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5 motivos para você trocar o WhatsApp pelo Google Allo agora mesmo

20161206165946_660_420O WhatsApp pode ser o aplicativo de mensagens mais popular do Brasil, mas está longe de ser o melhor. Existem concorrentes muito mais eficientes em diversas tarefas, embora nenhuma tenha tantos usuários quanto o app de ícone verde que pertence ao Facebook.

Uma das melhores alternativas é o Allo, desenvolvido pelo Google. Mais do que um simples mensageiro, esse app é quase uma janela de bate-papo privada com a inteligência artificial do Google, provendo mensagens de texto, vídeo ou áudio entre contatos e muito mais.

Nesta semana, o app ficou ainda mais completo, graças a uma atualização disponibilizada especialmente para os brasileiros. Confira abaixo alguns motivos pelos quais você deveria aposentar o WhatsApp e começar a usar um aplicativo bem mais completo como o Allo.

1 – O Allo é mais inteligente

Um dos melhores recursos do Allo é o Google Assistente, um sistema de inteligência artificial que conversa com o usuário por texto como se fosse uma pessoa de verdade. Com ele, é possível ter acesso a diversas funções e informações instantâneas da internet com apenas alguns toques. Nada que o WhatsApp seja capaz de fazer.

Quer saber quando o seu time joga? Mande uma mensagem para o Assistente perguntando. Está marcando de ir ao cinema numa conversa com um amigo? Convide o Assistente para a conversa e pergunte-o sobre os filmes em cartaz. Usar o Allo é como ter o Google na ponta dos dedos, sem precisar sair e trocar de aplicativo.

2 – O Allo é mais leve

No Android, o Google Allo ocupa menos de 40MB da memória interna, enquanto o WhatsApp pode ultrapassar os 70MB – mesmo sem mensagens, imagens ou vídeos armazenados. Já que o Allo também usa sua agenda para carregar os contatos, não é preciso manter o WhatsApp instalado ocupando espaço inútil.

Com uma interface bem mais simples e recursos minimalistas, executando a maior parte do seu processamento na nuvem, o Allo é também uma dor de cabeça a menos para o seu celular, roando em qualquer dispositivo intermediário ou dos mais baratos – sem travar ou engasgar o sistema.

3 – O Allo permite maior integração com o Google

Se você é usuário de outros serviços do Google, como o Gmail, o Chrome, o Maps e os apps básicos do Android como um todo, você certamente sentirá os benefícios de usar um aplicativo de mensagens integrado a tudo isso.

Ligado à sua conta do Google, o Assistente do Allo pode localizar rapidamente compromissos na sua agenda, contatos do seu telefone, locais de interesse na sua cidade (o endereço da sua casa e do trabalho, por exemplo) e até suas preferências de pesquisa. Tudo a um simples comando de distância, por texto ou voz.

4 – O Allo é mais útil

Diga a verdade: você só tem o WhatsApp instalado no smartphone porque quase todos os seus contatos só usam ele. No fundo, o WhatsApp é mais uma obrigação do que um app verdadeiramente útil, sendo que vários outros aplicativos podem fazer o mesmo que ele e muito mais.

O Allo é um bom exemplo. Mais do que um mensageiro, o app é um canal de comunicação direto com o Google. É como ter toda a inteligência artificial da empresa à sua disposição para conversar e te informar de forma rápida e simples. O WhatsApp, por sua vez, é só um mensageiro, e nem é dos mais completos.

5 – O Allo é mais divertido

Não existem muitas opções de formatação para as suas mensagens no WhatsApp. Você pode usar alguns códigos para deixar o texto em negrito ou itálico, mas não pode mudar o tamanho da fonte ou adicionar stickers à conversa, apenas emojis.

Nesse sentido, o Allo é mais “divertido” de usar. Além de inserir o Assistente na conversa para conferir respostas engraçadas, você tem à disposição joguinhos virtuais, stickers e pode muito bem aumentar o tamanho da fonte para maior dramaticidade. O Allo enche os olhos, enquanto o WhatsApp é um tanto monótono.

UOL

TECNOLOGIA :BMW tranca carro roubado à distância com o ladrão dentro

15338762_212426599211082_1470168257862172963_nUm ladrão rouba uma BMW e, achando que já ganhou uma bolada, resolve estacionar em um canto escondido da cidade e tirar um cochilo nos aconchegantes bancos de couro do carro.

Mas o cara errou feio: na manhã seguinte, ele acorda com as portas trancadas, cercado de policiais, enquanto a voz do GPS do carro sussurra “eu não estou preso com você. Você está preso comigo” – uma fala assustadora da série de quadrinhos Watchmen.

A cena parece ter saído de Black Mirror, mas aconteceu de verdade, em Seattle, nos EUA. O ladrão azarado escolheu para surrupiar justamente uma BMW 550i – carro que pode ser rastreado e trancado remotamente, pelos funcionários da marca, através do ConnectedDrive (tecnologia da BMW que conecta o controle do carro ao celular do dono).

O toque final, a fala de Watchmen, foi cortesia dos funcionários para dar assustar o ladrão.

A história, que aconteceu domingo passado, foi publicada no blog do Seattle Crime News, que é gerido pela prefeitura da cidade. Segundo o blog, o ladrão encontrou a BWM destrancada com a chave dentro, entrou e acelerou para longe.

A dona do carro só percebeu que alguém tinha roubado o veículo por volta das 5 da manhã e, aí, acionou a polícia.

Com a ajuda dos empregados da BMW, os oficiais conseguiram encontrar o carro, que estava estacionado em um beco sem saída escuro e apertado.

As portas foram trancadas remotamente e o carro foi desligado, enquanto os policiais cercavam o veículo. Desesperado, o ladrão de 38 anos tentou fugir – mas, com o carro travado no lugar, não conseguiu.

O homem, que não foi identificado, foi detido por roubo de carro e posse de drogas.

“Fingi que nem vi”, diz juiz que não puniu brasileiro por homenagem à Chape

cy3drtwxaaqvsa5O atacante brasileiro Nathan marcou um dos gols da vitória do Vitesse por 3 a 1 sobre o Zwolle, no último sábado (3), pelo Campeonato Holandês. Após balançar as redes, ele tirou a camisa do clube holandês para homenagear a Chapecoense, mas contou com a sensibilidade do árbitro, que não mostrou cartão amarelo como recomenda a regra.

Neste domingo (4), em entrevista ao jornal The Telegraaf, o árbitro Jochem Kamphuis se explicou.

“Eu teria que dar o amarelo nessa circunstância, eu vi que ele tirou a camisa. Estava ciente de tudo que tinha acontecido, que ele perdeu amigos nesse desastre terrível. Então fingi que nem vi”, afirmou o juiz, que se fez de desentendido.

“Decidi me virar e ir para o outro lado do campo. Foi um acontecimento tão terrível, e é tão especial para o jogador que marca um gol poder homenagear seus amigos. Acho que essa foi a melhor decisão que eu pude tomar”, acrescentou Kamphuis, cuja decisão foi elogiada pela Federação Holandesa de Futebol.

No mesmo dia, por exemplo, o atacante uruguaio Cavani recebeu cartão amarelo em jogo do PSG depois que tirou a camisa após marcar um gol para homenagear as vítimas do acidente aéreo com a Chapecoense.

Fonte:uol

Corpos de vítimas de voo da Chapecoense serão trazidos nesta sexta para o Brasil

 Caixões dos jogadores da equipe da Chapecoense e de outras vítimas da tragédia são vistos em Medellín, na Colômbia (Foto: Raul Arboleda/AFP)


Caixões dos jogadores da equipe da Chapecoense e de outras vítimas da tragédia são vistos em Medellín, na Colômbia (Foto: Raul Arboleda/AFP)

Os corpos de 70 vítimas do acidente aéreo na Colômbia, a maioria de jogadores e integrantes da comissão técnica da Chapecoense, iniciarão nesta sexta-feira (2) a viagem de volta para casa. No acidente, morreram 71 pessoas e seis sobreviveram.

Às 8h locais (11h de Brasília) deve decolar do aeroporto José María Córdova de Rionegro, que serve a região de Medellín, em um voo comercial da Avianca o corpo de um cidadão venezuelano que morreu na queda da aeronave da companhia LaMia, de matrícula boliviana, na madrugada de terça-feira (29) em uma zona remota a 50 quilômetros da segunda maior cidade da Colômbia.

Uma hora depois, um Hércules da Força Aérea Boliviana vai decolar da base militar de Rionegro com os corpos de cinco cidadãos do país.

Às 16h (19h no horário de Brasília) terá início o traslado, em três voos diferentes, de 50 brasileiros falecidos. No mesmo horário, devem decolar, em voos privados, para o Brasil os corpos de 14 jornalistas que viajavam no avião da Chapecoense para cobrir a final da Copa Sul-Americana contra o Atlético Nacional.

“O que mais queremos agora é voltar para casa, levar para nossa casa os nossos amigos e irmãos, porque a espera é a pior coisa que existe”, disse Roberto Di Marche, primo do dirigente Nilson Folle Júnior, que morreu na tragédia que comoveu o planeta.

O corpo de um cidadão paraguaio foi o primeiro a deixar a Colômbia, na quinta-feira em um voo comercial da Avianca.

Os cadáveres dos 71 mortos foram preparados para a repatriação por quatro funerárias de Medellín durante quase dois dias.

Velório
A cidade de Chapecó, Santa Catarina, se prepara para um grande velório em seu estádio, a Arena Condá, previsto para sábado.

O local tem capacidade para 19 mil espectadores. O clube vai instalar telões nas proximidades do estádio, porque as autoridades calculam a presença de quase 100 mil pessoas no funeral.

Os corpos serão levados de Medellín para Rionegro – onde estão internados em diferentes clínicas os seis sobreviventes da tragédia – em 35 carros fúnebres.

“Fizemos um grande esforço para que em breve estejam com suas famílias”, afirmou Juan Tavera, gerente de uma das funerárias responsáveis por preparar os corpos.

Na quinta-feira à noite, foi celebrada uma missa organizada pela Funerária San Vicente, a principal de Medellín, em homenagem aos mortos. Parentes das vítimas compareceram à cerimônia.

Investigações
As autoridades colombianas, em coordenação com especialistas estrangeiros, prosseguem com a investigação, que aponta para a falta de combustível da aeronave. Mas as conclusões finais podem demorar até seis meses.

O governo boliviano suspendeu na quinta-feira a licença da companhia Lamia e destituiu altos funcionários do setor de controle aéreo do país.

O representante da Lamia Gustavo Vargas afirmou que a aeronave não cumpriu o plano de reabastecimento em Cobija, cidade boliviana na fronteira com o Brasil, ou em Bogotá.

O acidente cortou as aspirações da modesta Chapecoense, clube fundado há 43 anos e que teve uma ascensão meteórica desde 2009, subindo da série D do futebol brasileiro até a série A em poucos anos, antes de alcançar a final da Copa Sul-Americana, o segundo torneio continental mais importante.

Fonte: G1

Copiloto de outro voo revela diálogo entre piloto e torre

acidente-chapecoense-consolidado-v6Um tripulante da companhia Avianca que estava em uma rota próxima ao voo da Chapecoense afirmou ter ouvido o diálogo entre o piloto da aeronave da LaMia e a torre de controle do aeroporto colombiano de Rionegro, perto de Medellín, segundo os jornais “El Espectador” e “El Tiempo”. Ouça o relato.

O copiloto da Avianca Juan Sebastián Upegui relatou que, enquanto uma aeronave da Viva Colômbia estava pousando, de repente chegou o piloto do voo da LaMia e disse: “solicitamos prioridade para aterrissar, temos problemas de combustível. Mas, nesse momento, ele não se declarou em emergência”.

Na sequência, segundo Upequi, a controladora de voos do Aeroporto de Rionegro afirmou ao piloto da LaMia: “temos um problema, um avião está aterrissando em emergência”.

Ainda de acordo com o copiloto da Avianca, a controladora de Rionegro pediu à tripulação do voo da Avianca 9256 que virasse à esquerda, quando o piloto de LaMia passou por eles a toda.

“Quando ele [piloto da LaMia] iniciou a descida, declarou-se em emergência. Começou a dizer que tinha falha elétrica total e pediu vetores [rota mais rápida para aterrissar] para proceder [a descida]. Ajuda, vetores para alcançar a pista, repetiu”, disse o tripulante da Avianca.

Segundo a Viva Colômbia, o voo FC 8170 apresentou “uma indicação na cabine” que levou o comandante a interromper o trajeto original. A empresa disse, em comunicado, que não chegou a declarar emergência.

O avião pousou à 0h51 em Medellín. Quatro minutos depois, o avião da LaMia com a delegação da Chapecoense desapareceu dos radares do Flight Radar 24, um serviço de monitoramento de voos, quando estava a 33 km do aeroporto.

Mortes
O avião, um Avro RJ-85 da companhia de voos fretados LaMia, levava o time da Chapecoense, jornalistas e convidados para Medellín, onde a equipe jogaria nesta quarta-feira (30) contra o Atlético Nacional, pela partida de ida da final da Copa Sul-Americana.

A aeronave levava 77 pessoas, sendo 68 passageiros e nove tripulantes. No acidente, morreram 71. Seis foram resgatados com vida: os jogadores Alan Ruschel, Jackson Follmann e Neto, o jornalista Rafael Henzel, a comissária de voo Ximena Suarez e o técnico da aeronave Erwin Tumiri.

Fonte: G1

Sobrevivente revela que escapou da tragédia ao ficar em posição fetal

boliviano_1avfp7uUm dos sobreviventes da tragédia com o voo da Chapecoense, o boliviano Erwin Tumiri revelou que escapou da morte ao seguir um protocolo de segurança recomendado para acidentes aéreos. Segundo Erwin, que era um dos tripulantes da aeronave, ele permaneceu em posição fetal com uma mala entre as pernas, o que amenizou o impacto da queda.

Sobrevivi porque segui todos os protocolos de segurança – disse o comissário de bordo. – Com a situação de pânico, muitos se levantaram dos assentos e começaram a gritar. Coloquei umas malas entre as pernas e fiquei na posição fetal, recomendada para acidentes – completou Erwin, em entrevista ao jornal boliviano La Razón.

O comissário era um dos nove bolivianos presentes no voo. Dois sobreviveram. A outra sobrevivente foi a assistente de bordo Ximena Suárez. O restante do voo, os pilotos Miguel Quiroga, Ovar Goitia e Sisy Arias, além dos tripulantes Rommel Vacaflores, Alex Quispe, Gustavo Encinas e Angel Lugo morreram no acidente.

Info-QUEDA-AVIAO-Chapecoense-L (Foto: infoesporte)

Até o momento 71 pessoas morreram no voo que transportava a Chapecoense e dezenas de jornalistas para a Colômbia. O time catarinense faria o primeiro jogo da final da Copa Sul-Americana nesta quarta-feira, contra o Atlético Nacional.

Fonte: G1

Atirador invade universidade e deixa ao menos dez feridos em Ohio, nos EUA

ex42rr7uph9y48fg69y5qggr1A polícia da cidade de Columbus, no estado de Ohio, nos Estados Unidos, procura um suposto atirador que teria invadido o campus da Universidade Estadual de Ohio e aberto fogo contra estudantes, deixando ao menos dez pessoas feridas, um deles em estado grave, de acordo com o departamento de segurança da instituição nesta segunda-feira (28).

Um tweet da equipe de segurança do campus pediu aos estudantes: “Atirador no campus. Corram, escondam-se e lutem”. A polícia da cidade também pediu para que as pessoas não saiam de suas casas.

De acordo com um comunicado oficial da universidade, o suspeito teria sido morto pela polícia após atacar estudantes e professores.

Testemunhas também afirmaram à “CNN” terem ouvido tiros no campus.

“Eu e minha colega de quarto, que moramos de frente para a universidade, ouvimos três disparos e, em seguida, diversos policiais e ambulâncias chegando”, afirmou uma testemunha de 19 anos ao canal.

Segundo informações da polícia de Columbus, o atirador já estaria morto mas um segundo homem armado estaria solto no campus.

Internautas que estão dentro do campus ou nas redondezas da universidade compartilharam imagens e vídeos do local no Twitter:

Fonte: IG

 

URGENTE:Terremoto provoca tsunami e pânico na região de Fukushima

 © Fournis par RFI

© Fournis par RFI

Um forte terremoto de 7,4 atingiu nesta terça-feira (22) a costa de Fukushima, no leste do Japão. O tremor provocou um tsunami na região da central nuclear, que sofreu um grave acidente em 2011. Até o momento, não foram registrados danos às infraestruturas, apenas alguns feridos leves. Horas depois o alerta deflagrado pelas autoridades japonesas foi cancelado.

O terremoto aconteceu às 5h59 (horário local), a uma profundidade de 10 quilômetros, e teve como epicentro uma zona da cidade de Fukushima. A agência meteorológica japonesa revisou a estimativa inicial do tremor, que passou da magnitude 7,3 (6,9, segundo o instituto geológico americano USGS) para 7,4.

O terremoto provocou uma onda de um metro próximo à central nuclear de Fukushima. A companhia Tepco (Tokyo Electric Power), que opera a central, indicou que não houve incidentes. A empresa relatou ainda que um dos sistemas de refrigeração da piscina de combustível usado pelo reator 3 de Fukushima Daini parou, mas seu funcionamento foi restabelecido pouco depois.

Duas horas depois do terremoto, uma onda de 1,4 metro foi registrada na costa de Sendai, na cidade de Miyagi. Em outras localidades, o nível do mar subiu vários centímetros, indicou a agência meteorológica nacional.

A princípio, a agência havia alertado que ondas de até três metros poderiam ser registradas, mas sete horas depois do tremor o alerta foi suspenso. Mas as autoridades advertiram a população que nos próximos sete dias devem ser registrados tremores secundários.

Moradores do litoral sentiram fortemente os tremores e 10.000 pessoas abandonaram suas casas. Segundo informações preliminares, não houve danos e foram registrados apenas alguns feridos sem gravidade.

“Foi um sismo forte e muito longo. As sirenes soaram para prevenir sobre o risco de tsunami na costa, mas estou preocupada principalmente com as centrais nucleares”, desabafou Akemi Anzai, residente na localidade de Minamisoma, ao norte de Fukushima.

O governo instaurou uma célula de crise para dar informações e orientar as equipes de emergência, os municípios e a população. “Dei algumas instruções para que se ofereça ao povo japonês a informação de forma adequada e oportuna sobre o tsunami e também tomar conhecimento da situação dos danos causados”, disse o primeiro-ministro Shinzo Abe, em uma coletiva de imprensa no Hotel Emperador de Buenos Aires, onde se encontra em visita oficial.

População traumatizada desde 2011

O terremoto foi sentido em um extenso perímetro da ilha principal de Honshu, incluindo Tóquio, despertando milhões de habitantes dessa região devastada por um enorme tsunami em março de 2011. A televisão NHK interrompeu imediatamente sua programação para divulgar as informações das autoridades. “Um tsunami está a caminho. Fujam, avisem seus vizinhos”, declarou um jornalista do canal.

Os japoneses estão traumatizados desde março de 2011, quando um terremoto de 9,0 graus de magnitude provocou um tsunami na costa nordeste do país, deixando mais de 18 mil mortos, ou desaparecidos.

A catástrofe destruiu três reatores da usina nuclear de Fukushima. O episódio provocou a liberação de uma grande quantidade de material radioativo. Dezenas de milhares de moradores foram obrigados a deixar a região.

Em abril passado, dois fortes terremotos atingiram a província de Kumamoto, no sul do Japão, e foram seguidos por mais de 1.700 tremores secundários. Pelo menos 50 pessoas morreram e danos generalizados foram registrados.

(Com informações da AFP)

Trump nomeia pastor batista como embaixador de Israel e reconhecerá Jerusalém como capital do país

donald-trump-mike-huckabee-embaixador-israel-jerusalemO presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, definiu que o pastor batista Mike Huckabee será o novo embaixador do país em Israel e que reconhecerá, como prometido em campanha, Jerusalém como capital da nação israelense.

Mike Huckabee é um ex-apresentador de TV, ex-governador do Arkansas e por duas vezes disputou as prévias do Partido Republicano para se candidatar a presidente dos Estados Unidos, sendo a última em 2016, da qual desistiu por falta de apoio político e terminou por beneficiar Trump.

De acordo com informações do Daily Mail, Donald Trump quer dar uma chacoalhada nas relações entre os Estados Unidos e os países do Oriente Médio, como forma de se opor à maneira que essas nações se posicionam nas discussões diplomáticas, sempre com respaldo das Nações Unidas.

A mudança da embaixada norte-americana de Tel-Aviv para Jerusalém já havia sido aprovada pelo Congresso dos Estados Unidos há décadas, mas todos os presidentes do país, desde então, protelaram essa mudança, para evitar uma crise com as nações vizinhas a Israel, que não reconhecem o direito dos judeus sobre a Cidade Santa.

“Isso vai acontecer. O ‘governador’ Huckabee vai com isso até o fim”, afirmou um porta-voz da equipe de transição presidencial à imprensa. Nenhuma outra nação instalou sua embaixada em Jerusalém, mas o Parlamento e o Supremo Tribunal de Israel estão localizados na parte ocidental da cidade, e Israel capturou Jerusalém oriental na “Guerra dos Seis Dias” de 1967, tomando o controle da Jordânia.

Uma lei israelense de 1980, ainda em vigor, declara que “Jerusalém, completa e unida, é a capital de Israel”, e assim, o gesto de Trump de instalar a embaixada na cidade é uma forma de cumprir o que o Congresso norte-americano já havia decidido, em consonância com a lei israelense.