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Erros em hospitais matam mais gente no Brasil do que câncer

Para chegar a esses dados, a equipe de pesquisadores extrapolou resultados obtidos em uma pesquisa de grupo para o número de internações em todos o país.

A constatação: se todos os hospitais do Brasil tivessem um elevado grau de qualidade e acreditação internacional, o número de óbitos por problemas hospitalares seria de 104 mil em um ano. Em condições mais realistas, o número seria de 434 mil mortes.

Isso significa que a cada três minutos, dois brasileiros podem ter morrido em 2015  por problemas durante a internação, como erros na aplicação de medicamentos ou infecção hospitalar.

De acordo com o estudo, no primeiro cenário, essas mortes seriam a quinta causa de óbitos no Brasil. Na perspectiva mais realista, a primeira ou segunda – à frente das doenças do aparelho circulatório (que mataram 339.672 pessoas em 2013) ou câncer (que respondeu por 196.954 óbitos em 2013).

Nos Estados Unidos, falhas no atendimento a pacientes internados são a terceira causa de morte – atrás das doenças cardiovasculares e câncer. Das 421 milhões de internações que ocorrem no mundo, pelo menos, 42,7 milhões apresentam um evento adverso (falhas de processo durante a hospitalização que poderiam ser evitadas).

“A culpa por esses eventos adversos raramente é de uma só pessoa. A origem, geralmente, está na organização do trabalho”, afirma Renato Couto, professor da Faculdade de Medicina da UFMG e um dos autores do estudo. Estima-se que 60% dessas falhas poderiam ser prevenidas.

Transparência

O problema por aqui é a falta de transparência que pauta o processo. No Brasil, os hospitais não são obrigados a divulgar indicadores de qualidade, como tempo de internação ou número de mortes decorrentes de infecções hospitalares, por exemplo.

“Em qualquer sistema de saúde desenvolvido, essa divulgação é pública. Assim como qualquer empresa de capital aberto tem que mostrar sua demonstração financeira, é preciso ter transparência sobre os indicadores de segurança e qualidade”, afirma Luiz Augusto Carneiro, superintendente-executivo do IESS.

Eficácia

Além da falta de transparência, hospitais pouco eficientes – e com elevados índices de eventos adversos – podem ser beneficiados pelo método de pagamentos que vigora no Brasil. Hoje, segundo o estudo, o modelo de compra de serviços hospitalares na saúde suplementar remunera o procedimento realizado e não o resultado gerado. Fato que pode favorecer estabelecimentos que mantém pacientes por mais tempo internados, por exemplo.

Suponha que uma pessoa é internada para tratar uma pneumonia, mas acaba contraindo uma infecção hospitalar e, portanto, precisa mais passar mais tempo hospitalizado. Em vez de ser punido por não ter prevenido o quadro de infecção, o hospital ganha mais exatamente pelo tempo a mais que o paciente teve que ficar por lá. “A falta de o e esse modelo de remuneração é uma qualidade explosiva que transforma a saúde em uma caixa preta”, diz Carneiro, do IESS.

Um modelo de pagamento comum em outros sistemas é o pagamento por diagnóstico e por performance. Por meio dessas modalidades, cada diagnóstico e risco têm um preço definido pelas operadoras e “se o paciente tiver alguma piora até o desfecho, o prestador do serviço recebe menos”, diz o especialista.

Para evitar manobras para melhorar os indicadores, como dar alta para pacientes que deveriam continuar hospitalizados, esse sistema pode penalizar os hospitais em casos de novas internações em até 30 dias devido a complicações – já que isso pode denotar que o problema não teria sido resolvido em um primeiro momento. Na rede pública, segundo Carneiro, tal método poderia ser utilizado para alocar mais recursos em hospitais com maior produtividade ou com especializações mais complexas, como é feito no sistema português.

O estudo estima que, por ano, o sistema de saúde complementar perca  entre 5,19 bilhões e 15,57 bilhões de reais com esses problemas decorrentes de erros de processo em hospitais. “O caro em medicina é o que a gente não consegue entregar”, afirma Couto

Fonte: Revista Exame

Caminhão autônomo da Uber faz 1ª entrega: 45 mil latas de cerveja

A viagem, de quase 200 quilômetros, foi feita em cerca de duas horas pelo caminhão. Para que isso fosse possível, a Otto criou um caminhão todo especial. Ele tem três sensores de detecção a laser distribuídos pelo veículo, um radar localizado no para-choque e uma câmera de alta precisão acima do para-brisa, segundo informações do site da Wired.Dentro do caminhão, dois botões são instalados para que o sistema autônomo seja ligado. Um fica localizado perto do volante e outro, na cabine atrás dos bancos dianteiros. Um computador transforma os dados em instruções de direção. A tecnologia deve  funcionar em qualquer caminhão com uma transmissão automática, afirma a Otto.

A Otto foi lançada em janeiro deste ano e, desde então, tem crescido rapidamente. Em maio, a startup tinha um protótipo de caminhão autônomo. Menos de três meses depois, a Uber comprou a Otto por quase 700 milhões de dólares. Juntas, as duas estão trabalhando na UberFreight, um serviço para facilitar negociações de fretes entre caminhoneiros e gestores de frotas.

Além deste esforço, a Uber vem trabalhando em outros tipos de veículos autônomos. Recentemente, a companhia fechou uma parceria com a Volvo e fez seu primeiro teste com carros autônomos nos Estados Unidos.

Carros autônomos são bacanas, mas caminhões com esse tipo de sistema prometem chegar antes nas estradas. Isso porque eles são mais práticos e não precisam lidar tanto com pedestres.

De acordo com o Atlas da Acidentalidade no Transporte Brasileiro feito pelo Programa Volvo de Segurança no Trânsito (PVST), dos 122.007 acidentes registrados nas rodovias federais brasileiras em 2015, 37.376 envolveram caminhões. O resultado foram 19.850 feridos e 2.809 mortos. Veículos autônomos nas estradas prometem quedas nas taxas de acidentes e de vítimas.

 

Nota de Repúdio contra declaração da atriz Alexia Dechamps

thumbnail_andreamaral01É com imensa tristeza que manifesto o meu mais veemente repúdio ao ato de intolerância e de preconceito contra os nordestinos, principalmente os beneficiários do programa social do governo federal, o “Bolsa Família”, perpetrado pela atriz Alexia Dechamps, na tarde de ontem, 25 de outubro de 2016, na Câmara dos Deputados, em Brasília, durante a audiência pública que discutia a proposta de regulamentação das vaquejadas no Brasil.

Intolerância e preconceito contra os Nordestinos, em pleno século XXI, é inaceitável e deve ser firmemente combatido em nosso país.
É inadmissível que a atriz, nascida em Buenos Aires, descendente de russos, belgas e alemães, que veio para o Brasil ainda pequena, assumindo posteriormente também a nacionalidade brasileira, tenha tido essa postura em relação ao nosso sofrido povo nordestino.
Pelo que parece a senhora Alexia não tem conhecimento da história do nosso país e da importância do povo nordestino para o engrandecimento de nossa nação.
Senhora Alexia talvez não saiba, mas a cidade de São Paulo só é hoje a metrópole que é graças aos milhares de paraibanos, maranhenses, piauienses, cearenses, alagoanos, sergipanos, baianos, potiguares e pernambucanos, que tiveram que sair da sua região, por conta  de uma agricultura atrasada e pouco diversificada, grandes latifundiários, concentração de renda e uma indústria pouco diversificada e de baixa produtividade, além das fortes secas que sempre assolaram o sertão nordestino; para se sujeitarem a trabalhar em subempregos no Sul e Sudeste, muitas vezes em condições análogas à escravidão.
A atriz ao declarar ao público presente, principalmente aos vaqueiros e a todo o setor produtivo, envolvido nessa manifestação cultural, em alto e bom som: “Calem a boca, que eu já pago Bolsa Família para o Nordeste”, cometeu uma das maiores ofensas ao nosso povo, uma vez que esse importante programa social, do governo federal, não se trata de esmola, mas uma reparação social aos séculos e séculos de exploração econômica e de falta de investimentos na região. Principalmente na República Velha, onde se praticava a política do café com leite.
É notório que apenas nas duas últimas décadas o governo federal tem levado, com mais ênfase, investimentos para a região e buscado por meio de programas sociais, como Bolsa Família, Luz para Todos e outros, diminuir as diferenças regionais.
O Bolsa família em 2016, até o mês de outubro, transferiu R$ 10.940.619.246,00 para todos os beneficiários do programa nos estados nordestinos, mas transferiu também R$ 6.154.290.833,00, para as regiões Sul e Sudeste; R$ 2.947.518.581,00 para a região Norte; e R$ 976.966.279,00 para a região Centro-Oeste. Sendo os estados de São Paulo (R$ 1.965.248.243,00), Minas Gerais (R$ 1.538.212.420,00) e Rio de Janeiro (R$ 1.167.953.890,00), segundo, sexto e oitavo estado, respectivamente, em transferência de recursos.
O Nordeste tem a segunda maior população, o terceiro maior território, o segundo maior colégio eleitoral, o menor IDH e o terceiro maior PIB entre as regiões.
A literatura nordestina tem dado grandes contribuições para o cenário literário brasileiro, onde aqui destaco nomes como Jorge Amado, Nelson Rodrigues, José de Alencar, João Cabral de Melo Neto, Rachel de Queiroz, Gregório de Matos, Clarice Lispector, Graciliano Ramos, Gonçalves Dias, Aluísio Azevedo, Manuel Bandeira, Joaquim Nabuco, Tobias Barreto, Arthur Azevedo, Castro Alves, Coelho Neto, Álvaro Lins, Jorge de Lima, Ariano Suassuna, Viriato Correia, Ferreira Gullar, José Lins do Rego, João Ubaldo Ribeiro, Dias Gomes, Raimundo Correia, Josué Montello, Gilberto Freyre (autor do livro Casa-Grande & Senzala). Além da conhecida e apreciada Literatura Cordel e numerosas manifestações artísticas de cunho popular como os cantadores de repentes e de embolada.
O Frevo, típico de Pernambuco, é um dos gêneros mais influentes do país, e revelou grandes músicos da MPB.
Na música erudita, destacaram-se como compositores Alberto Nepomuceno e Paurillo Barroso, Liduíno Pitombeira, e Eleazar de Carvalho como maestro, entre outros
Na música popular, destacam-se ritmos tais como coco, xaxado, martelo agalopado, samba de roda, baião, xote, forró, axé e frevo, dentre outros ritmos. O movimento armorial do Recife, inspirado por Ariano Suassuna, fez um trabalho erudito de valorização desta herança rítmica popular nordestina. Um de seus expoentes mais conhecidos são os cantores, Luiz Gonzaga, Sivuca, Antônio Nóbrega, João do Vale, Alcione, Maria Bethânia, Gal Costa, Gilberto Gil, Zeca Baleiro, Daniela Mercury, Cláudia Leite, Ivete Sangalo, Margareth Menezes, Luís Caldas, Reginaldo Rossi, Zé Américo de Almeida, Bartô Galeno, Chico César, Elba Ramalho, Genival Lacerda, Geraldo Vandré, Herbert Vianna, Jackson do Pandeiro, Roberta Miranda, Zé Ramalho, Fubá, Luan Estilizado, Amazan, Capilé, Biliu de Campina, Marinês, e outros mais.
Na dança, destacam-se o maracatu, o bumba-meu-boi, o xaxado, diversas variantes do forró, os tambores de crioula e taboca, o cacuriá, as quadrilhas e outras danças folclóricas.
O artesanato é também uma parte relevante da produção cultural do Nordeste, sendo inclusive o sustento de milhares de pessoas por toda a região. Onde destaco aqui os produtos feitos em argila, madeira e couro, além das rendas, as garrafas com imagens. Assim como, as peças feitas das fibras do buriti e do babaçu.
A nossa culinária é maravilhosa onde destaco o baião-de-dois, a carne-de-sol, o queijo de coalho, o vatapá, o acarajé, a panelada, a buchada, a canjica, o feijão e arroz de coco, o feijão verde e o sururu, o arroz de cuxá, assim como vários doces feitos de mamão, abóbora, laranja, etc. Algumas frutas regionais são a seriguela, o cajá, o buriti, a cajarana, o umbu, a macaúba, juçara, bacuri, cupuaçu, buriti, murici e a pitomba, além de outras.
Por tudo isso só me resta pedir em nome de todo o povo nordestino, não apenas a atriz Alexia Dechamps, mas a todos aqueles que buscam denegrir e menosprezar o povo nordestino e a nossa região respeito. Não somos miseráveis, somos um povo alegre, trabalhador e hospitaleiro, que a pouquíssimo tempo estamos caminhando rumo ao desenvolvimento. Ao mesmo tempo que somos ricos em recursos e belezas naturais, na cultura e no turismo.

Para o fortalecimento de nossa unidade federativa, ao contrário do que vem sendo pregado por alguns que tem apresentado esse comportamento preconceituoso e descriminatório, precisamos conhecer mais, respeitar e amar o Nordeste, sua gente e suas manifestações culturais! Somos um só povo, formando uma só nação.

André Amaral
Deputado Federal

Atriz global perde a chance de ficar calada e fala o que não deve: “Pagamos o Bolsa Família de vocês”

A atriz Alexia Dechamps esteve presente na audiência pública realizada na terça-feira (25), na Câmara dos Deputados, em Brasília. A sessão avaliava a proibição da prática da vaquejada no Brasil e, a convite do deputado Ricardo Izar (PP-SP), a atriz marcou presença para defender os animais, mas acabou criando uma grande polêmica ao fazer uma declaração sobre os nordestinos.

Durante a discussão, Alexia Dechamps atacou os vaqueiros presentes com sua fala e fez uma declaração polêmica: “Calem a boca que nós já pagamos o Bolsa Família de vocês”, disparou. Após a fala da atriz,  a Câmara dos Deputados foi tomada por um bate boca entre os presentes. O momento foi registrado em vídeo e já circula pelas redes sociais.
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O deputado Domingos Neto (PSD-CE) reclamou da postura da atriz no plenário. “A convidada se virou para os vaqueiros que ali estavam e disse para que eles calassem a boca porque ela pagava o Bolsa Família do nordestino. Esse ato de preconceito não é apenas contra os vaqueiros, mas contra nós da bancada do Nordeste”, afirmou.

A modelo e socialite Maria Paula Maia também estava presente na audiência e repudiou a atitude de Alexia na Câmara. “Estou chocada. Além de completamente alienados, esse pessoal é extremamente preconceituoso e desrespeitoso”, disse a modelo em seu perfil no Instagram.

O último trabalho de ‪‪Alexia Dechamps‬‬ na televisão foi em 2015, quando a atriz atuou na novela “Verdades Secretas”, da TV Globo. Ela também trabalhou em tramas como “Ti Ti Ti”, “América”, “Malhação” e “Cobras & Lagartos”.

Fonte: Gente – iG @ http://gente.ig.com.br/celebridades/2016-10-26/alexia-dechamps.html

Manifestação nacional pró-vaquejada tomará Brasília nesta terça-feira (25/10)

vaquejada-1024x552Manifestação cultural e esportiva de grande tradição e popularidade nas zonas rurais do país, a vaquejada será tema de mobilização nacional nesta terça-feira (25/10), em Brasília (DF). Praticantes de múltiplas atividades equestres, vaqueiros e organizadores de Vaquejadas de todo o país se reunirão na Esplanada dos Ministérios durante todo o dia em defesa da Vaquejada Legal.  Além de uma grande cavalgada, haverá ato político e shows musicais em defesa da atividade.

Diante da ameaça de interrupção dessa prática, a partir de interpretações de uma decisão recente do Supremo Tribunal Federal (STF), Paulo Farha, liderança nacional da raça de cavalos Quarto de Milha e presidente da Associação Brasileira de Criadores de Cavalo Quarto de Milha (ABQM) por dois mandatos, reforça a necessidade de que as pessoas conheçam melhor a atividade e que alguns mitos sejam derrubados. “Ao contrário do que pensa muita gente que não conhece o funcionamento de uma Vaquejada, a prática preza muito pelo cuidado aos animais. Temos manual de Bem-Estar dos animais e regras que se não seguidas à risca levam à desclassificação sumária dos praticantes”, explica.

De fato, as Vaquejadas se transformaram ao longo das décadas e evoluíram nos cuidados aos animais envolvidos nas competições. De acordo com a ABQM, esse avanço é condição fundamental para manter essa tradição popular e desmonta abordagens contrárias à prática desse esporte.

Também em defesa da Vaquejada, a Associação Brasileira de Vaquejada (ABVAQ) enfatiza o respeito e atenção às normas, que dão maior segurança aos animais durante as competições. Segundo a ABVAQ, todo o material utilizado é inspecionado, entre outros cuidados como a pista onde o animal se apresenta, que é composta por um colchão de areia. Ainda estão incluídos outros itens como o protetor de cauda para o boi entrar na arena de competição e cuidados com a alimentação, transporte, manejo e alojamentos.

Assim, tanto a ABQM quanto a ABVAQ defendem que, ao invés de vedar a regulamentação da prática, deve-se adotar medidas que garantam a sua continuidade enquanto manifestação cultural e prática desportiva, buscando o aperfeiçoamento dos cuidados com os animais.

Relevância econômica — Além de ser um importante elemento da cultura brasileira, a Vaquejada representa uma importante fonte de renda e geração de empregos para o país. O mercado da equinocultura no Brasil gera mais de três milhões de empregos diretos, sendo que a vaquejada é responsável por 700 mil trabalhadores, segundo Estudo do Complexo do Agronegócio do Cavalo, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

Ressalta-se que a manifestação cultural é garantia constitucional, conforme disposto no art. 215 da Constituição Federal, que incumbe ao Estado o dever de incentivá-las e apoiá-las a fim de mantê-las enquanto identidade cultural de determinado povo.  Por essa razão, a ABQM e a ABVAQ também defendem medidas que garantam a continuidade da vaquejada, como manifestação cultural e prática desportiva que favorece o aperfeiçoamento dos cuidados aos animais.

Os manifestantes se encontrarão no dia 24 à noite, no Parque Leão, em Samambaia (DF), e sairão em direção à Esplanada dos Ministérios às 22h, com chegada prevista para às 5h do dia 25.  Veja a programação completa:

Programação oficial – Movimento Brasil Equestre em prol da Vaquejada Legal

Dia 24

22h – início do deslocamento das comitivas do Parque Leão em direção à Esplanada dos Ministérios, com término às 5h.

Dia 25

8h – Missa do vaqueiro (Catedral de Brasília)

10h –  Ato público em frente ao Congresso Nacional

12h – Vaqueiros em trajes típicos receberão a benção na Catedral de Brasília

17h – Concentração em frente ao Congresso Nacional para a Grande Cavalgada “Vaquejada Legal”, com retorno ao mesmo local.

18h – Ave Maria, interpretada por artistas, em homenagem aos vaqueiros e cavaleiros do Brasil

19h – Manifestação com grandes artistas musicais do Nordeste em apoio à Vaquejada legal

21h – Término das atividades

4 coisas que Cunha fez quando já sabia que seria preso

cunhaO ex-deputado e ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ) não foi surpreendido com a prisão no início da tarde desta quinta-feira (19). Pouco antes de ser detido, o ex-parlamentar já se preparava para se entregar.

Cunha já convivia com a informação de que seria preso desde que o primeiro pedido foi apresentado, em junho. O clima esquentou quando o deputado cassado perdeu o mandato e o processo foi parar na primeira instância.

Listamos quatro coisas que o ex-deputado fez quando sabia que seria preso:

1. Pediu ajuda ao governo
Segundo a Folha de S.Paulo, assim que soube a Polícia Federal o procurava, Cunha ligou para integrantes do governo. Dizia “eu vou ser preso, eu vou ser preso”, impacientemente, como alguém que pede ajuda.

2. Deu sumiço na fortuna de R$ 220,7 milhões
Além da prisão, foi determinado o bloqueio de R$ 220,7 milhões que o parlamentar possui em contas no Brasil. O congelamento de bens que já havia sido decretado pelo Ministério Público em junho, entretanto, não foi feito porque as contas estão zeradas. O único bloqueio realizado foi de R$ 623 mil na conta da esposa do ex-deputado, Cláudia Cruz.

3. Montou uma artilharia contra partidos
Desde que soube que seria preso, Cunha passou a montar um banco de dados com tudo o que sabe sobre ex-aliados e partidos políticos. Tais documentos e informações seriam capazes de municiar uma possível delação premiada. De acordo com o jornal O Globo, deputados temem que ele delate cerca de 100 colegas.

4. Acelerou a produção do livro
Desde que teve o mandato cassado, Cunha reforçou que lançaria um livro e tem trabalhado intensamente para elaboração dos textos. Segundo a Folha, além de contar com mais de 100 páginas escritas, Cunha vinha negociando com editoras interessadas na obra.

60,4℅ dos brasileiros aprovam a PEC 241 – Medida que limita gastos públicos

cvpf4coviaemcteA maioria dos brasileiros que conhece a proposta que limita a expansão dos gastos públicos é favorável a ela. Esse é o diagnóstico da 132ª Pesquisa CNT/MDA, divulgada pela Confederação Nacional do Transporte (CNT) nesta quarta-feira (19).

O levantamento, entre outras questões, perguntou aos entrevistados: “O (a) Sr. (a) conhece ou já ouviu falar a respeito da proposta do governo federal que estabelece um limite máximo/teto para os gastos públicos?”

Para 40,9% dos entrevistados, a resposta foi “sim”. Desse total, 60,4% se declararam favoráveis à proposta e 32,5% contrários. Um grupo de 7,1% não sabia ou não queria responder.

Os dados foram coletados entre 13 e 16 de outubro por meio de 2.002 entrevistas realizadas em 137 municípios. A pesquisa foi feita em 25 Unidades Federativas e nas cinco regiões do País. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais com 95% de nível de confiança.

O que é a PEC 241

Essa medida a que se refere a pergunta é a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 241. O objetivo dela é criar um limite para a expansão dos gastos públicos. Depois de aprovada, o Orçamento do governo poderá crescer apenas o equivalente a inflação do ano anterior.

Na prática, esse mecanismo vai levar a uma expansão real zero dos gastos. Ela se faz necessária para melhorar as condições das contas públicas, que tem apresentado déficits bilionários.

Se nada fosse feito para reequilibrar as contas públicas, os déficits constantes levariam ao esgotamento do poder público, que não teria mais capacidade para manter programas sociais e até mesmo para fazer o governo funcionar.

Quais os efeitos da PEC 241

Com a aprovação da PEC, o governo quer evitar o endividamento descontrolado, o que poderia levar o País a um crise ainda mais severa do que a dos últimos anos. A PEC valerá por 20 anos, mas, na proposta original do governo, em dez anos poderá ser revisada.

A aprovação da PEC depende de dois turnos na Câmara dos Deputados e dois no Senado, por três quintos dos deputados (308 votos) e dos senadores (49 votos). Agora, a chamada PEC dos gastos públicos ainda precisa ser votada em segundo turno na Câmara e depois segue para avaliação dos senadores.

FONTE: Portal Brasil

Som que possa ser ouvido do lado de fora do carro vai render cinco pontos na carteira e multa

rtemagicc_1-guarda_operacao_silencio_04_-_site-jpg-9afabb25a4-280-210O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) aprovou nesta semana uma resolução que multa em R$ 127,69 — a partir de 1º de novembro será reajustada para R$ 195,23 — os motoristas que forem pegos com o som do veículo em volume alto. A infração passa a ser considerada grave e pode render mais cinco pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH). Caberá aos agentes de trânsito, registrar esse tipo de infração. Com a nova medida, eles não precisarão mais medir o volume de decibéis.

A resolução não define qual seria o volume ideal. Diz que a autuação vale para os condutores que forem pegos “com som automotivo audível pelo lado externo do veículo, independente do volume ou frequência, e que pertube o sossego público, em vias terrestes de circulação”. Antes, era necessário o uso de um aparelho chamado decibilímetro para verificar se o volume estava dentro do limite aceitável pela lei.

A medida faz ainda uma exceção a ruídos produzidos por “buzinas, alarmes, sinalizadores de marcha-a-ré, sirenes pelo motor e demais componentes obrigatórios do próprio veículo, bem como veículos prestadores de serviço com emissão sonora de publicidade, divulgação, entretenimento e comunicação, desde que estejam autorizados por órgão ou entidade competente, além de veículos de competição e os de entretenimento público, que estejam permitidos a utilizar o som específico em locais de competição ou de apresentação estabelecidos pelas autoridades competentes”.

O Contran também aprovou, nesta quarta-feira, outras duas resoluções, que estabelecem limite máximo de peso bruto aos veículos rodoviários de transporte coletivo de passageiros e requisitos de segurança para veículos que transportam presidiários.

Sertão vai virar mar a partir deste mês, informam meteorologistas

1-187O fenômeno climático La Niña já começa a se configurar no Pacífico, e a partir do início da próxima Primavera deve ser tão prejudicial para a agricultura quanto El Niño.

É o que dizem os meteorologistas da Climatempo, apontando que haverá secas no Sul e aumento das chuvas no Norte e Nordeste, por conta de mudanças significativas nos padrões de precipitação e temperatura ao redor da Terra.

A previsão dos meteorologistas da Climatempo dão conta de que o fenômeno meteorológico La Niña já esteja presente no Brasil a partir deste mês de Outubro, permanecendo ao longo de 2017, provocando aumento nas chuvas em todo Norte e Nordeste.

La Niña é a fase fria de um fenômeno atmosférico-oceânico. Ela é caracterizada pelo esfriamento anormal das águas superficiais do Oceano Pacífico Tropical. O especialista projeta que La Niña já esteja presente no Brasil a partir deste mês de Outubro, permanecendo ao longo de 2017.