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Políticos de duas gerações se unem para apoiar o nome de Weverton para concorrer ao Senado

img-20161211-wa0054Duas gerações de políticos maranhenses se reuniram neste domingo (11), em Santa Inês, para dar início à construção de um projeto comum em torno da candidatura ao Senado do deputado federal Weverton Rocha (PDT). O encontro aconteceu na casa do casal Vianey Bringel, prefeita eleita de Santa Inês, e Robert Bringel, ex-prefeito da cidade, e reuniu nove prefeitos atuais e eleitos, além de deputados federais e estadual, vereadores e lideranças políticas de diferentes regiões do estado. Eles definiram uma estratégia conjunta para as eleições de 2018, apresentando Weverton Rocha como o nome de consenso do grupo para concorrer a uma das vagas do Senado, no campo político do governador Flávio Dino, e marcaram a próxima reunião para fevereiro de 2017, em Codó, a convite do prefeito eleito Francisco Nagib.

Prefeito eleito de Codo Francisco Nagib

Prefeito eleito de Codo Francisco Nagib

Participaram do encontro os ex-deputados e ex-prefeitos Rubens Pereira, Juscelino Resende, Valdivino Cabral e Chico Leitoa, o empresário Francisco Oliveira, os deputados federais Juscelino Filho e Weverton Rocha, o deputado estadual Glaubert Cutrim, os prefeitos Suely Pereira (Matões) e Gil Cutrim (São José de Ribamar), os prefeitos reeleitos Luciano Leitoa (Timon), Gleydison Resende (Barão de Grajaú) e Hernando Macedo (Dom Pedro), os prefeitos eleitos Francisco Nagib (Codó), Luanna Resende (Vitorino Freire), Talita Laci (Raposa) e Erlanio Xavier (Igarapé Grande), os vereadores Osmar Filho (São Luís) e Uilma Resende, presidente da Câmara de Vereadores de Timon. O prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Júnior participou da organização do encontro, mas não pode comparecer devido o nascimento filha.
Durante o encontro os presentes destacaram a importância de um projeto comum para o estado e acertaram seguir unidos por esse objetivo, representado na candidatura de Weverton Rocha ao Senado. O deputado foi apontado por todos como uma jovem liderança, que se destaca pela coragem de luta, determinação e vontade de trabalhar pelo desenvolvimento do estado. A presença de lideranças estaduais experientes como Chico Leitoa, Juscelino Resende, Rubens Pereira, Francisco Oliveira e Valdivino Cabral foi um dos pontos mais destacados nas falas, que lembraram a importância das orientações e apoio desses políticos.
Weverton agradeceu o voto de confiança do grupo e destacou a presença dos nomes mais experientes na reunião. “As suas presenças deixam muito claro o engajamento e o comprometimento dentro do projeto”, afirmou. E ressaltou que sua candidatura ao Senado está nascendo de uma discussão de várias lideranças políticas, de diferentes partidos. “Nós vamos construir um projeto no qual todos vão tomar as decisões”, concluiu.

Senado desafia STF e mantém Renan na chefia da Casa

renandida750_06122016A Mesa Diretora do Senado decidiu nesta terça-feira (6) que irá aguardar a deliberação do plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) para cumprir a decisão liminar do ministro Marco Aurélio Mello de afastar o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), do comando da Casa.

A decisão foi tomada durante uma reunião entre os integrantes da Mesa com Renan. Senadores que participaram do encontro disseram que o peemedebista acredita que tem respaldo jurídico para não assinar a notificação sobre a decisão de Marco Aurélio Mello, que ordenou o afastamento do senador do PMDB do comando do Senado.
Dez minutos depois de divulgar o documento, a Mesa Diretora divulgou um segundo documento, com uma alteração na decisão.

Enquanto no primeiro texto, o artigo 1º dizia: “Art. 1º: Aguardar a deliberação final do Pleno do Supremo Tribunal Federal, anteriormente a tomada de qualquer providência relativa ao cumprimento da decisã monocrática em referência”, o segundo documento diz apenas: “Art. 1º: Aguardar a deliberação final do Pleno do Supremo Tribunal Federal”.

Estratégia

A decisão de não cumprir a liminar faria parte de uma estratégia do peemedebista para se manter na presidência do Senado até o STF julgar seu recurso contra a decisão de Marco Aurélio, o que está previsto para acontecer nesta quarta-feira (7).
Senadores que particip
aram do encontro com o peemedebista afirmaram que o aconselharam a cancelar a sessão de votações desta terça-feira e aguardar a decisão do Supremo sobre o recurso para retomar as votações.

A sessão do Senado já foi cancelada, bem como a sessão conjunta do Congresso Nacional e um tradicional jantar de confraternização natalina da Casa que estava marcado para esta noite na residência oficial do peemedebista.

Desde 9h desta terça, um oficial de Justiça aguardava em uma antessala da Presidência do Senado para entregar a notificação ao peemedebista. Ele deixou o Senado seis horas depois, por volta das 15h, sem entregar o documento ao senador. Nesta segunda-feira (5), à noite, Renan também não recebeu o oficial para assinar o documento.

Além da decisão de não cumprir a liminar, a Mesa Diretora também decidiu conceder prazo para que Renan apresente defesa, a fim de viabilizar a deliberação da Mesa sobre as providências necessárias ao cumprimento da decisão monocrática em referência.

O Senado entrou nesta terça com um recurso contra a decisão de Marco Aurélio Mello e com ação para pedir a suspensão da liminar.

Plenário do STF

Após decidir afastar Renan Calheiros da presidência do Senado, o ministro Marco Aurélio Mello decidiu submeter a decisão ao plenário do STF.

O caso agora deve ser pautado para a sessão do Supremo desta quarta-feira (7), uma vez que a presidente do STF, Cármen Lúcia, afirmou que, assim que fosse liberado para julgamento, ela pautaria o tema “com urgência”.

Pastor Max inicia série de visitas à zona rural para reforçar seu compromisso com as comunidades

thumbnail_max9O vereador Pastor Max, logo após ser reeleito para o parlamento codoense nas eleições de outubro passado, iniciou uma série de visitas as comunidades da extensa zona rural do município de Codó. De acordo com o parlamentar, as vistas são para agradecer, mais uma vez, a confiança do eleitorado dessas comunidades e ratificar o compromisso com os trabalhadores e famílias do campo.

Esta semana, Pastor Max realizou um café da manhã com moradores da comunidade Conceição dos Palmérios. O Edil retornou a região para reforçar o compromisso com as famílias das comunidades rurais do município de Codó, numa demonstração do trabalho sério que vem desenvolvendo, independentemente do período eleitoral.

Durante a sua primeira legislatura (2013-2016), o vereador sempre realizou visitas constantes a todas as comunidades do campo, para saber das demandas dos trabalhadores, jovens, idosos e crianças e chegou a realizar ações como o projeto ‘Gabinete nas Comunidades’, que o aproximava ainda mais da população do campo.

Resolver as necessidades das famílias do campo

Pastor Max sempre transformou em indicações e requerimentos as necessidades da zona rural e seus moradores, bem como fiscalizava com diligência as ações do executivo em todas as comunidades. “Conceição dos Palmérios, assim como outras comunidades rurais do município, vem sofrendo com a falta de água, que dificulta a vida dos moradores e a permanência no campo. Vamos continuar lutando para essas situações sejam amenizadas”, explicou Max.

O parlamentar ainda garantiu que continuará a estar sempre presente nas comunidades, pois foi para isso que o povo lhe deu novamente o mandato. “Esse é o nosso compromisso e Deus nos dará força para continuarmos lutando por este povo sofrido do nosso município. As nossas comunidades podem contar com o trabalho sério do vereador Pastor Max”.

A gente não está preocupado em não ser eleito, a gente está preocupado em não ser preso

cms-image-000000814Apenas nas três últimas semanas, a população viu incrédula o Congresso tentar dar uma anistia a políticos que receberam dinheiro ilegalmente, assistiu a uma crise governamental por uma negociação de interesses privados no coração do governo e, por fim, acordou ontem sabendo que a Câmara aprovou de madrugada uma medida para coagir a Justiça e o Ministério Público.

A classe política, liderada pelos parlamentares do Congresso Nacional e lastreada no Palácio do Planalto, parece não ter aprendido nada com a crise política que engolfa o país desde 2013. Após duas décadas de relativa serenidade, as redes sociais reconectaram a população com o espaço público e milhões foram às ruas para defender seus pontos de vista.

Em três anos, transformaram governantes populares em zumbis políticos, impuseram o debate público de medidas antes restritas aos gabinetes e, por fim, retiraram do poder uma presidente recém-eleita que jogou o país no abismo econômico e transformou as contas públicas em peça de ficção. Ainda assim, os atos das últimas semanas mostram que o fosso entre os tapetes do Congresso e o asfalto das ruas nunca foi tão grande. Um parlamentar de oposição descrevia ontem a sensação durante a votação da madrugada em Brasília:

— A impressão é que todos ficaram doidos. E quando eles discutiam a anistia, você perguntava se eles não temiam perder voto e eles rebatiam: ‘A gente não está preocupado em não ser eleito, a gente está preocupado em não ser preso’.

Ontem, líderes de três partidos no Senado — entre eles o PMDB do presidente Temer — ainda tentaram atropelar o processo legislativo e completar, em menos de 24 horas, a votação da Câmara contra o MP e a Justiça. Em 2013, numa análise econômica que se tornou notória, o ex-ministro Delfim Netto apontou a soma de riscos que poderiam levar a uma “tempestade perfeita” na economia brasileira.

Enquanto a oitava economia do mundo patina em seu sétimo trimestre de contração, o presidente permitiu que a cúpula de seu governo atendesse a um lobby privado, demorou a atacar a anistia ao caixa dois e, agora, tenta repetir o silêncio em relação ao projeto que ataca o MP e o Judiciário.

Nos 15 anos que antecederam sua ascensão à Presidência da República, Temer dividiu-se entre a figura do constitucionalista que ocupava postos-chave no Legislativo e no Executivo e a do presidente do partido-símbolo do fisiologismo da política nacional, o PMDB. As panelas que rugiram ontem sugerem que ele escolha um lado.

 Fonte:O Globo

por Paulo Celso Pereira

83,90% dos eleitores de São Luís compareceram para votar no 2º turno

codonoticiasDiferença de 41 mil 651 votos reelegeu Edivaldo Holanda Júnior (PDT) como prefeito de São Luís, onde, neste domingo, 30 de outubro, ocorreu 2º turno das eleições 2016. Ele disputava com Eduardo Braide do PMN, totalizando 285.242 (53,94%) contra 243.591 (46,06%) do segundo colocado. A diplomação ocorre no dia 19 de dezembro.

O Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão encerrou a apuração dos votos às 19h11, quando foram recebidos todos os votos das 1.968 seções de 260 locais de votação distribuídos em 9 zonas eleitorais da cidade. Deixaram de votar 8.758 (1,58%) e anularam 15.944 (2,88%). A abstenção registrada foi de 106.244 (16,10%) e o comparecimento de 553.535 (83,90%), sendo que nenhuma urna deu problema.

Em coletiva de imprensa, presidente e corregedor do TRE-MA, desembargadores Lourival Serejo e Raimundo Barros, elogiaram o trabalho de todos os envolvidos no processo eleitoral, destacando o esquema de segurança que garantiu tranquilidade antes, durante e após a votação.

“Temos a satisfação de fazer este anúncio coroado de êxito. Atravessamos esse processo com coragem, planejamento, organização e muita disposição de nossos servidores e isto é um orgulho para a Justiça Eleitoral de prestar esse serviço à comunidade de São Luís, à democracia. Temos certeza de que afirmamos em cada eleição dessa o compromisso com a ética, transparência, celeridade e com a solidificação de nossa República”, elogiando, ao encerrar sua fala, o papel da imprensa novamente, que agiu como aliada porque contribuiu para a transparência das eleições.

Para o desembargador Raimundo Barros, a palavra da Justiça Eleitoral já havia sido dada pelo presidente, “da minha parte, da Corregedoria, nós só queríamos registrar que depois de dias, que denominei de dias tensos no primeiro turno, nós tivemos uma eleição absolutamente tranqüila neste segundo turno, sem nenhuma ocorrência, sem nenhum ato de violência ou de vandalismo. Mantivemos todo o planejamento do primeiro para este segundo turno e naturalmente, como disse nosso presidente, com a união de forças e a mobilização do quadro de pessoal e dos membros da Corte, de modo de que nos sentimos realizados, parabenizamos o prefeito reeleito e toda a comunidade por esse resultado”.

Edvaldo Holanda Júnior, acompanhado de correligionários, fez visita de cortesia ao Tribunal após o anúncio oficial do resultado, agradecendo o trabalho transparente desenvolvido pela Justiça Eleitoral do Maranhão.

Justificativa

Quem deixou de votar neste 2º turno tem até 60 dias para justificar o voto, apresentando requerimento nos cartórios eleitorais, que pode ser preenchido online, através do endereço eletrônico www.tse.jus.br/eleitor/servicos/justificativa-eleitoral/justificativa-eleitoral. A regra vale para o 1º turno também, lembrando que cada turno vale como uma eleição individual.

Eleições 2016: mais votados para prefeito em 145 municípios estão com registros indeferidos

Levantamento realizado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) mostra que 145 candidatos foram os mais votados para prefeito, mas concorreram com seus registros de candidatura indeferidos com recursos a espera de julgamento na Justiça Eleitoral. Cinco desses recursos já chegaram ao TSE, provenientes de Itatinga e Quatá, em São Paulo, Aiuaba, no Ceará, Dom Pedro, no Maranhão, Calçoene, no Amapá.

Segundo a legislação eleitoral, os candidatos com registros indeferidos e que apresentaram recurso puderam realizar todos os atos de campanha e tiveram o nome e número nas urnas eletrônicas na circunscrição onde concorreram. Porém, os votos só podem ser computados se a Justiça Eleitoral deferir o registro da candidatura. Nenhum desses municípios tem mais de 200 mil eleitores, e neles não pode haver segundo turno.

São Paulo e Minas Gerais são os estados com o maior número de candidatos mais votados a prefeito com registro indeferido, cada um com 24. Em seguida vem o Paraná, com 17 candidatos nessa situação, Bahia, com 12, e Rio de Janeiro, com dez candidatos.

Ao fazer o balanço do primeiro turno das eleições no domingo (2), o presidente do TSE, ministro Gilmar Mendes, informou que a Corte Eleitoral dará prioridade aos casos de indeferimento de registro que possam alterar o resultado das eleições majoritárias, ou seja, para prefeito.

Recursos no TSE

Em três municípios (Quatá, Dom Pedro e Aiuaba) dos cinco que já chegaram ao TSE só dois candidatos disputaram a Prefeitura em cada um deles.

O candidato mais votado em Quatá (SP), Marcelo Pecchio (PSD), que se encontra com o registro negado, obteve 5,9 mil votos contra 2 mil de Lu da Lufarma (PSDB). Quatá tem 10.666 eleitores.

Com registro indeferido, Alexandre Costa (PSC) teve 7.888 votos em Dom Pedro (MA) contra os 6.026 votos recebidos por Hernando Macedo (PCdoB). O eleitorado do município é de 18.162.

Já Ramilson Moraes (PSD), com registro indeferido, recebeu 4.888 votos em Aiuaba (CE) contra 3.598 votos obtidos por Adalberto Feitosa (PMDB). A cidade tem 11.477 eleitores.

Em Itatinga (SP), concorrendo com registro negado, Ailton Faria (PSDB) recebeu 4,5 mil votos contra 3,2 mil votos conquistados por Paulo Apolo (PV). No município também disputaram a eleição João Bosco (DEM) e Dr. Julio Fogaça (PDT). O eleitorado de Itatinga é de 14.263.

Reinaldo Barros (PDT) conseguiu 2,1 mil votos em Calçoene (AP), mas está com registro indeferido. Dr. Lindoval (PSC) recebeu 1.752 votos. Concorreram ao pleito também Ângela Avelar (Rede) e mais dois outros candidatos. O município tem 7.423 eleitores.

Confira aqui a lista dos mais votados em 145 municípios.

EM/TC

PSB é o partido de esquerda que elegeu maior número de prefeitos em 2016

psb-logo-amareloO PSB é o partido de esquerda que mais elegeu prefeitos no primeiro turno das eleições, neste domingo (2). Os socialistas conquistaram 414 cidades, seguidos do PDT, com 334, PT, 256, PPS, 118, e PCdoB, 80 (sendo 43 apenas no Maranhão).

Além disso, o PSB ainda superou o número de prefeituras administradas por socialistas desde 2012, e ampliou sua presença em cidades-pólo em diversos Estados.

No primeiro turno, o PSB reelegeu o prefeito Carlos Amastha na capital de Tocantins, Palmas, e Jonas Donizette, em Campinas (SP), com 65,43% dos votos. No segundo turno, vai disputar o comando de outras três capitais – Recife, Aracaju e Goiânia – e seis grandes centros urbanos – Guarulhos, Guarujá, Niterói, Mauá, Petrópolis e Olinda.

“Esse desempenho corresponde à estratégia traçada pela direção nacional, que era a de conquistar grandes centros. Estamos conquistando maior número de cidades e centros mais populosos, o que garante maior representatividade ao nosso partido”, avaliou o presidente nacional do PSB, Carlos Siqueira.

No Recife, o socialista Geraldo Julio, que concorre à reeleição, disputará o segundo turno com João Paulo (PT). Na apuração, o socialista obteve um resultado de 49,34%, o que corresponde a 430.997 mil votos. Já o petista contabilizou 207.529 mil votos (23,76%).

O candidato do PSB à prefeitura de Goiânia, Vanderlan Cardoso, concorrerá no segundo turno do pleito ao lado de Iris Rezende (PMDB). O socialista obteve 31,84%, o que corresponde a 217.981 mil votos.

Já em Aracaju, a votação do socialista Valadares Filho representou 38,09% – 98.071 mil votos, contra os 99.815 votos, 38,76% de Edvaldo Nogueira (PC do B).

Entre as cidades-polo, um dos destaques foi Guarulhos, a segunda maior cidade do Estado de São Paulo, onde o socialista Guti conquistou 202.261 mil votos (34,92%). Ele concorrerá contra Eli Correa Filho (DEM), que obteve 129.724 mil votos (22,40%).

Em Niterói, a segunda maior cidade do interior fluminense, o socialista Felipe Peixoto somou 70.065 mil votos (30,69%) e vai disputar contra Rodrigo Neves (47,98%, 109.531 mil votos), do PV.

Em Petrópolis, o PSB terá como candidato na disputa do 2º turno Rubens Bomtempo (42,21% e 63.402 mil votos) contra Bernardo Rossi, do PMDB, com 68.420 mil votos e 45,55%.

O candidato à prefeitura de Olinda, Antônio Campos, vai disputar o segundo turno após obter 28,17%, contabilizando 55.995 mil votos. Ele enfrenta o candidato Professor Lupércio (SD) que obteve 23,38%, 46.476 mil votos.

Em Mauá, o socialista Atila Jacomussi contabilizou 85.615 votos, que corresponde a 46,73%, e concorre com o petista Donisette Braga, que somou 22,90%, 41.958 votos. No Guarujá, Valter Suman é o candidato do PSB que disputará o segundo turno depois de obter 36.311 votos (23,70%), contra Haifa Madi (66.147 votos, 43,17%), do PPS.

O segundo turno das eleições municipais será realizado no próximo dia 30 nos municípios com mais de 200 mil eleitores.

Assessoria de Comunicação/PSB Nacional

As abstenções em Codó foram 6.313 eleitores que decidiram não votar em nenhum dos candidatos

Nas eleições de 2012, em que Zito Rolim (PV) foi reeleito prefeito em Codó com 45,35% dos votos válidos, eram 80.782 eleitores aptos a votar naquele pleito. 54.922 eleitores compareceram para votar.

  • 3.202 anularam o voto.
  • 835 votaram em branco.
  • Eleitores que tinham candidato somaram 50.885.
  • Desse total, Zito recebeu 23.075 votos.
  • A abstenção de 2012 foi de 25.830 codoenses.

Este ano, o município de Codó teve o mesmo número de candidatos a prefeito e vice-prefeito, mas a quantidade de candidatos concorrendo as 17 vagas de vereador foi maior para um percentual muito menor que quatro anos atrás.

Em 2016, a atualização com o recadastramento biométrico, deixou o eleitorado de Codó menor:

  • Caiu de 80 para 65.598 eleitores.
  • 59.285 foram às urnas no último domingo (02).
  • 740 votaram em branco e 2.905 anularam o voto.
  • Os votos válidos somaram 55.640.
  • As abstenções foram 6.313 eleitores que decidiram não votar em nenhum dos candidatos. Francisco Nagib foi eleito pelo PDT com 24.359 votos, percentual de 43,78%.

Por Francisco Oliveira/blog Correiocodoense

Em Dom Pedro haverá nova eleição

alexandre-costa-x-hernado-macedoComo já era esperado, os votos dados ao candidato e ex-vereador Alexandre Costa estão nulos temporariamente até que o TSE julgue em definitivo o seu pedido de registro negado pelo juiz da comarca de Dom Pedro.

No final da noite deste domingo logo após a eleição, o ministro-relator Herman Benjamin em decisão monocrática indeferiu a candidatura total do Alexandre. Por ser a decisão de apenas um membro da corte, o caso ainda será apreciado pelo Pleno do TSE. Se o registro de candidatura de Alexandre for deferido, ele é o novo prefeito, se não, haverá sim, novas eleições em Dom Pedro porque o vencedor teve mais de 50% dos votos.

Alexandre Costa obteve 7.997 votos contra apenas 6.026 dados ao prefeito Hernando Macêdo. Fonte – Adonias Soares