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5 Comentários

  1. Francisco de Assis Colaço Ramos

    Bom dia internautas, adoro esse site Codó Notícia muito bom pra nos que moramos fora e pra quem mora na cidade e quer ficar por dentro de que acontece em nosso município. Um abraco meu amigo Jéferson Abreu de seu amigo Francisco Colaço – Conhecido como Skate…

  2. Francisco de Assis Colaço Ramos

    bom dia meu amigo Jeferson, agora estou morando em Caldas Novas – Goias um abraço !!!!

  3. Priscilene Holanda

    Prezados, boa noite! Gostaria de saber se vocês têm alguma novidade sobre o concurso da cidade de Codó? O mesmo estava previsto para o mês de maio; sendo suspenso por duas vezes por um liminar. Acredito que muitos leitores da sua página gostariam de maiores informações sobre o caso. A prefeitura, bem como a Fundação Sousãndrade não dão nenhuma nota sobre o assunto, deixando todos os candidatos sem informações. desde já agradeço!

  4. Amigos, eu sou Administrador, Advogado e Professor. Agora, aos 75 anos, aposentado, dedico-me a escrever livros infantojuvenis educativos. Tenho um site, onde disponibilizo meus livros para baixar gratuitamente. Estes livros educativos são úteis e importantes para que as crianças de sua cidade sejam melhores pessoas e cidadãs mais conscientes! Meus trabalhos são, essencialmente, voltados para a EDUCAÇÃO de nossas crianças. São livros que colaboram para o desenvolvimento e formação de pessoas, bem como para inspirar, despertar e reforçar o interesse, nos seguintes aspectos: caráter e valores morais; conceito de cidadania; consciência ecológica; valores de família; respeito aos educadores (pais, avós e professoras); ordem e disciplina; cultura e conhecimento; incentivo ao estudo como caminho para o sucesso e espiritualidade. O site tem o caráter filantrópico e educativo, sem fins lucrativos.
    Eis o site: http://www.literaturaeducativa.com.br

    Atenção! Este e-mail não é um vírus. Se tiver dúvidas, pesquise no Google – Literatura Educativa – e acesse o site acima por este caminho, se quiser maior segurança.

    Agradeço o apoio de vocês na divulgação do site, possibilitando-me uma parceria para uma melhor Educação de nossas crianças! Se gostou do site, divulgue-o aos seus amigos.

    Atenciosamente, João José da Costa, Escritor.

  5. Pedro Cardoso da Costa

    Doar órgãos faz bem a todos
    Sem dúvidas, um problema complexo até para o debate. Envolve tudo o que há de mais sagrado nesse “plano” da vida.
    Quando se trata de doador vivo, este abre mão de parte de seu corpo para integrar o corpo de outra pessoa.
    Noutra condição, o doador é considerado falecido pela Ciência, mas precisa ter a sua vida prolongada por aparelhos para que a vida de outro siga com mais conforto, ou simplesmente continue.
    Essa é a parte física inescapável dessa relação entre receptores e doadores de órgãos. Embora de extrema gravidade, essa talvez seja a etapa menos complicada. A partir daqui, envolve valores éticos, morais, religiosos e principalmente de formação pessoal.
    Existem religiões que não permitem a transfusão de sangue a seus seguidores. Não raro o noticiário divulga um conflito entre um médico com o dever de salvar o paciente e uma família que não permite a realização desse processo.
    Outros preferem não fazer a doação de órgãos de algum familiar, por entender que a pessoa deve ir para o outro plano sem faltar pedaços, na sua integralidade, como aportou por aqui.
    Quem tem um ente querido precisando de um órgão não entende as razões de alguém se negar a dar condições de uma vida melhor a outra pessoa. Essa defesa poderia até ser reforçada com o princípio religioso do “ama ao próximo como a ti mesmo”.
    Aqueles situados numa posição oposta, com um parente à beira da morte, podem colocar dúvida na Ciência e acreditar numa possibilidade de cura e consequente sobrevida do ente querido. Essa tese também tem o reforço da fé religiosa. Inclusive, pode reforçar essa posição a tese de que alguém só se torna santo se possuir dois milagres comprovados. Ou seja, quem assim se posiciona tem todo direito de acreditar que seu parente venha a ser merecedor de um milagre.
    Apesar de parecer contraditório comprovar milagres, não se pode negar que se trata de um requisito exigido para a beatificação de alguém. E se exatamente aquele parente for o merecedor desse feito?
    Apesar de tantos conflitos, o que deve merecer uma análise leve, confortável, segura é que todas as crenças, a fé, os rituais colocam a vida em primeiro lugar. Todos eles são meios de se tornar a vida um pouco melhor.
    Não se deve expressar um conceito taxativo, atribuindo a quem doa o atributo de “correto”, nem considerando “errado” aquele que opta por não doar. Mas, quem escreve deve passar algum elemento para fortalecer um dos lados.
    Como a vida é o bem mais importante neste plano, a dor da família doadora deve ser reconfortada com o bem gerado à outra parte. Também não há dúvida quanto a se tratar de uma decisão extremamente difícil. Ao doar, a família vai dar vida a quem recebe e aliviar o sofrimento de todos os envolvidos, especialmente dos familiares do receptor.
    O bem suplanta qualquer dor. Praticá-lo é defendido por qualquer religião, crença ou filosofia de vida. Doar órgãos só traz o bem para todos e talvez seja a maior demonstração de amor que exista.
    Pedro Cardoso da Costa – Interlagos/SP
    Bacharel em direito
    Favor fornecer e-mail para sugestão de pauta.

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