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Teste da orelhinha: diagnóstico permite que bebês com deficiência auditiva desenvolvam a comunicação precocemente

O teste da orelhinha ou triagem auditiva neonatal é um exame obrigatório por lei que deve ser realizado em todas as maternidades após o nascimento do bebê. O exame é capaz de identificar se ele possui algum problema auditivo e é feito rapidamente, assim como o teste do pezinho. A fonoaudióloga da Direito de Ouvir, Dra. Andreia Abrahão explica porque o exame é tão importante para garantir o desenvolvimento saudável da criança.

Desde agosto de 2010, a Triagem Auditiva Neonatal passou a ser obrigatória em todas as maternidades. Antes disso, os testes eram realizados apenas em crianças de grupos de risco, como prematuros, crianças com baixo peso, que possuem alguma síndrome ou que tiveram alguma infecção durante seu desenvolvimento na gravidez. Com isso, muito bebes perdiam a oportunidade de terem uma deficiência auditiva diagnosticada precocemente e serem logo encaminhados para tratamento.

Segundo a fonoaudióloga, ouvir bem é essencial para o desenvolvimento da linguagem da criança. Ela explica que a partir do quinto mês de gestação, quando o órgão auditivo já está formado, o bebê é capaz de ouvir os sons de fora da barriga. “Assim quando ele nasce, identifica os sons e principalmente a voz da mãe. Com o passar dos primeiros aninhos de vida, a linguagem se aprimora. Os bebes que têm a deficiência identificada logo após o nascimento, podem ser imediatamente encaminhados para atendimento especializado. A boa notícia é que atualmente há tecnologia para praticamente todos os casos, permitindo que o bebê seja protetizado precocemente e tenha acesso ao som, desenvolvendo sua comunicação de uma forma muito parecida com uma criança ouvinte.”

Rápido e indolor, o exame muitas vezes é realizado enquanto o bebê está dormindo explica a especialista da Direito de Ouvir. “O procedimento é pouco invasivo e os país podem acompanhar. Encostamos na orelha da criança um pequeno fone de ouvido que emite um som de baixa frequência e mede as respostas que são emitidas pela orelha interna da criança”. Quando há diagnostico positivo o bebê é encaminhado para o médico otorrinolaringologista, que irá orientar o melhor tratamento para o problema.

Para a fonoaudióloga, não identificar um déficit auditivo precocemente, além de prejudicar a formação da linguagem, é algo que costuma comprometer o desenvolvimento social e emocional da criança. “Quanto mais tarde o diagnóstico for feito, maiores serão os desafios para a criança transpor, pois terá dificuldades quando chegar a hora de ir para escola e para interagir com a família e com outras crianças”.

Fonoaudióloga Andrea Abrahão

Farmácia no quintal: 10 plantas que você deveria ter em casa

Sabe aquela sua vó que fazia chá de plantas “mágicas” do quintal para o dia daquela gripe? Algumas daquelas plantas realmente têm propriedades médicas e servem de remédio, são as consideradas fitoterápicas e podem ser plantadas em sua casa.

A iniciativa é vista como algo positivo pelos especialistas que, no entanto, alertam para itens básicos para quem não quer correr riscos.

“As pessoas não devem usar plantas das quais não têm conhecimento e das quais não há comprovação científica que é benéfica”, explicou a farmacêutica Amanda Viegas Valverde, tecnologista em desenvolvimento da Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz).

Valverde lembra que as plantas consideradas medicinais são reconhecidas pelo Ministério da Saúde e aparecem nas listas Rename, Renisus e RDC 10/2010.

O primeiro passo é consultar um médico para ter um diagnóstico preciso sobre o estado de saúde.

“Antes de mais nada, a pessoa precisa saber o que tem. Precisa de um diagnóstico bem feito para não haver problema”, resumiu João Ernesto de Carvalho, diretor da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas).

Médicos, farmacêuticos e nutricionistas são os profissionais que podem indicar as melhores plantas fitoterápicas, “caso seja uma opção o tratamento com plantas”, finalizada Valverde.

Conheça dez espécies e como podem ser usadas

Poejo

Poejo (Mentha pulegium L.)

Indicação terapêutica: Como expectorante, estimulante de apetite, para perturbações digestivas, espasmos gastrointestinais, cálculos biliares e infecção da vesícula biliar.

Parte utilizada: Folhas

Preparo: Chá por infusão, 1 grama da planta para 150 ml de água. O chá não deve ser consumido mais que três vezes ao dia.

Não deve ser usado por mulheres grávidas e por crianças menores de 6 anos.

Arnica (Solidago microglossa)

Indicação terapêutica: Para hematomas e machucados.

Parte utilizada: Folhas e flores

Preparo: Chá ou sumo da folha pode ser usado em um banho ou esfregando diretamente no local.

Aroeira

Aroeira (Schinus terebonthifolia Raddi)

Indicação terapêutica: Inflamação vaginal, corrimento, cicatrizante.

Parte utilizada: Cascas dos caules.

Preparo: Chá é usado em compressas ou banhos de assento (1 grama de matéria-prima para 1 litro de água). Usar, no máximo, duas vezes ao dia.

Carqueja (Baccharis trimera DC)

Indicação terapêutica: Distúrbios digestivos e dispepsia.

Parte utilizada: Partes aéreas.

Preparo: Chá por infusão, 3 g de matéria-prima para 150 ml de água. Pode ser consumido de duas a três vezes ao dia.

Não deve ser usado por mulheres grávidas.

Guaco

Guaco (Mikania glomerata)

Indicação terapêutica: gripes e resfriados, bronquites alérgicas e infecciosas, e como expectorante.

Parte utilizada: Folhas.

Preparo: Chá por infusão, 3 gramas de matéria-prima para 150 ml de água, ou xarope, 20 g de folhas secas em 100 ml de álcool 70%p/p. Máximo de três vezes ao dia.

Hortelã (Mentha spp)

Indicação terapêutica: Calmante

Parte utilizada: Folhas

Preparo: Chá por infusão, 3 g de matéria-prima para 150 ml de água. Tomar uma vez ao dia

A goiabeira é uma árvore de pequeno porte

Goiaba (Psidium guajava L.)

Indicação terapêutica: Diarreias não infecciosas.

Parte utilizada: Folhas jovens.

Preparo: Chá por infusão, 2 gramas de matéria-prima para 150 ml de água. Tomar no máximo dez vezes ao dia doses de 30 ml.

Pitanga (Eugenia uniflora)

Indicação terapêutica: Febre em criança.

Parte utilizada: Folhas.

Preparo: Chá por infusão, 10 gramas de folhas para 1 litro de água. O chá deve ser usado em banhos, até duas vezes ao dia.

Chá de camomila é calmante

Camomila (Matricaria chamomilla L.)

Indicação terapêutica: Calmante

Parte utilizada: Flores

Preparo: Chá por infusão, 2 gramas de matéria-prima para 150 ml de água. Consumir uma vez ao dia

Salsa (Petroselinum sativum)

Indicação terapêutica: diurético e anti-hipertensivo

Parte utilizada: Folhas

Preparo: Chá por infusão, 3 gramas de matéria-prima para 150 ml de água, ou consumir a planta natural

Maranhão e região endemia para Leishmaniose. Doença já tem tratamento

Sabemos que os casos de Leishmaniose (Calazar) são bem comuns no Maranhão. Em 2015, último número divulgado oficialmente pelo Ministério da Saúde, 539 casos da doença foram registrados no Estado, sendo a região do Nordeste com maior número de ocorrências.

Em média, em todo o país, cerca de 3.500 casos são registrados anualmente e o coeficiente de incidência é de 2,0 casos/100.000 habitantes. Nos últimos anos, a letalidade vem aumentando gradativamente, passando de 3,1% em 2000 para 7,1% em 2012.

A doença tem no cão o seu hospedeiro intermediário e, através da picada do mosquito-palha, a doença pode ser transmitida para humanos.

Até recentemente a recomendação para os animais infectados era o sacrifício. O que não acontecia na prática já que os donos dos cães tinham dó de sacrificá-los e os escondiam sem tratamento ou realizando tratamentos clandestinos. Neste ano, o Brasil ganhou o primeiro medicamento aprovado pelo Ministério da Saúde e da Agricultura para comercialização nacional, o Milteforan. Além de preservar a vida dos cães e garantir-lhes qualidade de vida, o tratamento ajuda na prevenção da transmissão da doença para o humano.

ESPECIALISTA ESCLARECE MITOS E VERDADES SOBRE O TRATAMENTO PARA LEISHMANIOSE VISCERAL CANINA.

Classificada entre as seis endemias prioritárias no mundo segundo o Ministério da Saúde, acometendo principalmente cães – considerado principal reservatório da doença -, gatos, mamíferos silvestres e humanos, a Leishmaniose é desconhecida por muitas pessoas. Os números da doença – segundo o Ministério da Saúde – revelam o impacto dela no Brasil: 90% dos casos da Leishmaniose Visceral Canina na América Latina acontecem no país e, entre o ano de 2009 e 2013, 18 mil casos foram confirmados em humanos. Em 2015, último levantamento do Ministério da Saúde, 3.000 pessoas foram acometidas pela doença e 271 mortes foram registradas.

A transmissão da Leishmaniose Visceral Canina ocorre pela picada de flebótomo do gênero Lutzomyia spp, conhecido como “mosquito-palha”. Apenas as fêmeas são capazes de transmitir a doença. É uma doença que leva ao óbito em até 90% dos casos não tratados e, até então, cães acometidos pela doença eram submetidos à eutanásia, pois são hospedeiros do vetor.

Acontece que os Ministérios da Agricultura e da Saúde aprovaram a comercialização no Brasil, neste ano, de um medicamento para tratamento da Leishmaniose Visceral Canina: o MilteforanTM, desenvolvido pela Virbac – maior companhia farmacêutica independente dedicada exclusivamente à saúde animal -, que já está disponível no mercado.

Para explicar o assunto, a veterinária e gerente técnica da Virbac, Fabiana Zerbini, esclarece alguns mitos e verdades. Confira:

A medicação Milteforan foi aprovada para tratamento da doença nos cães?

Verdade. Milteforan é o único medicamento para tratamento da Leishmaniose Visceral Canina (LVC), ou seja, de uso exclusivo para cães, e registrado para este fim no Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (MAPA). Vale ressaltar que a Portaria Interministerial Nº 1.426, proíbe o tratamento da LVC com produtos de uso humano ou não registrados no MAPA, o que não é o caso de Milteforan.

Com o uso do Milteforan o cão estará curado da doença?

Mito. Com o uso do Milteforan, o cão poderá obter a cura clínica e epidemiológica. Porém, apesar de reduzir significativamente a quantidade de parasitas e o cão deixa de ser transmissor da doença, a Leishmania permanecerá em seu organismo. Por esse motivo é muito importante o acompanhamento e monitoramento para toda a vida do animal, que deve ser realizada por um médico veterinário com exames clínicos e laboratoriais; além da repetição do tratamento, a fim de manter os níveis baixos da quantidade de parasitas.

O tratamento foi aprovado, mas ainda existem veterinários e profissionais que indicam a eutanásia?

Verdade. A doença existe no Brasil há muitos anos e o recomendado, até então, levando em consideração que não existia nenhum medicamento aprovado para o tratamento da LVC no Brasil, era a eutanásia. Como o tratamento foi aprovado há pouco tempo, muitos profissionais ainda não tem conhecimento desta informação e indicam a opção que estão acostumados. Muitos também acabam por não indicar o Milteforan por não conhecerem o produto. A Virbac vem realizando uma série de ações interativas para que todos possam saber desse grande feito na medicina veterinária que é a aprovação e legalização do tratamento no Brasil.

Além disso, o tratamento com Milteforan não é uma medida de saúde pública para controle da doença. É um tratamento que deve ser realizado pelo tutor do cão, que se compromete com todos os custos envolvidos na doença, desde consultas no médico veterinário, exames diagnósticos, acompanhamento e o próprio tratamento em si. Por conta disso, a eutanásia continua sendo a principal medida de controle da saúde pública.

A única medida eficiente para controle da doença é o tratamento dos cães doentes?

Mito. O tratamento dos cães é apenas uma dentro de um conjunto de outras medidas necessárias para a prevenção. Além da existência de vacina para prevenção, a medida mais eficiente continua sendo o combate ao mosquito, impedindo-o de se multiplicar e de picar animais e humanos através da utilização de repelentes, assim com o controle ambiental dos locais onde eles se proliferam (frutas em decomposição, material orgânico, folhas que caem das árvores).

 Posso pegar a doença através do contato físico com o cão que possui a doença?

Mito. A Leishmaniose Visceral Canina não é transmitida por mordida, arranhão, lambedura, urina ou fezes. A doença é transmitida através da picada do mosquito infectado.

 Sobre a Virbac

Fundada na França em 1968 pelo médico veterinário Dr. Pierre Richard Dick, a Virbac ocupa hoje a 8ª posição no ranking mundial das companhias farmacêuticas veterinárias. Transformou-se em marca de referência no mercado veterinário mundial, graças a uma grande linha de produtos biológicos e farmacêuticos que previnem e combatem as principais patologias dos animais domésticos e de criação, com destaque para a linha de produtos dermatológicos, líderes de venda mundial. A Virbac está presente em mais de 100 países com produtos e serviços que trazem juntos, qualidade, eficácia e facilidade de utilização a todos aqueles envolvidos no cuidado animal. Site: www.virbac.com.br

Instituto Oncoclínicas lança plataforma digital com conteúdos exclusivos para profisisonais de saúde

O Instituto Oncoclínicas de Ensino, Pesquisa e Educação Médica Continuada (IOEPEMC) anuncia durante a ASCO 2017 Annual Meeting – encontro anual promovido pela Sociedade Americana de Oncologia Clínica – o lançamento do www.instituto-oncoclinicas.org.br, um canal na internet com acesso gratuito para profissionais de saúde. Criada em 2015, a organização é parte de uma iniciativa liderada por oncologistas que compõem o corpo clínico do Grupo Oncoclínicas em todo o Brasil com a missão de gerar, disseminar e integrar o conhecimento para o tratamento do câncer. A partir de iniciativas como simpósios e grupos de discussão de casos, o Instituto Oncoclínicas promove o fomento ao ensino continuado, pesquisa e formação profissional especializada.

A proposta do novo site é ser um espaço totalmente colaborativo, aberto para que profissionais de saúde contribuam para o desenvolvimento de um ecossistema para troca contínua de conhecimento, contemplando conteúdos diversos que contribuem para a disseminação de informações de qualidade, seja por meio de artigos, estudos, pesquisas ou discussões. “Este é um passo adiante na transmissão do conhecimento e da informação entre os profissionais envolvidos no tratamento oncológico. E uma conquista importante para todos nós que nos dedicamos e trabalhamos no combate ao câncer”, comenta o Dr. Raphael Brandão, Coordenador Científico do Grupo Oncoclínicas.

Entre os principais atrativos da plataforma digital está o PACTO – Padrão Assistencial de Conduta no Tratamento Oncológico, que engloba o que existe de mais atual no mundo em práticas e condutas nos segmentos de Oncologia Clínica, Radio-Oncologia e Farmaco-Oncologia. Pautado por estudos científicos, informações práticas e normas de órgãos regulatórios, o PACTO funciona como uma verdadeira biblioteca virtual que uniformiza e integra dados para consulta de especialistas, facilitando as tomadas de decisões terapêuticas.

Há ainda a área Academia Instituto Oncoclínicas, um programa completo de ensino à distância (EAD), que inicialmente terá mais de 120 aulas disponíveis, entre as quais as especialidades câncer de mama, oncologia torácica, tumores do trato gastrointestinal, tumores do trato geniturinário, melanoma e sarcoma, cabeça e pescoço, neuro-oncologia, onco-hematologia, oncogenética e cuidados paliativos. Os interessados poderão ainda acompanhar os chamados Tumor Boards, realizados por oncologistas do Grupo Oncoclínicas e do Dana-Farber Cancer Institute / Harvard Cancer Center, uma série de debates por vídeo conferência entre especialistas dos dois centros de referência para troca de informação sobre casos clínicos de alta complexidade. Além disso, a página online realizará trasmissões ao vivo de eventos de grande relevância no cenário mundial da oncologia. A estreia será com a cobertura da ASCO 2017.

“A partir dessas diferentes iniciativas disponibilizadas no meio digital, o Instituto Oncoclínicas passa a oferecer acesso ao que há de mais avançado para o tratamento do câncer, com a garantia de uma curadoria editorial feita por médicos para médicos”, explica o Dr. Raphael.

Confira todos os atrativos do site do Instituto Oncoclínicas:

Série PACTO: o Padrão Assistencial de Conduta no Tratamento Oncológico contempla condutas em Oncologia Clínica, Radio-Oncologia e FarmacoOncologia, utlizando, como referência, evidências científicas e normas de órgãos regulatórios. O objetivo do PACTO é uniformizar e integrar o tratamento oncológico, facilitando as tomadas de decisões terapêuticas.

Academia Instituto Oncoclínicas: Plataforma de Ensino a Distância que contará com inúmeros cursos online (mais de 120 aulas), abrangendo as áreas de cuidados ao paciente. Aborda o tratamento oncológico a partir de um olhar global, atualizado e integrado.

Disponibilização de conteúdos: Das principais publicações da área (em diversos formatos): newsletters, arquivos de aulas, artigos comentados e vídeos, entre outros.

Calendário dos Ciclo de Discussões Científicas: Reuniões interdisciplinares para atualização científica e discussão de casos.

Calendário dos Tumor Boards: Aulas por videoconferência entre as unidades do Grupo Oncoclínicas e o Dana-Farber Cancer Institute, para a discussão de casos clínicos.

Cobertura online dos principais eventos mundiais de oncologia: Discussões entre os profissionais de referência em oncologia sobre os principais temas abordados durante eventos internacionais de grande relevância.

SOBRE O INSTITUTO ONCOCLÍNICAS

O Instituto Oncoclínicas de Ensino, Pesquisa e Educação Médica Continuada (IOEPEMC) é uma iniciativa promovida por médicos integrantes do Grupo Oncoclínicas. O Instituto tem como objetivos principais o aperfeiçoamento do ensino, da pesquisa, da formação profissional e das técnicas médicas diagnósticas e terapêuticas, especialmente nos campos da oncologia, radioterapia e hematologia e a promoção à saúde.

Para mais informações, acesse www.intituto-oncoclinicas.com.br

SOBRE O GRUPO ONCOCLÍNICAS

Fundado em 2010, é o maior grupo especializado no tratamento do câncer na América Latina. Possui atuação em oncologia, radioterapia e hematologia em 10 estados brasileiros. Atualmente, conta com 43 unidades entre clínicas e parcerias hospitalares, que oferecem tratamento individualizado, baseado em atualização científica, e com foco na segurança e o conforto do paciente.

Seu corpo clínico é composto por mais de 400 médicos, além das equipes multidisciplinares de apoio, que são responsáveis pelo cuidado integral dos pacientes. O Grupo Oncoclínicas conta ainda com parceira exclusiva no Brasil com o Dana-Farber Cancer Institute, um dos mais renomados centros de pesquisa e tratamento do câncer no mundo, afiliado a Harvard Medical School, em Boston, EUA.

Para obter mais informações, visite www.grupooncoclinicas.com

Programa promete transformar e definir o corpo da Mulher com exercícios de 15 minutos diários

Parece milagre, mas não é! O Missão Fitness foi desenvolvido com o objetivo de definir as partes do corpo que toda mulher deseja ter em forma em 60 dias com exercícios em casa

Adeus ao braço flácido na hora de dar tchauzinho e boas vindas para o tríceps definido, barriga chapada, coxas torneadas e glúteos esculpidos. Esse é o objetivo do Missão Fitness, novo programa 100% online elaborado pela personal trainer e educadora física Lana Pessoa, que pode ser realizado por todas as mulheres, independente do nível de condicionamento físico atual. “Fizemos o programa em dois níveis, o avançado e o moderado, justamente para que as mulheres consigam acompanhar nosso programa e alcançar seus objetivos”, conta Lana, que já é conhecida nas redes sociais por ajudar, através de sua consultoria, centenas de mulheres insatisfeitas com o corpo a se tornarem mulheres super confiantes.

Com uma proposta de transformação rápida – apenas dois meses, com exercícios de 15 minutos por dia –, o Missão Fitness garante foco nas formas do corpo feminino que as mulheres mais buscam e admiram. O programa, que é dividido em duas fases de 30 dias cada uma, pode ser feito em qualquer hora e em qualquer lugar. Para que a aluna possa verificar seu progresso, no início de cada aula ela faz um teste de 1 minuto com uma série de repetições que mede sua evolução semana a semana.

A primeira fase é voltada à queima de gordura. Os exercícios elevam a frequência cardíaca e, consequentemente, expulsam a gordura do corpo e turbinam o condicionamento físico para o ganho de massa magra. Abdome, lombar e quadris também são exercitados e o foco é eliminar a celulite e enrijecer o bumbum. A segunda fase, que completa essa ´´missão´´, tem o objetivo de moldar os músculos após a eliminação da gordura localizada.

Para ajudar as alunas a alcançarem seus objetivos e se manterem estimuladas, a assinatura do programa vem com um guia nutricional que potencializa os resultados das aulas, além de exercícios-bônus para os membros superiores – costas e braços – e para o alongamento do corpo, que geram diversos benefícios que vão desde o aumento da flexibilidade e alívio das dores musculares até a liberação de “hormônios do bem estar”, como a serotonina.

O Missão Fitness está disponível no www.missaofitness.com.br e o acesso a todo seu conteúdo (mais os bônus de lançamento) custa 12x de R$19.

Exercícios para as mamães ficarem com o corpo em dia

A especialista em exercícios pós-parto e criadora do programa de emagrecimento Mamãe Sarada (www.mamaesarada.com.br), Gabriela Cangussú, conta que é possível emagrecer com saúde e sem nenhum tipo de equipamento em casa, por meio de uma rotina diária e bem rápida de exercícios, super adequada à realidade das mães. Afaste o sofá, ligue a TV ou o computador e conquiste o corpo que tinha antes da gravidez com os exercícios indicados pela personal trainer. Confira!

Antes de tudo: se aqueça!
Comece fazendo uma corridinha parada de dois minutos e 50 polichinelos. De acordo com Gabriela, esse preparo é fundamental para elevar a temperatura do corpo e deixá-lo pronto para o inicio dos exercícios.

Barriga e bumbum durinhos
Prancha frontal – De bruços, apoie as mãos espalmadas no chão e deixe-as alinhadas ao ombro. Com a ponta dos pés apoiados no chão, alinhe-os com os cotovelos. Em seguida, leve a mão até o ombro contrário de maneira alternada e permaneça nessa posição por 30 segundos. Faça três séries com cada mão.

Escalada curta – Ainda na posição de prancha, com as mãos apoiadas no solo e afastadas, mantenha o tronco ereto. Erga um dos joelhos em direção ao peito, alternando rapidamente com a outra perna o mais rápido que conseguir. Repita o movimento por pelo menos 30 segundos.

Mix de polichinelo com agachamento sumô – Partindo da posição ereta e com os braços e pernas juntos ao corpo, siga os seguintes movimentos: com um salto, afaste as pernas apontando os pés para fora, agache e levante os braços atrás da cabeça. Suba novamente e, com outro salto, feche as pernas e leve as mãos novamente às coxas, voltando para a posição inicial. Faça isso por 30 segundos ou 30 repetições.
“A variação com as pernas mais afastadas e com os pés apontados para fora ajuda a fortalecer o interior das coxas e a levantar o bumbum”, esclarece a personal.

Abdominal Bicicleta: Fique deitada no tapete ou colchonete de casa com as costas no chão e as pernas inclinadas em um ângulo de aproximadamente 90 graus. Simule pedaladas alternando os movimentos das pernas de forma devagar e regular. Faça 40 pedaladas, sendo 20 por cada perna, ou pedale no ar por 30 segundos. “Esse tipo de exercício é ótimo porque trabalha os oblíquos do lado esquerdo e direito ao mesmo tempo”.

Abdominal supra abraçando os joelhos: Deite com a barriga para cima, estenda as pernas e deixe os braços ao lado do corpo. Eleve bem o tronco, flexione e abrace os joelhos por 30 segundos. Faça três séries.

Mantenha o ritmo! Faça os treinos na hora que tiver uma folguinha, o importante é fazer! Outra dica de Gabriela Cangussú é estabelecer uma meta de treinos por semana. “Fazer essas séries pelo menos cinco vezes por semana já faz uma diferença enorme para o corpo”, destaca.

Sobre o Mamãe Sarada
O Mamãe Sarada é um programa de treinos online exclusivos para mães. A ideia do formato partiu da personal trainer e mestre em fisiologia do exercício Gabriela Cangussú. Depois de sentir na pele o sobrepeso após a gestação do seu segundo filho, a especialista fitness criou então séries de aulas para serem executadas em apenas 14 minutos, todos os dias, tempo suficiente para colocar o organismo no eixo sem prejudicar a rotina com os filhos.

O programa é totalmente focado nas áreas do corpo que são mais impactadas pela gravidez, como pernas, abdome, glúteos e lombar.

Brasil será autossuficiente em fármacos para câncer

O Brasil deverá tornar-se autossuficiente em fármacos para o diagnóstico e tratamento de câncer e outras doenças com a construção do Reator Multipropósito Brasileiro (RMB), cujo projeto detalhado começa a ser desenvolvido pela Comissão Nacional de Energia Nuclear (Cnen) e a Amazônia Azul Tecnologias de Defesa S.A. (Amazul).
Atualmente, o Brasil compra os insumos da Argentina, Rússia e África do Sul. Para atender à demanda anual de 2 milhões de procedimentos em medicina nuclear, o país importa cerca de US$ 15 milhões (cerca de R$ 48 milhões) em radioisótopos que são processados e enviados a mais de 400 hospitais e clínicas brasileiras.
Na assinatura do acordo de cooperação técnica entre a Cnen e a Amazul, o secretário-executivo do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Elton Santa Fé Zacarias, garantiu que o ministério dará todo apoio à construção do RMB Brasileiro.
“Estamos confiantes na capacidade técnica da Amazul e da Marinha do Brasil para desenvolver esse projeto”, afirmou Elton Santa Fé Zacarias. “O ministro Gilberto Kassab entendeu a luta de tirar do papel grandes projetos como o navio oceanográfico, o satélite geoestacionário e o superlaboratório Sirius. Faltava o RMB e por isso tenho muito orgulho de participar deste momento”, acrescentou. Disse, ainda, que o Ministério da Saúde deverá participar também do financiamento do projeto.

A serviço da vida

“O RMB é a tecnologia nuclear a serviço da vida”, sintetizou o professor José Augusto Perrotta, coordenador técnico do projeto na Cnen. O reator produz radioisótopos que são usados na fabricação de fármacos para diagnóstico e tratamento do câncer e outras doenças;
“Para nós, o RMB tem um incalculável valor social, já que coloca a tecnologia nuclear a serviço da saúde dos brasileiros, salvando vidas e melhorando a qualidade de vida dos pacientes”, afirma Ney Zanella dos Santos, diretor-presidente da Amazul. “Além disso, promoverá uma sinergia de conhecimento com o Programa Nuclear Brasileiro.”
“A demanda reprimida de radioisótopos tanto na rede pública quanto na particular é muito grande e será melhor suprida quando o RMB estiver operando em sua plena capacidade”, reforçou o presidente da Cnen, Paulo Roberto Pertusi. Ele lembrou que a pesquisa a partir do RMB contribuirá também para o Programa Nuclear da Marinha e o Programa de Desenvolvimento de Submarinos.
“O projeto traz soberania ao país na área da saúde”, observou Silvia Maria Velasques de Oliveira, presidente da Sociedade Brasileira de Biociências Nucleares. “O reator é importante para produzir material para diagnóstico e terapia, mas também precisamos pesquisar sintomas e doenças para as quais ainda não existem remédios. Não vamos precisar esperar pelo que é desenvolvido lá fora, mas poderemos produzir aqui os medicamentos de que a nossa população precisa”, acrescentou.
Para Marília Marone, diretora da Sociedade Brasileira de Medicina Nuclear, a entidade continuará a mobilizar médicos, clínicas, institutos de pesquisa e outras instituições ligadas à medicina nuclear para apoiar o desenvolvimento do projeto.
O RMB terá outras aplicações além da medicina nuclear. Ele disponibilizará tecnologias que poderão ser aplicadas na agricultura, no meio ambiente e na indústria. Essas tecnologias permitem, por exemplo, testar materiais, localizar fissuras em superfícies como asas de avião ou verificar a quantidade de agrotóxicos contida em alimentos.

Convênio com a Finep

O projeto detalhado do RMB será desenvolvido por meio de convênio com a Financiadora de Projetos (Finep), no valor de R$ 150 milhões. O empreendimento, incluindo a construção do reator, absorverá investimentos de US$ 500 milhões (R$ 1,6 bilhão a câmbio atual), recursos que virão do Tesouro Nacional.
Também participará do desenvolvimento do projeto detalhado a Invap S.E., empresa pública argentina de tecnologia e projetos, uma das responsáveis pelo projeto básico do RMB.
A Amazul, co-executora do projeto, agregará a expertise de seus empregados que há décadas participam do Programa Nuclear da Marinha, Programa Nuclear Brasileiro e Programa de Desenvolvimento de Submarinos.
O projeto básico do RMB está pronto e o empreendimento já tem a Licença Prévia do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e Licença Local da Diretoria de Radioproteção e Segurança Nuclear da Cnen.
O empreendimento será construído em terreno de 2 milhões de metros quadrados (cerca de 200 campos de futebol), parte cedido pela Marinha do Brasil e parte em processo de desapropriação pelo governo do Estado de S. Paulo, localizado ao lado do Centro Industrial e Nuclear de Aramar, em Iperó, onde também está sendo desenvolvido o reator para o submarino nuclear brasileiro.
“É um privilégio termos em São Paulo um projeto desta envergadura, que traz benefícios para a população e produção de conhecimento, numa região estratégica para o desenvolvimento do Estado de São Paulo, como é a região de Sorocaba”, observou o assessor da Casa Civil do governo do Estado de São Paulo, Ricardo Viegas, que representou o secretário Samuel Moreira no evento. “O governo do Estado, por meio da Casa Civil, está de portas abertas para dar o apoio necessário ao desenvolvimento desse projeto”, prometeu.

Diretor-presidente da Amazul, Ney Zanella dos Santos, e presidente da Cnen, Paulo Roberto Pertusi, na assinatura do acordo

Suspensão de processos prejudica pacientes que precisam de medicamentos de alto custo que estejam fora da lista do SUS

Para pessoas com doenças crônicas ou raras, que necessitam de medicamentos de altíssimo custo, a saída para conseguirem tratamento é terem esses remédios fornecidos por meio do SUS (Sistema Único de Saúde). Como a maioria desses remédios está fora da lista de medicamentos fornecidos pelo SUS, para consegui-los, a única forma é buscar a via judicial. Porém, o STJ (Superior Tribunal de Justiça) acaba de decidir pela suspensão da tramitação dos processos em andamento nos quais é solicitado o fornecimento desses medicamentos indisponíveis no SUS.

Para a Dra. Claudia Nakano, advogada no Nakano Advogados Associados, a decisão do STJ prejudica diretamente os pacientes, principalmente os de menor renda, que veem nos processos judiciais a única forma de continuar seus tratamentos. “São remédios de alto custo que já eram de difícil acesso mesmo com o fornecimento do SUS. Agora, com a suspensão dos processos, esses pacientes, que tanto necessitam, ficarão sem seus remédios. É lamentável”, ela afirma.

Comprovação documental da urgência – Os juízes serão obrigados, agora, a cumprir a nova regra. No entanto, o Código de Processo Civil prevê que os magistrados deliberem sobre questões urgentes. Cabe ao paciente e seu advogado comprovarem documentalmente a urgência da intervenção judicial, especificamente quanto à eficácia, à efetividade, à acurácia e à segurança do medicamento pedido.

A intenção do STJ é diminuir a judicialização da saúde. Segundo a 12ª edição do Relatório Justiça em Números, divulgada em 2016, apenas em 2014, mais de 300 mil processos judiciais foram abertos no Brasil.

Nem todo nódulo da tireoide necessita de tratamento

São Paulo, 18 de maio de 2017 – Extremamente comuns, os nódulos na tireoide podem aparecer em qualquer pessoa, de qualquer faixa etária. De acordo com dados da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, estima-se que 60% da população brasileira terá nódulos na tireoide em algum momento da vida. Porém, são poucos os quadros necessitam, de fato, de tratamento. Apenas 5% dos casos são malignos.

“O paciente deve estar atento a qualquer sinal estranho na região do pescoço. Se sentir dificuldade para engolir ou, ao passar a mão, detectar algum tipo de caroço, é fundamental que ele procure um especialista”, alerta a Dra. Carolina Ferraz, endocrinologista do Centro de Nódulos da Tireoide do Hospital Samaritano de São Paulo.

Ao serem diagnosticados, a característica do nódulo no ultrassom deve ser analisada pelo médico, que avaliará a necessidade de se realizar um exame denominado punção aspirativa com agulha fina (PAAF). “O procedimento é simples e serve para definir se o nódulo é maligno ou benigno”, explica a especialista.

Nódulos benignos

Os nódulos benignos geralmente são assintomáticos, porém, se forem muito grandes (acima de 3cm), podem causar certos desconfortos, como falta de ar e dificuldade para engolir, por exemplo.

O diagnóstico é feito via exame de ultrassonografia e por meio da palpação do pescoço e não há um tratamento específico para este caso. “Quando o nódulo é benigno, o indicado é apenas realizar um acompanhamento semestral ou anual para checar sua evolução. A cirurgia só é indicada quando o nódulo atrapalha o indivíduo”, afirma Dra. Carolina.

Nódulos malignos

Os sintomas dos nódulos malignos são geralmente os mesmos sintomas de um nódulo benigno, por isso, é importante sempre que houver alguma característica suspeita no ultrassom, realizar o PAAF.

Quando diagnosticado, o tratamento do câncer de tireoide é feito por etapas. “O primeiro passo é retirar a glândula por meio de cirurgia”, explica a endocrinologista. Depois da cirurgia, o paciente deve fazer um acompanhamento e exames para avaliar a dose adequada para a reposição hormonal. “Existe uma terceira fase do tratamento, que envolve a aplicação de iodo radioativo, mas que é realizada somente se o especialista considerar necessário”, complementa a Dra. Carolina. 

Hospital Samaritano de São Paulo

Um dos principais centros de excelência em saúde do País, o Hospital Samaritano de São Paulo completou 123 anos de atividades em 2017. Fundado em 25 de janeiro de 1894, nasceu como primeiro hospital privado da capital paulista e hoje é uma das poucas instituições de saúde que permanece em atividade, em duas passagens de séculos, com recursos do próprio negócio.

É um hospital especializado em Cardiologia, Gastroenterologia, Neurologia, Ortopedia, Oncologia, Trauma, Transplante, Urologia e Ginecologia, Obstetrícia e Perinatologia, com atendimento completo e integrado aos pacientes, com acompanhamento em todas as etapas do tratamento. Além disso, oferece Serviço de Emergência Especializada 24 horas em Ortopedia, Cardiologia, Neurologia e Trauma.

O Complexo Hospitalar do Hospital Samaritano conta com 19 andares, 310 leitos de internação e Unidade de Terapia Intensiva, além de um Centro Cirúrgico com 16 salas para a realização de procedimentos de alta complexidade. Desde 2004, é certificado pela Joint Commission International (JCI), um dos mais importantes órgãos certificadores de padrões de qualidade hospitalar no mundo.

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