamentos e discussões acaloradas, que não estão de acordo com a dignidade do seu cargo”, ele continua.

Por que os atos de selvageria têm penetrado na sociedade? De acordo com Graham, é porque as pessoas se esqueceram das palavras de Jesus, relatada em Mateus 5:5: “Bem-aventurados os mansos, porque eles herdarão a terra”.

“Eu já vi homens resistentes, ásperos e endurecidos abrirem os seus corações pela fé, receberem a Cristo como Salvador se e tornarem tranquilos, pacientes e misericordioso”, comentou o evangelista.

Por fim, Graham fez uma oração por todos os cristãos, pedindo para que em um mundo movido pela raiva, todos pudessem ser “usados para trazer paz em meio aos conflitos”.

A verdade bíblica sobre as festas juninas

As festas juninas estão por toda a parte na cidade e estendem até mesmo pelo mês de julho. Mas por que os evangélicos não participam dessa festa? De onde vem essa tradição que ganhou força no Brasil?

A tradição de celebrar o mês de junho é bem antiga. Há mais de dois mil anos, os povos antigos da Europa já festejavam, no mês de junho, o início das colheitas. Fogueiras, danças e muita comida sempre fizeram parte destes rituais pagãos.

No Brasil, a data é celebrada desde 1583. O costume foi trazido pelos portugueses e espanhóis, ainda como uma forma de agradecer pelas colheitas, mas também como uma maneira de homenagear os santos do mês de junho. A comemoração da safra acontecia com cantos, danças, fogos e comidas, integrando a religiosidade e a festividade, a devoção e a distração. Aos poucos, outros elementos foram sendo introduzidos nas festas juninas. A quadrilha, por exemplo, chegou ao Brasil no século 19, trazida pela corte portuguesa.

Hoje, os festejos juninos acontecem em todo o país, com forró, arraiais, fogueiras, fogos, quadrilhas e comidas típicas. Na região Nordeste do Brasil essa festa é muito mais arraigada se comparada às de Brasília, por exemplo.

As festas juninas mais famosas do Brasil acontecem em Caruaru, Pernambuco; Campina Grande, na Paraíba; Mossoró, no Rio Grande do Norte; Juazeiro do Norte, no Ceará; e em Cametá, no Pará. A festa de Caruaru está registrada no Guinness Book, categoria festa country (regional) ao ar livre.

Conheça os santos festejados

Os santos comemorados durante o mês de junho são:

Santo Antônio, celebrado no dia 13;

São João, no dia 24;

São Pedro, no dia 29.

Entenda os símbolos da festa junina

A roupa – Sempre muito coloridas, imitam os caipiras que são os matutos que vivem na roça.

Arraial – Também chamado na linguagem matuta de arraiá, é um largo espaço ao ar livre, cercado ou não e onde barracas, ddecorado com bandeirinhas de papel colorido, balões e palha de coqueiro.

Fogueira – A fogueira simboliza a proteção dos maus espíritos, que atrapalhavam a prosperidade das plantações. A festa realizada em volta da fogueira é para agradecer pelas fartas colheitas. Além disso, como a festa é realizada num mês frio, serve para aquecer. Cada santo tem uma fogueira, sendo a quadrada de santo Antonio, a redonda de São João e a triangular de São Pedro. A fogueira ainda possui outro significado. Para os cristãos, a fogueira está relacionada ao nascimento de São João Batista. Contam os católicos que Santa Isabel acendeu uma fogueira para avisar à Maria, mãe de Jesus, do nascimento de seu filho, João Batista, no dia 24 de junho. Para os pagãos, a fogueira espanta os maus espíritos.

Balões e fogos de artifício – Segundo a tradição popular, servem para despertar São João Batista. Também é comum as crianças soltarem bombas como buscapé e espada de fogo.

Mastro de São João – É erguido durante para celebrar os três santos ligados aos festejos. No Brasil, no topo de cada mastro são amarradas três bandeirinhas simbolizando os santos.

A quadrilha – Tem o seu nome de uma dança de salão francesa para quatro pares, a “quadrille”. Veio para o Brasil seguindo o interesse da classe média e das elites portuguesas e brasileiras do século XIX porque, por aqui, interessava tudo que fosse a última moda de Paris.

Ao longo do século XIX, a quadrilha se popularizou no Brasil e se fundiu com danças brasileiras pré-existentes e teve subsequentes evoluções. Aqui ganhou areas rurais. Por isso os participantes da quadrilha vestem-se de matuto ou à caipira. Dançam em pares. Tem ainda a figura do noivo e da noiva, já que a quadrilha encena um casamento fictício.

O casamento caipira – Faz uma sátira aos casamentos tradicionais, além de banalizar o sentido do mesmo. A noiva está grávida e o pai dela obriga o rapaz a se casar. Na apresentação do casamento, na roça, o noivo aparece bêbado, tentando fugir do altar por várias vezes, sendo capturado pelo pai da noiva que lhe aponta uma espingarda. Este conta com o apoio do delegado da cidade e do padre para que o casamento seja realizado. Após a cerimônia, os noivos puxam a quadrilha.

Músicas – No Brasil a festa ganhou ritmos bem nacionais como o forró, baião, xote, samba-de-coco e as cantigas.

Simpatias – As pessoas que participam podem fazer simpatias e promessas para os santos. As promessas para se casar são as mais frequentes, uma vez que o santo casamenteiro é celebrado na festa.

Uma simpatias muito comum é: moças solteiras que querem casar colocam um figurino do santo de cabeça para baixo atrás da porta ou dentro do poço ou enterram-no até o pescoço. Fazem o pedido e, enquanto não são atendidas, lá fica a imagem de cabeça para baixo.

No dia 13 de junho, é comum ir à igreja para receber o pãozinho de Santo Antônio, que é dado gratuitamente pelos frades. Em troca, os fiéis costumam deixar ofertas. O pão, que é bento, deve ser deixado junto aos demais mantimentos para que esses não faltem jamais.

A lavagem dos santos – É o momento em que as suas bandeiras são mergulhadas em água, para trazer purificação. As bandeirolas representam as bandeiras dos santos, levando purificação a todo o local da festa.

O pau de sebo – É uma brincadeira com o objetivo de se ganhar uma quantia em dinheiro, que está afixada em seu topo. As pessoas têm que subir no mastro, lambuzado de gordura. Muitas vezes, os participantes vão subindo nos ombros uns dos outros, até conseguirem pegar o prêmio, que acaba servindo para pagar parte de suas despesas na festa.

A pesquisa sobre os símbolos da festa junina foram realizadas nos sites:

http://www.brasilescola.com/datacomemorativas/festa-junina.htm

http://pessoas.hsw.uol.com.br/festas-juninas4.htm

As festas juninas e a igreja

Os evangélicos não concordam e não participam das festas juninas porque, na verdade, essa é uma celebração a santos. As comidas e as danças, longe de ser apenas uma diversão, são oferecidas a eles.

A festa junina não é cultural, puramente falando. Mas é religiosa, associada ao culto de santos, como os acima citados. Onde um crente protestante poderia coadunar com isso? Ir a uma paróquia participar é meio contraditório. Se for assim, os evangélicos poderiam participar de todo ritual religioso professado no Brasil como ritos de umbanda e candomblé, orientais e outros que também oferecem a deuses e guias comidas e festas. É claro que nenhum evangélico participaria dessa festa com a intenção de praticar a idolatria. Mas tal procedimento, por si só, é condenado pela Bíblia.

A Bíblia é muito clara em relação à idolatria e à exortação a não cultuarmos outros deuses. Para saber mais sobre esses assuntos, leia 1 Sm. 15: 23; At. 17:16; 1 Co. 01:14; e Gl. 5:20. Sobre comida sacrificada aos ídolos, leia At. 15:20; Rm. 14:15-21; 1 Co. 8;10:25-33.

Depoimentos dos pastores

Os evangélicos devem participar das festas juninas?

“A festa junina não é cultural, puramente falando, mas, sim, da cultura religiosa, e da religião cristã católica, associada ao culto de santos, como santo Antônio e outros. Onde um crente protestante poderia coadunar com isso? Quer pamonha, curau, milho verde, cachorro quente? Faz em casa e reúne os amigos. Mas ir a uma paróquia participar é meio contraditório. Se for assim, vamos participar de todo ritual religioso professado no Brasil como ritos de umbanda e candomblé, orientais e outros que também oferecem a deuses e guias comidas e festas.”

Pr. Ricardo Espindola, vice-presidente da Igreja Batista Central de Brasília

“As festas juninas, aparentemente inofensivas, enquadram-se na mesma categoria das outras festas pagãs. A festa junina tem sido uma grande arma na mão do maligno e, por meio dessa arma, tem conseguido atingir milhares de famílias “cristãs”. Aproveito a oportunidade e faço um apelo aos pais, para que evitem que os filhos participarem dessas comemorações promovidas pelos colégios, associações ou outras entidades. Já basta de tantos enganos. Fechemos as portas para essa demônio que sutilmente tem achado brecha nas nossas vidas. A Bíblia diz: “portanto, quer comais ou bebais ou façais outra coisa qualquer, fazei tudo para a glória de Deus” (1 Cor. 10:31). Tudo que fazemos deve glorificar o nome do Senhor. As festas juninas e suas comidas dedicadas ao santo, não glorificam o nome do Senhor. …”Isto é coisa sacrificada a ídolo, não comais (1 Cor. 10:28). A Bíblia ainda diz, em Provérbios 27:20: “O inferno e a perdição nunca se fartam, e os olhos do homem nunca se satisfazem”. Também sabemos que “um abismo chama outro abismo”, como narra o Salmos 42:7.”

Pr. Édio Valença

“A Igreja cristã, a partir do primeiro século, permitiu a miscigenação da cultura pagã com o cristianismo puramente apostólico. O que foi tão durante defendido pela comunidade cristã primitiva logo se perdeu, e a Igreja tornou-se permissiva com as práticas pagãs trazidas pelos novos convertidos gentílicos, que não abandonaram totalmente os hábitos antigos, até que foram oficializadas pelo Império Romano, passando a fazer parte da cultura cristã, recebendo estas festas novos nomes, e assimiladas posteriormente como se fossem puramente cristãs. Com o advento da Reforma Protestante, buscou-se purificar a Igreja dessas e de outras práticas não recepcionadas pelos primeiros cristãos. Entretanto, a Igreja Evangélica, outrora defensora ferrenha da não-contaminação com ídolos e que nunca acolheu costumes reprovados pela Bíblia, foi lentamente infiltrada com o sentimento de banalidade, ao entendimento de que não se está fazendo nada de errado ao participar de uma festa que tem como fundo um culto religioso. Para preservar a liberdade que cada crente deve ter para reger sua vida à luz dos princípios da Bíblia, mas com vistas também a preservar a autoridade da Igreja, que tradicionalmente rejeita os movimentos sincréticos entre seus membros, já que, na melhor das hipóteses, é um culto a um santo (já ignorando a origem pagã da festa), poderia resumir dizendo, como o texto bíblico, “Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas convêm. Todas as coisas me são lícitas, mas eu não me deixarei dominar por nenhuma delas (I Co. 6:12).”

Pra. Noêmia Paim

Fonte: IBCB

Mais de 1.600 aceitam Jesus após igrejas se unirem para evangelizar cidade

Um movimento de evangelismo promovido por mais de 350 igrejas em Dallas/Fort Worth, no Texas, está resultando em um grande avivamento nos Estados Unidos.

Os cristãos que fazem parte do “reviveTX” têm como objetivo compartilhar o Evangelho com os moradores da região por 50 dias, em um período que se iniciou na Páscoa e vai até Pentecostes.

Os resultados testemunhados pelo ministério são surpreendentes — mais de 1.600 pessoas aceitaram Jesus Cristo desde que o reviveTX começou, em abril. Os participantes do movimento estão pregando o Evangelho aos moradores de 10 regiões do Metroplex, no Texas.

Segundo Kyle Martin, fundador da organização Time to Revive, todos os voluntários foram equipados e treinados para compartilharem sua fé.

“O treinamento foi realmente muito simples, baseado em apenas quatro palavras: amar, ouvir, discernir e responder”, disse ele à CBN News. “Quando nós amamos como Cristo, consequentemente iremos ouvir. Então nós discernimos a partir do Espírito Santo e depois iremos responder com o Evangelho”.

Para Martin, essa é uma forma de ver os cristãos retornando para os princípios da igreja descrita no livro de Atos. “É tão simples que as pessoas pensam: ‘Qual é o truque?’ Mas realmente não existem truques. Estamos apenas fazendo o que Deus nos pediu para fazer”.

Martin conta que os participantes vão às ruas para compartilhar o Evangelho pela manhã, tarde e à noite, mas isso não é tudo.

“O Senhor vem abrindo portas para nós entrarmos nas escolas públicas e compartilhar o Evangelho”, disse ele. “Estamos entrando em restaurantes fast-food e temos ido em vários estabelecimentos”.

“Aqui, os cristãos estão começando a realmente crer, pois eles já foram transformados por Cristo e querem compartilhar o Evangelho onde eles estiverem”, acrescentou Martin.

Além de serem evangelizados, Martin disse que os novos convertidos estão sendo discipulados pelo ministério reviveTX.

“Todas as noites em nossos cultos, a razão pela qual estamos vendo esse movimento é que estamos alinhando todas estas pessoas que conheceram o Senhor durante o dia”, explicou. “À noite, nós dizemos nos cultos: ‘Eu preciso de você para discipular essa pessoa’”.

ReviveTX está previsto para se encerrar em Pentecostes, no dia 4 de junho.

Igreja Batista Shalom comemorou 3 anos do Circulo de Oração com grande estilo

Momento de derramamento do Espírito Santo

Centenas de pessoas compareceram nos dois dias de festa em comemoração aos 03 anos do Circulo de Oração Joias Preciosas da Igreja Batista Shalom,onde o  Senhor Jesus operou tremendamente Salvação, Milagres, Restauração de Vidas e Batismo com Espírito Santo, e pessoas se rendendo aos pés do Senhor Jesus.

A festividade aconteceu entre os dias 17 e 18 de junho. O resultado foram dias de muita gloria na presença do Senhor.

Pastor João Muniz ministrando a Palavra de Deus

A mensagem foi transmitida pelo Pastor João Muniz de São Luis, que pela segunda vez, a convite do Pastor Carlos Brito, ministrou a palavra de Deus de uma forma esplêndida, onde centenas de crentes foram sacudidas pelo mover do Espírito Santo.

Na ultima noite, o Pastor João Muniz pregou  sobre a experiência das Mulheres na Biblia, e enfatizou que Deus tem sempre novas experiências reservadas para os seus servos.

A Igreja Batista Shalom em Codó celebrará 3º Aniversário do Círculo de Oração “Joias Preciosa”

A Igreja Batista Shalom de Codó realizará dois grandes Cultos Festivos em 17 e 18 de junho de 2017, agradecendo a Deus por mais um Aniversário do Círculo de Oração “Joias Preciosa”. Os trabalhos tiram apoio do Pastor Presidente local Carlos Brito Filho.

O trabalho será coordenado pelos diaconisa Fabiana, e terá como pregador o Pastor João Muniz de São Luis durante os dois dia.

A igreja Batista Shalom esta localizada na rua Carlos Palhano equina com a Tome de Sousa.

Missionária escreve carta antes de morrer em acidente: “Deus me chamou para estar aqui”

Sarah Harmening, uma jovem de 17 anos de idade, não estava exatamente pressentindo o que poderia acontecer enquanto viajava em um ônibus, que estava a caminho de uma ação missionária de curto prazo, em Botsuana (África), na semana passada. Mas seu diário, a jovem missionária escreveu uma mensagem emocionante, que mostrou o relacionamento de intimidade e sinceridade que ela tinha com Deus.

“Eu estava sentada aqui no ônibus, me sentindo um pouco triste. Acho que vou ficar tão longe e fiquei um pouco desconfortável”, escreveu ela em seu diário.

Sarah contou que a leitura bíblica naquele momento mudou toda a sua perspectiva.

“Nós conseguimos participar de Sua natureza divina! Quero dizer, como isso é incrível! Então, acabei de lembrar porque estou aqui. Deus me chamou para estar aqui e ele fez isso por algum motivo. Então eu sei que ele vai fazer coisas incríveis”.

Momentos depois de terminar de escrever, o ônibus que estava viajando entrou em uma colisão violenta e capotou, finalmente causando a morte de Sarah e ferindo outros 39 jovens que estavam no veículo. O texto escrito por ela em uma página do seu diário é como uma janela para a alma de uma adolescente com uma fé muito forte, e está servindo a seus pais e amigos aflitos como algum conforto em um momento difícil como este. Agora eles sabem o quão próxima ela estava de Deus antes de morrer.

Confira abaixo o texto completo que ela escreveu antes de sua morte:

“Eu estava sentada aqui no ônibus, me sentindo um pouco triste. Acho que vou ficar tão longe e fiquei um pouco desconfortável. Então eu decidi ler minha Bíblia. Eu orei e abri em I Pedro, capítulo 5 e II Pedro, capítulo 1. Praticamente tudo o que eu acabei de ler se aplica para mim agora.

Essas passagens me falaram sobre a importância de cuidar do rebanho confiado a nós – como por exemplo os meus pequenos amigos de Botsuana – nos humilhando, algo que eu preciso sempre fazer (e isso também significa estar um pouco desconfortável).

Também falaram sobre como o diabo está rondando como um leão, procurando quem ele possa devorar – algo que ele estará fazendo especialmente nesta viagem missionária – e sobre como devemos estar alertas e de mente sóbria e, finalmente, como podemos participar da Sua natureza divina! Quero dizer, Como isso é incrível! Na maioria das vezes, as passagens simplesmente me lembraram por que estou aqui e que Deus me chamou para estar aqui por uma razão. Então eu sei que ele vai fazer coisas incríveis”.

A mensagem mostra o relacionamento de intimidade que Sarah tinha com o Deus. Seus escritos e as palavras de seus pais também contam a história de uma adolescente notável, com uma maturidade que superava sua própria idade.

Com todas as coisas loucas que os adolescentes escrevem nos dias de hoje, aqui está uma de suas mensagens de texto finais (e profética) que ela acabou deixando para seus amigos e familiares, pouco antes de morrer no trágico acidente.

“Somos como um fio de fumaça. Vivemos apenas por um momento e isto não está focado apenas em nós. A vida não é apenas sobre nós. É sobre Deus, que é eterno, então eu quero dedicar o único momento que eu estou aqui inteiramente e completamente para Ele”, escreveu a jovem em outra página de seu diário.

Esse é o tipo de postura mais comumente vista em um cristão mais experiente. Os pais de Sarah decidiram falar com a imprensa, ler sua última mensagem do diário e fazer um pedido de fé.

“Pedimos a oportunidade de falar porque nossa filha Sarah foi um presente que foi concedido em 20 de dezembro de 1999. E ela amava a Deus com um amor tão tangível. E eu sei que vocês, na mídia, não gostam de ouvir muito sobre isso, mas espero que vocês prestem atenção nisso, porque foi o que ela viveu e respirou”, disse a mãe da jovem.

A mãe não conteve suas lágrimas, quando ela leu a última mensagem do diário, que sua própria filha escreveu.

Outra fato que tem surpreendido amigos e familiares da jovem foi um texto que Sarah enviou a um primo no dia anterior, citando 1 Peter 1 23-25.

“23 Sendo de novo gerados, não de semente corruptível, mas da incorruptível, pela palavra de Deus, viva, e que permanece para sempre. Porque toda a carne é como a erva,e toda a glória do homem como a flor da erva.Secou-se a erva, e caiu a sua flor; Mas a palavra do Senhor permanece para sempre.E esta é a palavra que entre vós foi evangelizada”, diz a passagem.

Fonte: Guia-me

Entre as trevas e a luz

A lei que rege o Reino de Deus é a Bíblia, enquanto o Reino do Diabo só tem uma lei: “Não farás nada que não queiras”.

Só esqueceram de dizer, que o Céu oferecido por Deus tem endereço diferente daquele que é oferecido pelo diabo. Seus seguidores escolhem as pessoas, que poderão se aproximar deles, mas para lhes mostrar apenas aquilo que lhes interessa a seu respeito. Toleram quem pensa de modo diferente deles, mas só enquanto não representam um perigo real para a revelação da sua identidade. Quando uma brecha se abre, tratam de excluí-los, rapidamente de seu círculo de amizades e se tornam ameaçadores. Como de praxe, este tipo de ação não costuma ser piedosa, diga-se de passagem.

Para entrar no ‘Céu Satânico’, ninguém precisa de ajustes, cortes e moldagem interiores. Quanto maior for o grau de maquiavelismo, melhor. É aí, que se explica a agressividade usada durante o corte das relações mais próximas. Fazem isto sem medo, pois foram ensinados como caminhar impunes e conhecem as brechas da lei. Sua própria religiosidade é licenciosa, visto que foi montada por um deus libertino, permissivo, tolerante e adaptável aos seus desejos.

Obviamente, a ausência de leis restritivas é a situação preferida por quem não deseja ser incomodado pelas dores de consciência. O Reino do diabo é um ambiente onde a impunidade foi renomeada e retocada por um discurso no qual a palavra misericórdia é usada e parece suplantar até mesmo a necessidade de justiça. Segundo esta tropa, ninguém precisa ser misericordioso, só Deus. A soteriologia universalista se adaptou a este sistema, pois prega uma misericórdia feita com o amor dos outros, o dinheiro dos outros e a iniciativa do alheio.

O satanismo puro não exige nada, nem mesmo o amor real, mas aceita bem o amor aparente. Na realidade os seus atos de bondade são apenas uma cortina de fumaça estendida para esconder suas reais intenções.

Jesus não chama os mais dotados de poder econômico, político e de sabedoria moldada pelo sistema mundano. Jesus veio para os doentes, para os cansados, para os oprimidos e lhes oferece alívio.

O grito existencialista é assim: “tu, oh Deus, que eu mesmo construí, continue me suportando do jeito que sou e me ajude a ser tudo aquilo que desejo ser. Deus! quero que você salve quem eu achar que deve ser salvo e me ajude a convencer as pessoas de que não precisam mudar seu comportamento para lhe agradar.

Este é o Deus que todos gostariam de ter, pois eles não acreditam no Deus que sabe com quem gostaria de conviver pelo resto saber eternidade.

Cega é curada imediatamente após passar pelo batismo nas águas; Veja o vídeo

Agora, curada, Enza deixará de receber os benefícios sociais do governo para sobreviver, já que deixou de ser cega. Assista ao momento do batismo e a descoberta da cura milagrosa:O batismo nas águas não é uma mera cerimônia religiosa, mas sim, uma ordenança dos Evangelhos cumprida pelo próprio Jesus. Recentemente, durante uma celebração na Itália, uma mulher cega teve sua visão restaurada após ser batizada.

A celebração do batismo foi realizada pela Igreja Evangélica Assembleia de Deus na Itália (ADI), liderada pelo pastor Paolo Lombardo, na praia da Catânia, na presença de dezenas de fiéis. Na ocasião, Enza Tomaselli, que era conhecida como a “irmã cega”, foi curada.

O milagre aconteceu no último dia 14 de maio, de acordo com informações da Televisione Pentecostale Italiana (TPI), e foi registrado em vídeo. Enza foi submersa por dois obreiros, Carmelo Isaia e Mario Biangiardi, e quando emergiu, parou por instantes observando os rostos dos irmãos, antes de erguer as mãos aos céus agradecendo pela cura inesperada.

participou no dia 14 de maio de um batismo organizado pela Igreja Evangélica ADI, liderada pelo pastor Paolo Lombardo, que é membro do Conselho Geral das Assembleias de Deus na Itália.

O pastor Lombardo, membro do Conselho Geral das Assembleias de Deus na Itália, confirmou que a fiel sofria de um grau severo de ptose palpebral bilateral e estrabismo convergente, que na prática a impedia de enxergar e a classificava como “portadora de deficiência”, de acordo com uma junta médica.

Agora, curada, Enza deixará de receber os benefícios sociais do governo para sobreviver, já que deixou de ser cega. Assista ao momento do batismo e a descoberta da cura milagrosa:

Fonte: Guia-me

Torturado por 22 anos em prisão cubana, cristão usou o próprio sangue para escrever suas cartas

Um ex-prisioneiro cubano que foi detido por se opor ao regime comunista de Fidel Castro e usou seu próprio sangue para escrever uma poesia durante a sua detenção que durou 22 anos foi homenageado como o destinatário do ‘Fundo Becket’ para a maior honra da Liberdade Religiosa, em 2016.

Armando Valladares, ex-funcionário do governo cubano que foi preso em 1960 por se recusar a colocar uma placa em sua mesa dizendo “Eu estou com Fidel” manteve sua fé no Senhor, apesar de sofrer por décadas em condições atrozes e torturas durante a sua detenção.

Valladares, de 78 anos de idade, que foi liberto em 1982, graças à intercessão do então presidente francês François Mitterand, sofreu espancamentos implacáveis, sobreviveu a uma série de greves de fome que o deixaram numa cadeira de rodas por anos, passou oito anos nu em confinamento solitário em uma cela infestada por mosquitos, onde guardas jogavam baldes de dejetos humanos em cima dele.

Durante sua prisão, Valladares escreveu cartas e poesias, que sua mulher, Martha, enviava clandestinamente para fora de Cuba, com o objetivo de publicá-las – o que criou um clamor internacional por sua libertação e uma consciência global sobre a perseguição que prisioneiros políticos (e também por motivos religiosos) cubanos sofreram.

Considerando-se que ele geralmente não tem nada que possa usar para escrever, muitas vezes ele usou qualquer coisinha que encontrava para escrever suas cartas e poemas. Valladares muitas vezes reaproveitou papéis de cigarro e até mesmo usou seu próprio sangue como tinta para escrever.

Na quinta-feira, o Fundo Becket anunciou que Valladares será homenageado no próximo mês de Maio com a ‘Medalha de Canterbury’, que é entregue em homenagem os “mais ilustres líderes religiosos e defensores da liberdade religiosa em todo o mundo”.

“Valladares personifica a luta pela liberdade religiosa. Durante os 22 anos que passou em campos de trabalho forçado de Castro, ele se recusou a desistir de sua fé e, de fato, isto tornou-se o fator principal para ajudá-lo a sobreviver”, disse a diretora executiva do Fundo Becket, Kristina Arriaga ao The Christian Post, em um comunicado. “Desde sua libertação, ele tem defendido inúmeros outros que foram privados de seu direito, dado por Deus, de viver de acordo com suas próprias crenças”.

Após a sua libertação, Valladares passou a morar nos Estados Unidos, em 1986 e dedicou sua vida à defesa dos direitos humanos. Em 1987, o presidente Ronald Reagan nomeou Valladares para servir como embaixador americano na Comissão das Nações Unidas para os Direitos Humanos.

“Estamos ainda sendo um farol para os homens e mulheres que definham em suas celas de prisão por se manterem firmes com suas crenças e por se recusar a violá-las, apesar da intimidação em locais, onde bandidos tirânicos ou fanáticos do Estado Islâmico reinam com terror”, Valladares escreveu em setembro para o ‘New York Post’.

Valladares serviu como embaixador da ONU, de 1988 até 1990. Ele pressionou fortemente a ONU para uma maior atenção das às violações dos direitos humanos em Cuba. Desde o seu tempo na Organização, ele continuou a falar contra as violações do governo contra a liberdade religiosa.

Em seu texto para o ‘New York Post’, Valladares também criticou a falta de cuidados do governo Obama com as ‘Irmãzinhas dos Pobres’ – uma ordem de freiras que está no meio de uma ação judicial contra o mandato contraceptivo do sistema ‘Obamacare’.

Assim como o governo cubano forçou Valladares a ficar na prisão, porque ele não iria assinar um papel de apoio à Revolução de Fidel Castro, as freiras estão sendo avisadas pelo governo Obama que devem devem assinar os papéis de autorização à sua companhia de seguros de saúde para proporcionar métodos / medicamentos contraceptivos e indutores de aborto aos seus empregados – os quais as freiras acreditam que viola suas crenças religiosas.

Se as freiras, que são representadas pelo Fundo Becket, não cumprirem a ordem de contracepção, eles podem ser forçadas a pagar milhões de dólares em multas.